sábado, 15 de setembro de 2012

MORRER EM CASA, NASCER NO HOSPITAL


Morrer em casa, nascer no hospital

Dr Rodrigo Biondi fala sobre o testamento vital
Fonte : AMIB


No dia 30 de agosto, foi publicado no site do Conselho Federal de Medicina (veja na íntegra em http://migre.me/aDxaJ) as normas para a diretiva antecipada de vontade, mas já conhecido como testamento vital. Esse é considerado um avanço na abordagem aos pacientes que estão hoje sendo submetidos a tratamentos considerados fúteis por falta de discussão ampla sobre suas alternativas no final de sua vida.
Outros países já lidam com esse tema há muitos anos, respeitando o desejo do paciente diante de um momento em que ele não pode decidir. Nesta resolução, vale ressaltar, é necessária total capacidade intelectual do paciente, de forma que deve ser feita em momento prévio ao estado terminal que se apresente. 
Isso está correto, em acordo com o Código e Ética Médica, em que devemos compartilhar com o paciente as opções de tratamento e respeitar seus desejos. O problema é que poucas pessoas pensam em como desejariam passar seus últimos momentos antes que esse momento chegue. E a forma do acesso das pessoas ao sistema de saúde brasileiro, em que é cada vez mais incomum a figura do médico assistente, que acompanha a evolução da saúde de um paciente por anos, dificulta ainda mais essas possibilidades.  
O problema é muito complexo. Lidamos diariamente com o inexorável. Hoje um paciente de meia idade chega num pronto socorro lotado com quadro de AVC com tempo hábil para trombólise. A triagem não foi eficiente e ele não foi eleito para essa terapia que poderia mudar a história natural da doença. Ele é admitido depois de horas e, apesar de sinais clínicos de tratar-se de um AVC de grande território, fica num leito da emergência. No dia seguinte um residente vai vê-lo, já com saturação baixa, febril... Quadro de pneumonia, o paciente já com uma sequela neurológica irreversível. Os familiares encontram-no naquela emergência, mas ele não os reconhecem. Está preso em seu mundo e dali nunca mais sairá. Esse paciente fez seu testamento vital? Ele não teve oportunidade, apesar de ter pensado no assunto após ver uma reportagem numa revista semanal. 
A consulta com seu médico, dias antes, foi muito rápida, deu apenas para trocar a receita do antihipertensivo. Havia muitos outros pacientes esperando e ele não se sentiu à vontade para tratar desse tema. Também pensou: "estou bem, não preciso pensar nisso hoje". Mas e se tivesse falado com seu médico, aquele do consultório? Talvez de nada adiantaria, pois os prontuários no Brasil, salvo raras exceções, não são unificados. O médico daquela emergência passou o caso para o intensivista e este nada sabe sobre os desejos declarados. O paciente é acoplado à ventilação mecânica e dias após inicia hemodiálise. "Não era isso que eu queria!" grita ele dentro de seu corpo imobilizado. Punções, drenos, coletas de gasometrias seriadas... muita dor, tratando muito bem a doença e maltratando o doente. A família, cheia de esperanças de tê-lo de volta. Chega o tão esperado dia da alta da UTI e ele vai para casa no Home Care, sem poder ao menos se comunicar.  
Cabe pensar se esse avanço vai realmente valer para todos. O exemplo acima ocorre diariamente em vários hospitais públicos e privados desse país. Podemos mudar a patologia, mas o problema maior é o de acesso. Acesso a uma medicina de qualidade, que atenda seus pacientes de forma humana. Acesso a informação, a ruptura de barreiras culturais em que se pensa que investimento no paciente significa tratamento fútil e que cuidados paliativos é igual a deixar morrer sem assistência. Cuidados paliativos bem feito é muito complexo, demanda tempo, dedicação e conhecimento. Em nenhum momento o objetivo é abreviar a morte; muito pelo contrário, é aliviar o sofrimento e oferecer qualidade de vida. Oferecer momentos de prazer para quem tem pouco a esperar. Quantas pessoas têm acesso a isso? Ou melhor, quantos sabem que esse tratamento também é uma opção? Um grande mérito dessa resolução, talvez, venha à tona agora, em que muito será debatido e será exposto que é possível e ético oferecer dieta por via oral para aquele paciente com dificuldade de deglutição, pois comer é uma das coisas que mais lhe dá prazer. E depois tratar com carinho sua pneumonia, se assim ele desejar. Mitos e paradigmas cairão e novas verdades serão ditas. Verdades individuais, com respeito à vontade de paciente. 

