segunda-feira, 15 de julho de 2013

FENAM - Presidente da FENAM convoca líderes de grupos médicos nas redes sociais para reunião

FENAM - Presidente da FENAM convoca líderes de grupos médicos nas redes sociais para reunião

Presidente da FENAM convoca líderes de grupos médicos nas redes sociais para reunião


Foto: Divulgação/internet
Presidente da FENAM convoca líderes de grupos médicos nas redes sociais para reunião
"Neste momento, a união é essencial. Temos que ter o mesmo discurso e precisamos de todos engajados para que tenhamos resultados efetivos nessa luta," afirma Geraldo. 

13/07/2013
O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, quer uma reunião estratégica com os líderes e formadores de opinião dos principais grupos médicos das redes sociais. O objetivo é ouvir pessoalmente os profissionais para que a entidade defina ações e estratégias de luta, em sintonia com as demandas da categoria frente aos grandes embates que os médicos brasileiros têm enfrentado nos últimos meses.

Na convocação, o dirigente pede que os líderes dos grupos interessados em participar entrem em contato para que a FENAM possa recebê-los em reunião, agendada para o dia 18 de julho, às 11 horas, em Brasília. 

A FENAM sabe da força das redes sociais e do grande número de profissionais que têm acesso às informações por meio de grupos voltados à medicina. "Neste momento, a união é essencial. Temos que ter o mesmo discurso e precisamos de todos engajados para que tenhamos resultados efetivos nessa luta," afirma Geraldo. 

Confira a convocação:

Prezados colegas,

Estamos entrando numa guerra. Toda guerra precisa de planejamento, estratégia e exército preparado. Estamos cuidando disso, esta a razão deste tempo que precisamos antes de desencadear o movimento.

Parte fundamental na luta é a comunicação e a mobilização. Tenho acompanhado e algumas vezes me manifestado nos vários grupos de médicos da Internet. Pois bem, chegou a hora de vocês. Peço que façam uma relação dos grupos relevantes e sugiram nomes de formadores de opinião desses grupos, pensadores e estrategistas que possam ser ouvidos e colaborar com a FENAM nesta guerra. 

Quero me reunir pessoalmente com as lideranças dos grupos, com os nomes sugeridos e com todos que voluntariamente pensem que podem contribuir com o planejamento de nossas ações na greve. A reunião será em Brasília, comigo e com a comunicação da FENAM, na quinta feira, dia 18 de julho, às 11 hs, na sede da entidade. 

Solicito que repliquem esse post nos vários grupos e façam nos comentários o levantamento dos grupos e nomes para nos encontrarmos em Brasília.

Geraldo Ferreira Filho
Presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM)
Fonte : Taciana Giesel

domingo, 14 de julho de 2013

Geral - Santa Casa pode ser interditada Folha da Manhã Online

Geral - Santa Casa pode ser interditada Folha da Manhã Online

A Santa Casa de Misericórdia de Campos, entidade filantrópica conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS), é alvo de denúncia de médicos plantonistas do Centro de Terapia Intensiva (CTI) insatisfeitos com suas condições de trabalho. O problema, que envolve profissionais e Provedoria da instituição, foi postado no blog Gustavo Matheus, hospedado na Folha Online. Segundo o que apurou o blog, depois que o grupo denunciou a instituição na secretaria municipal de Saúde, os mesmos teriam sido demitidos pelo provedor do hospital, Benedito Marques, e agora estão em litígio. Se a denúncia for comprovada, o presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremerj), Makhoul Moussalem, admite que pode pedir a interdição da instituição.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

FENAM - Presidente da FENAM vê Programa Mais Médicos como declaração de guerra

FENAM - Presidente da FENAM vê Programa Mais Médicos como declaração de guerra

Presidente da FENAM vê Programa Mais Médicos como declaração de guerra


Foto: Divulgação/Internet
Presidente da FENAM vê Programa Mais Médicos como declaração de guerra
Declaração foi dada ao Jornal Tribuna do Norte na última terça-feira (9).

