quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Planície Lamacenta: A medicina algemada e em coma.
Mais uma do mestre Douglas da Mata:
A criminalização de temas como o financiamento da saúde, ou nesse caso, do subfinanciamento do SUS, a sobrecarga de atendimentos da rede ambulatorial, a proletarização da medicina, etc, nunca é um bom caminho.
Isso não quer dizer que os que pratiquem crimes mereçam nossa tolerância, apenas porque são médicos, juízes, promotores, ou quaisquer outros profissionais tidos em alta conta em nossa sociedade.
Errou, apure-se e condene-se.
Mas há algo que me incomoda na ação do Ministério Público Estadual, quando foca sua atenção nas tentativas de usuários e profissionais, e claro, das entidades hospitalares de encontrarem caminhos para solucionarem um problema que nenhuma das autoridades políticas, judiciais, policiais, ou ministeriais deram conta com todas as leis e punições. Como financiar a saúde pública? Obama procura esta resposta até hoje, e nós também, apesar de termos um dos melhores sistemas de atendimento universal, o SUS.
Paulistas privatizaram sua saúde em cooperativas, não deu certo. Agora estão às voltas com a privatização de 25% dos leitos para empresas privadas de saúde coletiva(planos, seguradoras, etc)como forma de aumentar a capacidade de financiamento, mas que enfrenta vários questionamentos jurídicos e políticos.
Fluminenses e cariocas patinam em terceirizações, contratações precárias de médicos e profissionais.
O Norte e Nordeste, junto com o Centro-Oeste beiram o caos. Conheço bem menos a realidade do Sul.
É fato que dentro ou fora da lei, constitucionalmente ou não, todos tentam resolver um problema que é mais de dinheiro, mas que também é de gestão.
Não defendo aqui o jeitinho, ou o atalho, que na verdade são eufemismos para a corrupção. Então, se é para encararmos o problema como caso de polícia, vamos a toda a cadeia de atendimento, e não só o médico, lá na ponta.
Eu pergunto, afundado em minha ignorância jurídica: Se estará preso o médico por corrupção passiva, por que não responderá o usuário pela modalidade ativa que corrompe o médico para furar a fila dos procedimentos?
Por que não respondem os diretores clínicos e provedores hospitalares pela condescendência criminosa, pois sabem de todos esses "atalhos" das consultas "sociais", e silenciam, quando não as incentivam ?
E por derradeiro, e os materiais hospitalares desviados, com a chancela dos diretores e provedores das entidades hospitalares para os procedimentos "sociais", mas que foram pagos pelo SUS, não deveriam ensejar a apuração por peculato?
Pois bem, se o parquet desejar, há crimes de todo o jeito e qualidade, e que, infelizmente, vão fazer parar o atendimento público e gratuito.
Então, concluímos que o caso não é só de polícia, ou pelo menos, não no nível do "chão do hospital".
Estranho notar que a tutela coletiva não se manifeste frente aos tamanhos descalabros que assistimos na saúde local, de uma cidade de 2 bilhões de reais de Orçamento.
Biópsias superfaturadas, softwares milionários, desvio de finalidade, concurso do PSF sem solução, falta de exames especializados e de transporte para usuários(lembram do caso recente de um exame que tenho que ser imposto pela Justiça, e mesmo assim, faltava o veículo para fazer cumprir a ordem na capital?), etc, etc.
Dirão os juristas que a gama desses interesses violados que citamos acima não está na categoria da tutela coletiva.
Ah, tudo bem, mas não seria a persecução criminal imposta ao médico em questão uma tarefa da PIP?
Então, com todo respeito e reverência, já que o MP tomou gosto pela coisa, que tal instar os gestores públicos do governo a cumprirem a Lei, e proporcionarem um atendimento correspondente ao rio de dinheiro que dispõem, sob pena de amargarem o mesmo destino: a cadeia?
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
SIMEC – CIRCULAR 001/2011- AÇÕES JUDICIAIS
terça-feira, 1 de novembro de 2011
FENAM - DF: juiz reconhece direito de contagem de tempo para aposentadoria especial de médicos com duplo vínculo
O juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, reconheceu o direito de contagem de tempo diferenciada para efeito de aposentadoria especial em função de serviços prestados em condições especiais, inclusive no caso de acumulação de cargos, permitida aos médicos.