Há pouco mais de um mês houve uma passeata de mães que reivindicavam o direito de dar à luz a seus filhos em casa. Alegam, entre outras coisas, que a gestação e o parto não são eventos patológicos. Até esse ponto elas estão certas, mas o risco associado de seqüelas irreversíveis no caso de qualquer complicação (e elas podem acontecer) é imenso. Outro agravante é que essa mãe, que ama muito seu filho que está por vir, está tomando uma decisão que coloca em risco não só sua vida, mas também a de seu pequeno filho. Muito se falou, várias reportagens foram publicadas pelo direito de se escolher onde será o nascimento... vejamos se agora, diante da resolução do CFM, veremos marchas ou passeatas pelo direito de morrer também de forma humanizada, longe de bips e tubos, mas ao lado dos seus familiares, em sua casa, na sua própria cama, como acontecia décadas atrás. Com a assistência correta isso é possível.

sábado, 25 de agosto de 2012

Médicos, vamos lutar juntos pelo Piso Nacional da FENAM



O piso nacional FENAM surgiu da revisão da Lei 3.999 – DE 15 DE DEZEMBRO DE 1961, que estipulava que o salário dos médicos deveria corresponder ao valor de três salários mínimos. Na época, o salário satisfazia as necessidades da população, diferente do que ocorre atualmente.
De acordo com a Constituição Federal, o salário mínimo nacionalmente unificado deve ser capaz de atender às necessidades vitais básicas do trabalhador e às de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social e deve ser reajustado periodicamente, de modo a preservar o poder aquisitivo.
Em 1991, durante a gestão de Eurípedes Carvalho Balsanufo como presidente da FENAM, percebeu-se em conjunto com sindicatos médicos do Brasil a defasagem do salário mínimo para atender as demandas da sociedade e do profissional médico. Nascia ali, uma diretoria engajada na luta pela atualização desses valores.
No ano de 1992, no governo de Itamar Franco, a FENAM passou a procurar deputados e senadores que pudessem abraçar a causa e revisar a lei existente. O projeto que tratava a matéria foi aprovado em todas as instâncias do Congresso Nacional, entretanto foi vetado pelo então presidente. Em seguida, foi reapresentado, novamente aprovado pela Câmara e Senado e vetado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Atualmente, o projeto de lei 3734/2008,de autoria do deputado Mauro Nazif, tramita na Câmara na tentativa de alterar o salário mínimo dos médicos e cirurgiões dentistas. O projeto também estabelece o valor de R$ 7 mil por quatro horas de trabalho diário ou 20 horas semanais, e reajuste da remuneração dos médicos anualmente.
Já aprovado nas Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), a proposição aguarda parecer na Comissão de Finanças e Tributação (CFT).
Mesmo com a lei ainda não aprovada, baseada no salário mínimo necessário para atender as necessidades de uma família, a FENAM calcula anualmente o piso nacional dos médicos – que se tornou um referencial nas discussões e reivindicações da categoria médica.
O valor atual de R$ 9.813,00 já é pago em situações pontuais de diferentes regiões do país, principalmente para especialidades onde se têm maior dificuldade de se conseguir médicos.
O piso é uma bandeira de luta que o médico tem em suas mãos, e é resultante da atualização monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulado em 2011, em 6,08%, e foi apoiado nas deliberações do XI ENEM (Encontro Nacional das Entidades Médicas).
Veja a evolução do piso FENAM:
2001 – R$ 2.132,89 – 10 horas/semanais
2002 – R$ 2.132,89  – 10 horas/semanais
2003 – R$ 2.711,11  – 10 horas/semanais
2004 – R$ 2.947,24 – 10 horas/semanais
2005 – R$ 3.313,24 – 10 horas/semanais
2006 – R$ 3.353,33 – 10 horas/semanais
2007 – R$ 3.481,76 – 10 horas/semanais*
2008 – R$ 7.503,18 –   20 horas/semanais
2009 – R$ 8.239,24 –  20 horas/semanais
2010 – R$ 8.594,35 – 20 horas/semanais
2011 – R$ 9.188,22 – 20 horas/semanais
2012 – R$ 9.813,00 –  20 horas/semanais
(*até 2007 o valor do piso era calculado para uma jornada de 10 horas/semanais. Durante o X Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), realizado em Brasília, ficou decidido que cálculo deveria ser feito baseado em uma jornada de 20 horas/semanais. A proposta foi feita pelo Sindicato dos Médicos de Pernambuco e aprovada pelos presentes no evento). Fonte: blog fala médico