10/07/2013
O presidente da Federação Nacional dos Médicos declarou ao jornal Tribuna do Norte na última terça-feira (9), que o sentimento dos profissionais é de que "o Governo Federal declarou guerra aos médicos brasileiros". Ele disse que representada por 53 entidades a categoria vai a Brasília próximo dia 11 com a tentativa de convocar uma greve geral e iniciar o enfrentamento com o Planalto por meio de duas frentes: uma batalha jurídica e uma pressão no âmbito do legislativo.

"Nós estávamos negociando com o Governo e imaginávamos que o bom-senso iria prevalecer. Há necessidade de melhora na infraestrutura e uma carreira para os profissionais. No entanto, o Governo anunciou uma serie de medidas cada uma pior que a outra que não vão resolver o problema", criticou. 

Geraldo Ferreira disse ter identificado uma farta tentativa de exploração da mão de obra da carreira, primeiro através de remuneração por meio de bolsa, segundo na ampliação do curso de medicina em dois anos. "Esquecendo que o médico nos últimos dois anos de curso já trabalha para o Sus [Sistema Único de Saúde]", assinalou. Ele observou que o Governo quis proceder uma manobra "ruim" para, ao não convencer os médicos sobre as principais reivindicações, recorrer aos estrangeiros. "Eles querem escravos para trabalhar. Essa ideia foi vista com maus olhos, a classe brasileira está decepcionada", completou. O presidente do Sinmed também sustenta que os profissionais estrangeiros devem ter aprovação em exames de proficiência e de revalidação. "O Governo está passando por cima da Constituição Federal", frisou.


Ato médico: CFM critica vetos presidenciais e vai recorrer ao Congresso

Ato médico: CFM critica vetos presidenciais e vai recorrer ao Congresso
Qui, 11 de Julho de 2013 18:27

                O Conselho Federal de Medicina (CFM) vai trabalhar para a derrubada dos dez vetos ao projeto de lei que disciplina o exercício da medicina no país. Os médicos estão preocupados por considerar que a nova redação coloca em risco a vida da população brasileira. O texto - sancionado pela presidente Dilma Rousseff - foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 11 de julho.
                O presidente da entidade, Roberto Luiz d’Avila, afirmou que os médicos vão trabalhar para que o Congresso Nacional não aceite a decisão imposta pelo Executivo. Para ele, os vetos presidenciais mutilam a essência do projeto e desqualificam o trabalho dos parlamentares. “Os médicos foram ofendidos e os parlamentares desrespeitados. Acreditamos que o Congresso mão se curve a medidas autoritárias deste Governo”.  
                A matéria tramitou no Senado Federal e na Câmara dos Deputados por 11 anos, foi tema de debates em 27 audiências públicas e aprovado por unanimidade pelos dois Plenários. Ao longo de sua tramitação em sete Comissões, o projeto sofreu diversas alterações consensuadas entre as categorias da área da saúde.
                               Segundo o presidente do CFM, a lei sancionada não atende os objetivos da profissão, pois não garante o diagnóstico e tratamento de doenças. “Em todos os países do mundo o diagnóstico de doença e sua respectiva prescrição terapêutica são privativos do profissional médico”.
                Diferente que pensam alguns, a falta desta prerrogativa na lei do médico não abre possibilidade para que outras categorias possam diagnosticar doenças, pois já existe jurisprudência e decisões, inclusive do Supremo Tribunal Federal (STF), e ainda o Código Penal Brasileiro prevê como crime o exercício ilegal da Medicina. “Ninguém ganhou com isso e a população será prejudicada por não garantir ao médico a exclusividade do diagnóstico e tratamento de doenças. Nenhuma outra profissão também poderá fazê-la, pois estão limitadas às suas próprias leis”, observou d’Avila.
                As justificativas dos vetos divulgadas pela Casa Civil, em todos os casos, apontam para impactos negativos no Sistema Único de Saúde (SUS), citando obstáculos para o programa nacional de imunização e serviços do SAMU. Assuntos rebatidos também pelos médicos: “da forma que está apresentada a Lei do Ato Médico nada tem a ver com vacina, pois esta não é terapêutica, diagnóstica ou estética, e sim profilática. Quanto ao serviço do SAMU, o projeto garantia a continuidade do serviço de hoje, deslocando um médico somente quando houver necessidade”, explica o coordenador da Comissão em Defesa do Ato Médico do CFM, Salomão Rodrigues.
                Durante entrevista coletiva, o presidente do CFM se posicionou contra a possibilidade de greve por entender que “a população já é penalizada pela incompetência do gerenciamento da saúde”. Entretanto o médico afirmou a necessidade de mobilizações por todo o país e a orientação aos pacientes sobre a importância da Lei. Contudo poderá haver paralisações médicas comandadas pelo movimento sindical.
                Leia nota com posição sobre os vetos presidências ao Projeto de Lei do Ato Médico





NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA À SOCIEDADE
Posição sobre os vetos presidenciais ao Projeto de Lei do Ato Médico
 
                Brasília, 11 de julho de 2013.

                Os 10 vetos da Presidência da República ao Projeto de Lei 268/2002, que regulamenta o exercício da Medicina no país, representam mais uma agressão aos 400 mil médicos e à Saúde do país. Também foram desrespeitadas as decisões do Parlamento, pois a proposta já havia sido aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados e no Senado.
                Após 12 anos de tramitação, o Governo jogou por terra acordos e consensos firmados em dezenas de reuniões e audiências. Este tema foi tratado em 27 audiências públicas, passou por sete comissões e neste percurso sofreu diversas alterações, inclusive ampliando benefícios de outras profissões que eram inexistentes, por conta da disposição dos médicos em negociar. Infelizmente, este voto de confiança foi traído no minuto final.
                Esta decisão injusta apenas reforçou o sentimento de indignação da categoria, recentemente já atacada com a edição da Medida Provisória 621/2013, a qual também deverá ser votada pelos parlamentares. Os médicos – liderados por suas entidades de representação – mantêm motivados a reverter essa decisão arbitrária, buscando junto aos parlamentares a acolhida daqueles que ouviram exaustivamente os argumentos e que, quando votaram a favor do projeto, estavam convictos de sua pertinência e relevância para a saúde brasileira.
                Em todos os países do mundo o diagnóstico de doença e sua respectiva prescrição terapêutica, são privativos do médico. No Brasil, não pode ser diferente. Não entendemos nisso uma intenção de fazer reserva de mercado ou de submeter outras categorias. A preocupação maior é dar maior segurança ao paciente, especialmente o dependente do Sistema Único de Saúde (SUS).
                Ressalte-se que a mutilação a que foi submetido o Projeto de Lei 268/2002 não trouxe ganhos para nenhuma categoria. Os médicos continuarão a executar suas atividades, assim como os outros profissionais estarão limitados ao escopo de suas leis. Nada mudou e se afirmam diferente, estão mentido.
                Infelizmente, os médicos lamentam que estes vetos atrasem os inúmeros benefícios que essa Lei traria: a mais importante é obrigar o gestor do SUS a oferecer acesso à população a médicos bem formados e qualificados para o exercício de sua função.
                Os médicos – unidos como profissionais e cidadãos – confiam que o bom senso e a justiça prevalecerão, recuperando-se o texto original do PLS 268/2002, permitindo, assim, ao brasileiro mais um instrumento para exigir dos gestores da área da saúde a oferta da assistência com a qualidade que merece e tem direito.

                Conselho Federal de Medicina (CFM)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

MAIS MÉDICOS? POR QUE NÃO MELHOR GESTÃO, MAIS FINANCIAMENTO E MAIS HONESTIDADE?

MAIS MÉDICOS? POR QUE NÃO MELHOR GESTÃO, MAIS FINANCIAMENTO E MAIS HONESTIDADE?