A ação, proposta pelo Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, foi considerada vitoriosa pelo Secretário de Assuntos jurídicos da FENAM, Antônio José Francisco Pereira dos Santos, que, em entrevista à Rádio FENAM, comentou a decisão e explicou os principais pontos de relevância da ação.
"Agora temos direito à contagem diferenciada para cada cargo acumulado e o funcionário tem a opção de se aposentar em um vínculo e continuar no serviço insalubre em outro", explicou o dirigente.
Outra vitória foi relacionada à atualização do perfil profissiográfico, que obriga o empregador a manter atualizados todos os dados de seus funcionários, o que facilita a comprovação do serviço insalubre no momento da aposentadoria. "A empresa deverá elaborar e manter atualizado o perfil profissiográfico previdenciário, abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador, além de fornecer a ele, quando da rescisão do contrato de trabalho ou do desligamento do cooperado, cópia autêntica do documento, diz a sentença.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
25 de outubro: confira o balanço do protesto dos médicos do SUS em alguns estados do país « Blog oficial da FENAM
Fonte: FENAM e sindicatos médicos
Representantes de entidades médicas de alguns estados já começam a avaliar a mobilização dos médicos neste 25 de outubro, dia nacional de protesto contra a baixa remuneração e as más condições de trabalho e de assistência oferecidas no âmbito da rede pública de saúde no país. Em locais como o Pará, por exemplo,a diretoria do Sindicato dos Médicos afirma que cerca de 80% dos profissionais suspenderam o atendimento.
O protesto nacional foi organizado pela Comissao Pró-SUS, formada pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e envolveu a paralisação nos serviços de atendimento em 21 estados. As manifestações foram definidas pelas entidades médicas de cada unidade da Federaçao, que decidiram como seriam realizados os protestos nos seus estados. A maioria optou pela paralisaçao no atendimento.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Médicos do SUS: mobilização ocorre em 25 de outubro « Blog oficial da FENAM
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
SAÚDE RJ: 4.554 VAGAS COM SALÁRIOS DE ATÉ R$ 6.077,43
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Estou Procurando o que Fazer...: Mais detalhes sobre conta dos servidores do Estado...
1) Todos os servidores públicos estaduais, ativos, inativos, pensionistas e bolsistas que recebem no Banco Itaú deverão abrir conta-corrente no Bradesco;
2) As contas serão abertas em datas e horários pré-definidos pelo Bradesco, sendo o local de atendimento, no município de Campos dos Goytacazes, dentro do estacionamento do Boulevard Shopping, na BR-101, a partir do dia 26/09/2011;...
terça-feira, 27 de setembro de 2011
FENAM lança rede social exclusiva para médicos
Já está no ar a REDE FENAM, uma rede social exclusiva para médicos interagirem e trocarem experiências sobre a profissão. Para integrar a rede, o médico deve se cadastrar com seu número de registro no Conselho Regional de Medicina.
A primeira foi disponibilizada em abril deste ano apenas para os profissionais registrados nos estados do Pará e Goiás, mas agora já está aberta para a participação de todos os médicos brasileiros, que poderão, ainda nesta fase de aprimoramento da Rede, opinar e dar sugestões de melhorias.
“Uma vez no ambiente virtual, o médico poderá criar comunidades, convidar amigos, referenciar geograficamente em mapas seu local de trabalho”, afirmou o secretário de Comunicação da FENAM, Waldir Cardoso. Ele lembra que apesar de a entidade ter criado a rede, o ambiente será aberto e democrático, sem moderação ou interferência nos conteúdos produzidos. A responsabilidade dos conteúdos será do participante, que, ao ingressar na rede, se comprometerá a utilizar a ferramenta de forma civilizada, segundo Waldir Cardoso.
“A REDE FENAM não tem como objetivo competir com grandes redes sociais, como o Facebook, mas visa oferecer ao médico uma alternativa de uma rede temática, na qual os colegas médicos possam interagir, discutindo nossos problemas, compartilhando nossas alegrias e esperanças no exercício da profissão. Poderá ser também um importante instrumento de mobilização da categoria”, destacou o secretário de Comunicação da FENAM.