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

RESGATE AEROMÉDICO PETROBRÁS - MACAÉ. URGENTE!


RESGATE AEROMÉDICO PETROBRÁS - MACAÉ. URGENTE!

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Alessandra Kopczynski
Analista de Recrutamento & Seleção
alessandra.kop@imtep.com.br
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Servidor de São João da Barra consegue sentença favorável para saque de FGTS‏

Sociedade Blog: Servidor de São João da Barra consegue sentença favorável para saque de FGTS‏:" A  primeira ação trabalhista que discute a liberação de FGTS de servidor público municipal de São João da Barra ( após troca de regime celetista para estatutário), foi  assistida pelo Dr. Marcelo Fernandes Barbosa, advogado do Sindicato dos Servidores Públicos de São João da Barra - SISPUSPA - e foi julgada procedente para expedição de alvará Judicial, na sexta-feira, 27/07/2012, em sentença proferida pela  3ª Vara do Trabalho de Campos.

Segundo informou um dos escreventes daquela vara do trabalho, após esta sentença dada, o cartório expedirá o alvará judicial que será entregue pela Justiça do Trabalho diretamente à CEF, onde o servidor deverá se dirigir à CEF para receber o seu fundo de garantia por tempo de serviço, levando os documentos de praxe.

Estima-se que o procedimento leve aproximadamente 30 dias, após dada a sentença, para que o funcionário receba a quantia que encontra-se depositada na conta vinculada de FGTS." 

sábado, 21 de julho de 2012

FENAM - Enfermeiros e médicos do Rio vão ao Ministério Público contra instalação de chips em jalecos

FENAM - Enfermeiros e médicos do Rio vão ao Ministério Público contra instalação de chips em jalecos

Rio de Janeiro – Os sindicatos dos médicos e dos enfermeiros do Rio de Janeiro vão entrar com representações no Ministério Público do Trabalho contra os chips implantados em jalecos de funcionários da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Mesquita, da rede estadual de saúde. A medida adotada pela direção da UPA visa controlar a frequência dos 150 servidores e evitar o desvio de materiais.

Segundo a presidenta do Sindicato dos Enfermeiros, Monica Armada, essa é uma atitude arbitrária dos gestores da unidade. "Que país é esse que as pessoas têm que ser monitoradas por um chip? Qualquer dia estarão colocando um chip embaixo da pele das pessoas. É uma perseguição às pessoas que estão trabalhando. E também acho que não vai funcionar efetivamente. Um jaleco eu posso trocar com você", afirma Monica.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, a medida viola a dignidade da pessoa humana. "Do ponto de vista da Constituição, o cidadão tem direito à dignidade. Nosso entendimento é que iniciativas dessa natureza, longe de representar o interesse público e a melhoria das condições da saúde pública, se assemelham a regras de regimes autoritários. Não é possível conviver com uma situação desse tipo", criticou.

Darze disse ainda que, além de entrar com a representação no Ministério Público, o Sindicato dos Médicos encaminhará um documento à Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a situação.

A UPA de Mesquita, na Baixada Fluminense, é administrada por uma organização privada chamada Instituto Data Rio, em nome da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria de Saúde, há uma preocupação de não deixar a população "desassistida" pela ausência de médicos e outros profissionais de saúde. A tecnologia será estendida à UPA de Queimados e a duas UPAs de Nova Iguaçu, que também serão administradas pelo Instituto Data Rio. 