Ao requentar o café frio servido pelos gestores ao povo, o governo e o Ministro Padilha põem na mesa um argumento desgastado de tão repetido. Se a saúde no Brasil não está bem, se os serviços públicos de saúde estão sucateados e precários, não é por financiamento insuficiente, por gestão incompetente, nem por corrupção ou improbidade administrativa. A culpa é de quem trabalha, mais especificamente de uma categoria de trabalhadores: os médicos.
Ao aceitar a priori essa culpa, o governo vem punir todos os médicos brasileiros e estudantes de Medicina, atuais e futuros, apontando-lhes o caminho da servidão.
“Importação” de mão de obra e serviço obrigatório para recém formados foram as saídas apontadas pelo governo, centrando nos médicos previamente culpabilizados tudo aquilo que a administração pública pode fazer pela saúde.
E nessa desorientada pressa de responder de forma imediatista a décadas de má gestão, financiamento deficiente, precarização e corrupção, até mesmo a revalidação de diploma, que dá aos usuários e médicos a segurança quando usam e atuam nos serviços de saúde, porque faz com que médicos formados no estrangeiro provem seus conhecimentos médicos e domínio da comunicação em língua portuguesa, é colocada em questão pelos governantes.
http://www.redebrasilatual.com.br/saude/2013/06/vinda-de-medicos-estrangeiros-8528.html
De nada adianta saber que o financiamento da saúde foi prejudicado pela presidente quando regulamentou a Emenda Constitucional 29.http://www.portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=22836:emenda-constitucional-29&catid=46
Ignora o governo a realidade do trabalho médico em áreas remotas e o sucateamento dos equipamentos públicos de saúde, conhecidos do noticiário, de fotos e vídeos disponíveis na Internet, de depoimentos sobre a desventuras dos médicos que enfrentaram essas situações.http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2013-07-08/medicos-do-interior-contam-como-e-trabalhar-onde-falta-tudo-ate-esparadrapo.html
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2013-07-07/falta-de-infraestrutura-adequada-e-entrave-para-interiorizacao-de-medicos.html
A constitucionalidade e legalidade dessas propostas oficiais também é deixada em segundo plano, porque o que interessa é fazer cortina de fumaça a uma realidade desfavorável aos nossos governantes. http://www.conjur.com.br/2013-jul-06/proposta-trazer-medicos-estrangeiros-contradicoes-constitucionais?pagina=2
Mesmo as denúncias, indícios e suspeitas de que dinheiro da saúde não é empregado como deveria, publicadas na nossa imprensa, demonstrando que os problemas da gestão da saúde vão além de uma discussão de competência são analisados pelo governo.http://www.crmpr.org.br/AMB+explica+processo+contra+o+ministro+Padilha+11+9821.shtml
http://www.amb.org.br/Site/Home/NOTCIAS/AMB-explica-o-processo-contra-o-ministro-Padilha%2036884.cnt
http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=23876:amb-processa-ministro-padilha-por-acao-de-improbidade-administrativa&catid=3
Os médicos brasileiros, em torno de 380 mil profissionais, mão de obra altamente qualificada, organizada em Conselhos Federal e Regionais de Medicina, em associações profissionais e científicas, em sindicatos e cooperativas, rejeita, por esmagadora maioria, todas as proposições governamentais. Há muito os sindicatos médicos têm denunciado que a falta de políticas de recursos humanos sérias no serviço público não têm contribuído para atrair e fixar médicos. Propostas foram feitas, sendo que, pelo menos duas delas tramitam no Congresso: a criação de uma carreira de Estado para médicos e um piso salarial nacional, como já foi feito para o magistério.
Ao contrário, insistem em não fazer concurso público e a terceirizar, recorrendo a negócios suspeitos com organizações sociais, ferindo a legislação trabalhista e a Constituição (Art.37).
A classe médica sente-se ultrajada pelas declarações e atos do governo, que, mais uma vez, varre os problemas da saúde para baixo do tapete e culpa os trabalhadores pelo sucateamento do sistema. Com isso ganha tempo, até que as pessoas se vejam novamente enganadas e lesadas em sua boa fé.

Postagem original:FAX SINDICAL

segunda-feira, 8 de julho de 2013

FENAM - Programa Mais Médicos é exploração e precarização do trabalho, afirma FENAM

FENAM - Programa Mais Médicos é exploração e precarização do trabalho, afirma FENAM

Programa Mais Médicos é exploração e precarização do trabalho, afirma FENAM


Foto: Luana Lourenço
Programa Mais Médicos é exploração e precarização do trabalho, afirma FENAM
Classe médica critica vinda de estrangeiros ao País e pede melhores condições de trabalho para atuar na periferia das grandes cidades.