Para participar da Rede, acesse: www.redefenam.org.br
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
TRIUNFO A QUALQUER PREÇO
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Regulamentação da Medicina em debate no Senado Federal setembro 6, 2011 por falamedico
As entidades médicas nacionais – Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – promoverão em 20 de setembro, no Senado Federal, em Brasília, o I Fórum sobre a Regulamentação da Medicina – A atual conjuntura da medicina brasileira e a regulamentação da profissão médica. O objetivo das entidades é ouvir a opinião dos senadores convidados sobre o tema.
Nas mesas de discussão, estarão senadores da República que ajudarão a refletir sobre a importância do país ganhar regras claras sobre a regulamentação da medicina. “Nossa proposta é estimular o diálogo e saber a opinião dos parlamentares sobre a regulamentação da medicina e da saúde brasileira”, explicou o membro da Comissão de Assuntos Políticos (CAP), Wirlande da Luz.
O evento é aberto a todos os interessados e os médicos estão especialmente convidados a participar. Não há necessidade de inscrição. A abertura do fórum contará com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
SERVIÇO:
I Fórum sobre a Regulamentação da Medicina
Dia: 20 de setembro
A partir das 8h30
Local: no auditório Petrônio Portela do Senado Federal. Brasília – DF
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
21 de setembro: cartão vermelho para as operadoras de saúde que não querem negociar « Blog oficial da FENAM
Por: Taciana Giesel
“Cartão vermelho para os planos que não querem negociar com os médicos”, é com esse mote que as entidades médicas nacionais e estaduais protestarão contra as operadoras de saúde que se recurarem a negociar a revisão dos honorários médicos ou que apresentaram propostas consideradas irrisórias pelos médicos. A paralisação, programada para o próximo dia 21, é um desdobramento direto do ato de 7 de abril, quando houve mobilização nacional dos médicos contra os problemas observados na saúde suplementar. Entretanto, desta vez, os profissionais trabalharão normalmente, suspendendo apenas o atendimento a esses planos por 24 horas como forma de protesto.
Na manhã desta quinta-feira (1º), a Comissão de Saúde Suplementar, se reuniu com representantes de sindicatos, associações e conselhos de medicina de diversas regiões em sua reunião ampliada para tirar dúvidas, traçar detalhes e estratégias para a paralisação.
Os médicos exigem das operadoras a revisão dos valores pagos por consultas e outros serviços, tendo como parâmetro e referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Também cobram o fim da interferência antiética das operadoras na autonomia do profissional.
21 de setembro:
Durante o encontro os estados apresentaram os resultados preliminares das negociações com os planos de saúde em suas regiões e o que cada região está programando para divulgar o protesto.
As ações nacionais do movimento também foram definidas. Entre elas, ficou estabelecido que as Comissões Estaduais terão até o dia 14 de setembro para enviar para a Comissão Nacional a lista dos planos que terão o atendimento paralisado no dia 21. A formalização da lista deve ser enviada para o e-mail da Comissão de Saúde Suplementar: comsu@portalmedico.org.br
Estima-se que na véspera do movimento (20) esses dados, serão inseridos no “Dossiê da Saúde Suplementar”, que será elaborado pelas entidades nacionais, e entregues à parlamentares, ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e gestores públicos no intuito de alertar às autoridades competentes do descaso de determinadas operadoras de saúde.
No dia 21, um café da manhã já está agendado com parlamentares, no Congresso Nacional, para a discussão do tema.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Na Câmara dos Deputados, entidades médicas pedem agilidade na regulamentação da EC 29 « Blog oficial da FENAM
terça-feira, 23 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
ROSINHA CORTA 10% NOS CONTRATOS E CONVÊNIOS - SAÚDE VAI SOFRER!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
PISO X PISO
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
BASTA DE SALÁRIOS DE FOME! CHEGA DE EXPLORAÇÃO!
- INCORPORAÇÃO IMEDIATA DE TODAS AS GRATIFICAÇÕES COM EXTENSÃO PARA TODOS OS MÉDICOS DA PMCG (AMBULATÓRIOS E URGÊNCIA) COM ISONOMIA SALARIAL
- IMPLANTAÇÃO IMEDIATA DO PISO SALARIAL DA FENAM (R$ 9188,22)
- CARREIRA DE ESTADO PARA OS MÉDICOS DO SUS
- IMPLANTAÇÂO IMEDIATA DO PCCS (PLANO DE CARGOS, CARREIRA E SALÁRIOS) COM APOSENTADORIA INTEGRAL E PARIDADE PARA OS INATIVOS.