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 18 de julho de 2012

ATENÇÃO MÉDICOS SERVIDORES DA PMCG


ATENÇÃO MÉDICOS SERVIDORES DA PMCG


INFORME SIMEC:


      O SIMEC informa aos seus associados que a liberação do FGTS dos períodos de1991 a 1997 depende de assinatura de termo de quitação e renuncia, abrindo mão dos valores já depositado junto à Caixa Econômica Federal  MAS SEM SABER O VALOR QUE SERÁ RECEBIDO.


       Aquele que assinar o termo, não saberá o que vai receber, e ainda, terá que pagar 20% de honorários ao SIPROSEP.


       Se você não é associado do SIPROSEP nem assinou procuração aos seus advogados dando poderes para ingressar com ação judicial em seu nome, o SIMECaconselha a não assinar tal termo.


       Procure o SIMEC para maiores informações e tire suas dúvidas com o Departamento Jurídico, as terças, e sextas-feiras das 9h às 13h, e às quartas-feiras, de 10h às 12h.

terça-feira, 17 de julho de 2012

PMCG: SERVIDORES CONVOCADOS PARA REQUERER O FGTS


ATUALIZAÇÃO :ATENÇÃO MÉDICOS SERVIDORES DA PMCG




INFORME SIMEC:



      O SIMEC informa aos seus associados que a liberação do FGTS dos períodos de1991 a 1997 depende de assinatura de termo de quitação e renuncia, abrindo mão dos valores já depositado junto à Caixa Econômica Federal  MAS SEM SABER O VALOR QUE SERÁ RECEBIDO.




       Aquele que assinar o termo, não saberá o que vai receber, e ainda, terá que pagar 20% de honorários ao SIPROSEP.


       Se você não é associado do SIPROSEP nem assinou procuração aos seus advogados dando poderes para ingressar com ação judicial em seu nome, o SIMECaconselha a não assinar tal termo.


       Procure o SIMEC para maiores informações e tire suas dúvidas com o Departamento Jurídico, as terças, e sextas-feiras das 9h às 13h, e às quartas-feiras, de 10h às 12h.




A Prefeitura de Campos, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão, está convocando os servidores optantes ao Regime Jurídico Único nos anos de 1991 e 1997 a comparecerem no Centro Administrativo José Alves de Azevedo – sede do Poder Executivo – a fim de ingressarem com processo administrativo para requererem a liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

O atendimento teve início nesta segunda-feira (16), das 9h às 17h, aos servidores de nomes com as iniciais A, B, C e D, e segue até sexta-feira (20). Os beneficiados terão que estar munidos de cópia da Carteira de Identidade, CPF, Carteira de Trabalho, PIS/PASEP e contracheque.

Em reunião na manhã de hoje, cerca de 100 servidores foram recepcionados pela secretária de Planejamento e Gestão, Ana Lúcia Boynard, e por representantes do Sindicato dos Profissionais Servidores Municipais de Campos dos Goytacazes (Siprosep). Todos receberam o Termo de Autorização, Quitação e Renúncia e concordaram em receber o depósito em conta corrente da importância a ser apurada no Processo Administrativo, chancelado por integrantes de uma Comissão composta por um representante do Siprosep e um da Prefeitura de Campos.

Neste Termo, o servidor também autoriza, após apuração do Processo Administrativo, descontos dos honorários advocatícios, bem como a renúncia dos valores anteriormente depositados junto a Caixa Econômica Federal (CEF) que poderão ser livremente creditados ao município.

- O Siprosep criou esta condição através de demanda judicial e nós orientamos o procedimento administrativo para fazer a liberação do FGTS que já está individualizado de grupos de funcionários públicos que se tornaram optantes e que possuem créditos de 1991 e 1997 - ressaltou a secretária, esclarecendo que parentes de idosos e/ou pessoas impossibilitadas de comparecerem devem manter contato com a secretaria, através dos números 2733 4267 / 2733 1823, e obterem maiores informações.

CONVOCAÇÃO DOS SERVIDORES
DIA 16 (segunda-feira) – A, B, C e D
DIA 17 (terça-feira) – E, F, G, H e I
DIA 18 (quarta-feira) – J, K, L, M e N
DIA 19 (quinta-feira) – O, P, Q, R, S e T
DIA 20 (sexta-feira) – U, V, X, W, Y e Z



Postado por: Lara Abreu - 16/07/2012 16:31:00

Fonte: Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vergonha a Saúde em Campos dos Goytacazes!

É absurda a falta de condições de trabalho e em conseqüência de condições dignas para o atendimento médico nos serviços de atendimento a Urgência e Emergência do SUS em Campos dos Goytacazes.
No Hospital Ferreira Machado (HFM) os médicos indignados com a absurda falta de condição em termos de estrutura física e de materiais do hospital, que regularmente tem que encher os seus corredores de macas para poder prestar o atendimento médico, ameaçam paralisar parte do atendimento no dia 21/junho. Vários plantões do HFM já não tem a sua equipe completa, pois inúmeros médicos já pediram demissão por não  aguentarem a falta de condição para o exercício profissional.
Essa situação se repete no Hospital Geral de Guarus e também no Hospital São José em Goytacazes...
O falta de prioridade com a saúde infelizmente já é uma marca de Rosinha Garotinho/Garotinho pois fizeram  a mesma coisa na Saúde Estadual nos 8 anos de mandato a frente do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
É necessário uma política de saúde que além de melhorar a rede de atenção básica, Campos continua sem uma só equipe do Programa de Saúde da Família por exemplo, para reduzir a demanda no atendimento de Urgência/Emergência. Mesmo reduzindo a demanda há a necessidade de um grande investimento na ampliação do número de leitos de emergência, concurso público para profissionais de saúde, salários dignos para os profissionais da saúde, etc. Na verdade é necessário reestruturar e organizar toda a saúde do município que não consegue integrar as ações dos diversos setores do SUS além de apresentar uma série de gargalos no atendimento, um deles é o das cirurgias eletivas em que existem pacientes há mais de um ano aguardando...
Se esses "políticos profissionais" não melhoram a saúde nem em ano eleitoral imagine fora dessa época...Replicada do blog de Erik Schunk

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Médicos nas ruas: vitória alcançada contra a MP 568/12


Fonte: Imprensa FENAM
Após mobilização da categoria médica em âmbito nacional, a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) considera uma vitória a aprovação do parecer da MP 568. O relator da matéria, senador Eduardo Braga, contemplou, na última quarta-feira (13), as principais reivindicações dos médicos referentes à remuneração, jornada de trabalho, insalubridade e periculosidade. O texto foi fruto de vários acordos entre as entidades médicas, parlamentares e Ministério do Planejamento e retira os prejuízos anteriormente previstos. O parecer foi aprovado por unanimidade na Comissão Mista do Congresso Nacional.
“Com essa vitória os médicos têm que acreditar no mote: quando os médicos querem, eles podem. Nós quisemos, saímos às ruas e agora podemos comemorar um momento bastante significativo, que restabeleceu os direitos anteriores. Precisamos continuar mobilizados na busca dos justos e merecidos ganhos,” salientou o presidente da FENAM, Cid Carvalhaes.
Saiba o que mudou na MP, com o relatório aprovado na Comissão Mista