- REGIME JURÍDICO ÚNICO (ESTATUTÁRIO)
- RETORNO DO CÓDIGO 7 NA REDE CONVENIADA
- MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO, SEGURANÇA E REMUNERAÇÃO.
- EDUCAÇÃO CONTINUADA
- RETORNO IMEDIATO DO PSF
- MAIS RESPEITO ÀS ENTIDADES REPRESENTATIVAS
- Continuar negociando?
- Outras medidas?
- Greve?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
70 % da roubalheira é no dinheiro da Educação e da Saúde. 60 % dos réus são ou foram prefeitos « FAX SINDICAL
domingo, 31 de julho de 2011
CAMPANHA POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO E SALÁRIOS CONTINUA: SIMEC VAI DIVULGAR MANIFESTO
Jornal "O Diário" repercute a contestação do SIMEC
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Exclusivo: ministro afirma que todos os egressos de medicina devem ter acesso à residência médica « Blog oficial da FENAM
Ouça na rádio FENAM a entrevista com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobre o assunto.
Preocupado com as mudanças demográficas, com os hábitos urbanos e com os novos problemas que afetam a saúde do país, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quinta-feira, (27/07) uma nova meta do seu governo: garantir que em 10 anos todos os egressos de medicina tenham a oportunidade de acesso aos programas de residência médica. O desejo de oferecer vagas de residência a todos em 2022 foi revelado durante a reunião da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação, que contou com a presença de Padilha.
Na opinião do ministro, as mudanças que o Brasil tem sofrido vão exigir profissionais cada vez mais preparados para atender os problemas de saúde do país. “É fundamental que tenhamos um programa de ampliação de residência médica com qualidade e que responda às necessidades da população”, relatou.
De acordo com Padilha, para atingir a meta é necessário trabalhar desde agora no planejamento de estruturação de hospitais e serviços de saúde, mapeamento de instituições de excelência que já formam residências, trabalhar em uma política de ampliação de vagas com previsão orçamentária e a definição de quais são as especialidades que mais serão necessárias. “Será construído junto com as entidades médicas o que estamos chamando de Senso Nacional de Necessidade de Especialistas, para, a partir dessas necessidades, começarmos a planejar a importância de ofertar a residência para todos os profissionais. Isso é importante para a continuidade da formação do médico que sai da faculdade e para as novas especialidades que o país irá precisar pelas mudanças demográficas que vai sofrer”, afirmou o ministro.
Valorização do profissional da atenção básica
Outra proposta defendida por Alexandre Padilha durante a reunião foi a valorização do médico que tenha trabalhado na atenção básica como critério diferenciado no ingresso dos programas de residência médica. Atualmente, o acesso à residência médica tem como critério a aprovação em exame teórico, análise de currículo e de títulos. Padilha defendeu que o fato de o médico ter trabalhado na atenção básica, em um programa com supervisão do Ministério da Saúde, também seja um critério importante para a prova de residência.
“Isso é importante para valorização da residência e importante para termos profissionais médicos melhor formados, porque vão ter vivenciado a experiência de enfrentar os problemas que se vê na vida real na atenção básica. Para a estruturação do Sistema Único de Saúde a medida também será importante, para que possamos consolidar a atenção básica no país”, acentuou.
Opinião das entidades médicas
Membros das entidades médicas nacionais também estavam presentes na reunião. Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Cid Carvalhaes, a valorização do profissional na atenção básica é muito atrativa, mas deve obedecer alguns critérios. “O programa de incentivo deve ser voluntário e nunca obrigatório. Além disso, há a necessidade de valorização do preceptor e que essa bonificação para o programa de residência seja previamente determinado, com limites intransponíveis, para não criar excesso de privilégios de um lado e desvantagens de outro”, afirmou o dirigente.
O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, também apoiou a proposta, mas acredita que o estímulo ainda precisa ser mais discutido para garantir a proteção que será dada ao egresso e para a população.