terça-feira, 12 de junho de 2012

Protestos e paralisações marcam indignação dos médicos contra MP 568/2012


Por: Taciana Giesel/Imprensa FENAM
Médicos federais de todas as regiões do país paralisaram as atividades nesta terça-feira (12), contra a MP 568/2012. Entre os estados que optaram pela paralisação estão a Bahia, Pernambuco, Distrito Federal, Maranhão, Paraná, Sergipe, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pará. No Amazonas, Rio de Janeiro e em Minas Gerais as paralisações foram feitas em datas anteriores. Nos outros estados, manifestações públicas foram realizadas. Os protestos reivindicam a revisão da medida que dobra a jornada de trabalho dos profissionais, sem acréscimo de vencimentos, reduz os salários em até 50% e fixa os valores pagos por insalubridade e periculosidade. A orientação da paralisação foi da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e os protestos foram organizados pelos sindicatos, conselhos e associações regionais.
A capital do país foi uma que optou pela paralisação. Aproximadamente 100 médicos, juntamente com servidores técnicos administrativos da Universidade de Brasília, estiveram presentes em ato público realizado no Hospital Universitário da cidade. Na Paraíba, mais de 100 médicos saíram em Caminhada ao som de “Tempos Perdidos” de Legião Urbana e de Geraldo Vandré com ” Caminhando”. “Fizemos mais de 800m de caminhada e realizamos um ato público em frente a Assembleia Legislativa em pleno sol, contamos com apoio dos companheiros do SINTESPB e da ADUFPB,” relatou o presidente do sindicato, Tarcísio Campos.
Já no Maranhão, os médicos do estado paralisaram suas atividades e se concentraram na Praça Deodoro no centro de São Luís. Houve interação com o público, entrevistas e carro de som para os colegas manifestarem sua indignação contra a MP. Em São Paulo, foram soltos 5 mil balões negros em sinal de luto contra a tentativa de prejuízos aos atuais servidores e aos aposentados.
No Paraná, os médicos se vestiram de luto e usaram narizes de palhaço brancos em alusão à medicina e à paz. Cerca de 300 médicos participaram da passeata que também teve participação dos médicos veterinários da UFPR, dos estudantes de medicina e de servidores técnicos administrativos que estão em greve desde esta segunda-feira (11).

sábado, 9 de junho de 2012

Médicos rumo à greve geral contra MP que reduz salários

Médicos federais de todo país pretendem paralisar suas atividades na próxima terça-feira, 12 de junho. O protesto é contra a MP 568/2012, que interfere na remuneração destes profissionais, e desfigura a jornada de trabalho. Médicos que têm hoje uma jornada de 20h/semanais no serviço público, ao ingressarem na carreira teriam que cumprir 40h/semanais pelo mesmo valor, ou seja, uma redução de 50% na remuneração. 
orientação da paralisação é da Federação Nacional dos Médicos (FENAM). A medida é considerada pelo presidente da entidade, Cid Carvalhaes, como “um enorme retrocesso em um país já tão castigado pela carência do nosso Sistema Único de Saúde e pela desvalorização dos profissionais de medicina.”
No mesmo dia 12, será votada a admissibilidade da medida pela Comissão Mista do Congresso Nacional. O relator, senador Eduardo Braga, já se comprometeu em retirar os médicos da MP, mas segundo a categoria, é importante manter a pressão sobre o parlamento e sobre o governo.
“Entendo que manter a pressão sobre o parlamento e sobre o governo significa trabalhar para construir a primeira greve geral de médicos servidores públicos federais da história do nosso movimento. Não temos nada a perder, pois já perdemos com a MP 568 em vigor. Nossa salvação é derrubá-la, derrubá-la só com a greve geral” relatou o secretário de comunicação da FENAM, Waldir Cardoso.
As entidades médicas compreendem que a MP traz a determinados setores do funcionalismo avanços importantes, que devem ser mantidos e até ampliados. Entretanto, particularmente nos artigos de 42 e 47, prejudica os atuais e futuros servidores médicos dobrando jornadas sem acréscimo de vencimentos, reduzindo a remuneração em até metade e cortando valores de insalubridade e periculosidade. As perdas atingem, inclusive, aposentados (e pensionistas), que tanto já se dedicaram ao serviço público, enfrentando baixos salários e condições de trabalho adversas.
Os protestos serão organizados pelos sindicatos de cada região. Em São Paulo, por exemplo, uma manifestação já está agendada para às 10 horas, em frente à Universidade Federal Paulista – Unifesp. Já na Paraíba, médicos farão uma caminhada contra MP 568. Os estados da Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe também já confirmaram protestos para o dia

quinta-feira, 7 de junho de 2012

12 de JUNHO: PARALISAÇÃO NACIONAL

FENAM orienta médicos a paralisarem atividades no dia 12 de junho, em protesto à MP 568/2012

O presidente da FENAM, Cid Carvalhaes, expediu ofício nesta quarta-feira (6), com o intuito de orientar diretores de sindicatos médicos de todo país sobre o movimento nacional contra a MP 568/2012, que prejudica a categoria ao reduzir os salários dos médicos servidores públicos federais em até 50%. A FENAM orienta para uma paralisação nacional de 24 horas durante o movimento nacional, marcado oficialmente para o dia 12 de junho.
Confira o ofício nº170/2012 com as orientações da FENAM: Aqui

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Governo diz que corrigirá MP para evitar perda de salários de médicos


Fonte: Agência Câmara
Os líderes do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) afirmaram nesta terça-feira que vão trabalhar para corrigir erros da Medida Provisória 568/12 com o objetivo de evitar que médicos de hospitais públicos tenham perdas salariais. A proposta reajusta o salário de servidores públicos federais, mas aumenta a carga horária de médicos de 20 para 40 horas semanais, o que segundo a categoria reduz os salários atuais pela metade.
Chinaglia e Eduardo Braga, que também é relator na comissão mista que analisa a proposta, assumiram o compromisso em audiência pública na Câmara que reuniu centenas de servidores, na maioria médicos, afetados pela MP.    Fonte: Blog Fala Médico.

domingo, 3 de junho de 2012

12 de junho: definida mobilização nacional dos médicos contra MP 568/2012


12 de junho: definida mobilização nacional dos médicos contra MP 568/2012

Fonte : Imprensa FENAM, com informações das entidades médicas nacionais e regionais
12 de junho será o dia oficial das manifestações contra a MP 568/2012, que reduz os salários dos médicos servidores públicos federais em até 50%. As ações serão coordenadas pela Federação Nacional dos Médicos, Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, em conjunto com os sindicatos, conselhos e associações regionais.
Em São Paulo, as entidades médicas já se organizaram para a data e farão uma manifestação de protesto, às 10 horas, em frente à Universidade Federal Paulista – Unifesp. Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, a mobilização nacional fortalecerá o movimento contra a medida considerada “um enorme retrocesso em um país já tão castigado pela carência do nosso Sistema Único de Saúde e pela desvalorização dos profissionais de medicina.” Editada no dia 14 de maio, a medida interfere na remuneração dos médicos servidores públicos federais e desfigura também a jornada de trabalho daqueles que integram o executivo.
Médicos que têm hoje uma jornada de 20h/semanais no serviço público, ao ingressarem na carreira teriam que cumprir 40h/semanais pelo mesmo valor, ou seja, uma redução de 50% na remuneração.
As entidades médicas compreendem que a MP traz a determinados setores do funcionalismo avanços importantes, que devem ser mantidos e até ampliados.  Entretanto, particularmente nos artigos de 42 e 47, prejudica os atuais e futuros servidores médicos dobrando jornadas sem acréscimo de vencimentos, reduzindo a remuneração em até metade e cortando valores de insalubridade e periculosidade. As perdas atingem, inclusive, aposentados (e pensionistas), que tanto já se dedicaram ao serviço público, enfrentando baixos salários e condições de trabalho adversas.
Está em jogo a carreira de 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde e outros cerca de 7 mil do Ministério da Educação.
Para entender melhor a MP 568/2012, confira abaixo alguns destaques e esclarecimentos feitos com base no texto da regra publicada no Diário Oficial da União:
1. O governo federal publicou a Medida Provisória 568 que trata de alterações em planos de carreira, tabelas salariais e gratificações para dezenas de categorias em diversos órgãos públicos.
2. A maioria das medidas traz benefícios de pequeno impacto econômico, como é o caso dos docentes das universidades federais, que terão um aumento médio entre 4 e 5%. Em geral, refletem meses de negociação entre o Ministério do Planejamento e os respectivos sindicatos.
3. Sem nenhum debate prévio com qualquer entidade, nos artigos de 42 a 47, as tabelas salariais de todos os médicos civis do serviço público federal são reduzidas em 50%.
4. Os médicos têm carga horária semanal de 20h semanais há mais de 50 anos, e todas as tabelas estão nessa base. De acordo com a Lei 9.436/97, podem optar por 40h semanais, recebendo como se fossem duas situações de 20h, e com o direito de estender seus vencimentos aos benefícios de aposentadoria e pensão.
5. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão alega que é necessário equiparar as tabelas dos médicos às dos demais profissionais de nível superior, o que significa passar as atuais tabelas de 20h para 40h sem ajuste dos vencimentos, quer dizer, os reduz à metade.
6. A MP 568 não extingue o regime de 20h, mas lhe atribui metade do valor da nova tabela de 40h, já reduzida à metade, de modo que também corresponderá a 50% do valor atual.
7. As medidas se estendem aos atuais aposentados e pensionistas.
8. Como a Constituição não admite redução de salários ou vencimentos, a MP 568 institui a Vantagen Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre a tabela atual e a nova. Assim, aproximadamente metade do valor percebido pelos médicos federais será transformada em VPNI.
9. Quaisquer reajustes de tabelas salariais, aumentos por progressão funcional ou titulação a que o médico, na ativa ou aposentado, fizer jus serão descontados dessa Vantagem Individual, de modo que seus vencimentos ficarão congelados até que o valor corresponda a 50% da tabela original. Por exemplo, o título de mestrado pode valer 50% de gratificação sobre o vencimento básico, na carreira das universidades, e simplesmente não gerar qualquer impacto, além da redução da VPNI.
10. A medida afeta mais de 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde e 6.400 ativos do MEC e outros, de inúmeras instituições.