O presidente da Associação Médica Brasileira, José Luiz Gomes do Amaral, elogiou a postura do ministro relacionada à meta estabelecida para os programas de residência. “Acabo de ouvir algo que sempre desejei. O Governo está entendendo que é necessário que o médico tenha uma residência e uma formação médica de qualidade e isso me deixa muito feliz”, concluiu.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
“Plano que prevê abertura de 2,5 mil vagas para médicos precisa ser amplamente debatido”
“Plano que prevê abertura de 2,5 mil vagas para médicos precisa ser amplamente debatido”
O presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, analisou em entrevista à Rádio FENAM o Plano Nacional de Educação Médica, desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e da Educação na busca de aumentar o número de médicos por habitante e enrijecer o processo da abertura de vagas que formam esses profissionais. A proposta foi oficialmente apresentada no início do mês aos conselhos nacionais de Educação e Saúde.
Atualmente no país existe 1,8 médico para cada mil habitante, sendo que a cada ano 16,5 mil se graduam. A meta dos Ministérios é elevar este dado para 19 mil/ano e alcançar 2,5 médicos para cada mil pessoas até 2030. Mas para Cid Carvalhaes, qualquer avaliação que se faça a partir de números é falha a princípio, pois não se consegue grandes definições. Segundo ele, o Plano é bastante válido, mas ainda em desenvolvimento, necessita ser amplamente discutido. Saiba mais aqui.
terça-feira, 19 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE INFORMA REPASSES AOS HOSPITAIS
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| Verba Municipal |
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| Santa Casa Verba federal |
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| Verba federal |
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| HPC Verba federal |
sábado, 9 de julho de 2011
MÉDICOS DO HOSPITAL DOS PLANTADORES DE CANA AMEAÇAM GREVE
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| Folha da Manhã digital de 09/07/11 |
quinta-feira, 7 de julho de 2011
“Honorários médicos estão cada vez mais danificados e vergonhosos” « Blog oficial da FENAM
“Talvez os médicos, em nenhum momento histórico, tiveram honorários satisfatórios, mas esses honorários foram compensatórios em determinada época. No entanto, no inicio da década de 80, eles começaram a ficar danificados e hoje estão desprezíveis. Nós estamos sobrevivendo graças a um esforço enorme, pois estamos trabalhando muito e ganhando muito pouco”, destacou Cid Carvalhaes.
Durante a palestra, o presidente da FENAM também apresentou as propostas nas quais a entidade tem trabalhado para melhorar os honorários médicos. No setor público, destacou a carreira de Estado para os médicos, acompanhada de um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), elaborado pela Fundação Getúlio Vargas a pedido das três entidades médicas (FENAM, AMB e CFM).
Já no setor suplementar, a FENAM defende a elaboração de contratos coletivos com as operadoras de saúde. Entre as cláusulas fundamentais do contrato, Cid destaca que sejam expressos os critérios de credenciamento e descredenciamento dos médicos, a proibição de perseguição por parte dos planos de saúde, garantindo a autonomia dos profissionais, reajustes nos honorários com intervalos não superiores a um ano e que as operadoras de saúde ofereçam um número de médicos credenciados proporcional ao número de pacientes que contratam a operadora.
“Chegamos à conclusão de que temos um grande desafio, para lutar de maneira muito intensa pelas nossas condições de trabalho e, acima de tudo, por uma remuneração digna e adequada, mas temos de perder o medo de exigir nossos direitos e perder a vergonha de dizer que estamos ganhando pouco e trabalhando em condições desumanas”, concluiu o presidente da Federação Nacional dos Médicos.
O presidente da FBAM, José Leite Saraiva, elogiou a forma que Cid Carvalhaes usou para abordar o tema. “Todos saíram satisfeitos da palestra. Ficamos muito gratificados pela excelente exposição. Cid é um dos acadêmicos mais proeminentes na classe médica, porque tem uma experiência extraordinária em liderar e uma concepção de entendimento da atividade médica e o papel do médico perante à sociedade muito forte e interessante”, afirmou Saraiva.
Ao final da palestra foi disponibilizado exemplares do PCCV elaborado pelas entidades médicas e a agenda parlamentar com todos os projetos de lei relacionados ao setor de saúde e à categoria médica. A agenda parlamentar foi elaborada pela Comissão de Asssuntos Políticos (CAP) das entidades médicas nacionais.
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