terça-feira, 29 de maio de 2012

PREFEITURA DA DESCULPA ESFARRAPADA E REAJUSTA OS SALÁRIOS EM 5,1%

" Este mês, os vencimentos serão efetuados com reajuste de 5,1%, baseados no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) . De acordo com a Procuradoria Geral do Município, a lei eleitoral não permite que se conceda reajuste acima dos índices públicos da inflação, seis meses antes da eleição." Saiba mais :Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes

sábado, 26 de maio de 2012

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES - "Contracheque revela aumento de 5,1% " Folha da Manhã Online

Contracheque revela aumento de 5,1%

Antonio Cruz
Imagem Antonio Cruz
Por conta da indefinição sobre a porcentagem de aumento dos servidores municipais e a não divulgação de um número oficial por parte da Prefeitura de Campos, funcionários públicos, em conjunto com o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), vão realizar uma manifestação no próximo dia 30, em frente a Prefeitura, cobrando um posicionamento da prefeita Rosinha Garotinho (PR), segundo informou a coordenadora geral do Sepe, Graciete Santana. Na manhã de ontem, a sindicalista divulgou em sua página numa rede social um contracheque que ela afirma ter sido impresso por um profissional da Saúde de Campos, em que o salário de maio aparece já com o aumento e confirma os rumores que apareceram na última semana de que o reajuste seria de 5,1%, bem abaixo dos 20% que estavam sendo pedidos pela categoria.

Contracheque revela aumento de 5,1% Folha da Manhã Online

terça-feira, 15 de maio de 2012

MP 568/2012 prejudica médicos: categoria quer ficar de fora da medida que altera carreira no serviço público

A categoria médica quer ficar de fora da MP 568/2012, editada na última segunda-feira (14). Segundo a Federação Nacional dos Médicos (FENAM), a proposta interfere na remuneração dos médicos servidores públicos federais e desfigura também, a jornada de trabalho daqueles que integram o serviço público. Médicos que têm hoje uma jornada de 20h/semanais no serviço público, ao ingressarem na carreira teriam que cumprir 40h/semanais pelo mesmo valor, ou seja uma redução de 50% na remuneração.
Saiba mais aqui

sábado, 12 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO AMEAÇAM PARAR!




BLOG FERNANDO LEITE & OUTROS QUINTAIS :

SEXTA-FEIRA, MAIO 04, 2012

MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO AMEAÇAM PARAR


Os médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado produziram um documento de denúncia e reivindicação e ameaçam parar suas atividades parcial ou totalmente se não forem atendidos.


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MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO AMEAÇAM PARAR



Os médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado produziram um documento de denúncia e reivindicação e ameaçam parar suas atividades parcial ou totalmente se não forem atendidos.
Revelam que são precárias as dependências físicas do 
setor de atendimento, com ...