08/07/2013
Após o lançamento do Programa Mais Médicos nesta segunda-feira (08), pela presidenta Dilma Rousseff juntamente com os Ministérios da Saúde e da Educação, a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) afirma que a medida trata-se de exploração e precarização do trabalho médico. Três pontos são questionados pela entidade que luta pelas demandas trabalhistas: isenção da aplicação do Revalida, pagamento de bolsa no valor de R$ 10 mil para 40 horas semanais e extensão em 2 anos do curso de medicina.

O primeiro ponto levantado diz respeito à ideia continuada de importar médicos sem aplicar o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida. "Além de garantir a qualificação do profissional e a saúde da população, abster-se do Revalida é mais um artifício em manter mão de obra escrava, já que o profissional fica retido em uma certa localidade, sem poder se afastar", explicou o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira.

O oferecimento de uma bolsa no valor de R$ 10 mil para 40 horas semanais mostra a precarização da relação de trabalho, ao fugir da segurança da carteira assinada e da realização de concurso público nos moldes de uma carreira de estado. Baseada na qualificação e responsabilidade do médico, a Federação defende o piso de R$ 10.412 para 20 horas e a possibilidade de ascensão no interior, como nas carreiras do judiciário.

Para agravar, Ferreira insiste que o Programa realmente trata-se de mais uma forma de exploração do governo quando aborda a extensão do curso de medicina com serviço obrigatório no SUS. Isso porque as últimas etapas da graduação já exigem o estágio, e após a graduação, o formando ainda dedica de três a cinco anos em especializar-se numa residência médica.

A FENAM se prepara para enfrentar essa medida do governo e nessa próxima quinta-feira (11), se reunirá com todas as lideranças sindicais do país para traçar os próximos passos do movimento. Ações judiciais e uma possível greve já fazem parte da pauta da reunião. O presidente já deixou claro que acompanhará se realmente a prioridade será dada aos brasileiros e se os municípios terão condições de trabalho adequadas de recebê-los.

A entidade ainda se solidariza com o Conselho Federal de Medicina (CFM) pela violência com que a presidenta atinge suas funções, o obrigando a conceder o registro temporário para o profissional vindo do exterior.
Fonte : Fernanda Lisboa

CARTA DAS ENTIDADES MÉDICAS AOS BRASILEIROS

A dificuldade de acesso da população aos serviços de saúde configura preocupação recorrente das entidades médicas brasileiras. É inaceitável que nosso país, cujo Governo anuncia sucessivos êxitos no campo econômico, ainda seja obrigado a conviver com a falta de investimentos e com a gestão ineficiente no âmbito da rede pública. Trata-se de quadro que precisa ser combatido para acabar com a desassistência.
Neste processo, as entidades apontam como fundamentais a adoção de medidas profundas, que elevarão o status do Sistema Único de Saúde (SUS) ao de um modelo realmente eficaz, caracterizado pela justiça e a equidade. Sendo assim, assumem alto risco a adoção das medidas anunciadas, as quais não observam a cautela imprescindível ao exercício da boa medicina.
As decisões anunciadas pelo Governo demonstram a incompreensão das autoridades à expectativa real da população. O povo quer saúde com base em seu direito constitucional. Ele não quer medidas paliativas, inócuas ou de resultado duvidoso. O sonho é o do acesso a serviços estruturados (com instalações e equipamentos adequados) e munidos de equipes bem preparadas e multidisciplinares, inclusive com a presença de médicos, enfermeiros, dentistas, entre outros profissionais.
A vinda de médicos estrangeiros sem aprovação no Revalida e a abertura de mais vagas em escolas médicas sem qualidade, entre outros pontos, são medidas irresponsáveis. Apesar do apelo midiático, elas comprometerão a qualidade do atendimento nos serviços de saúde e, em última análise, expõem a parcela mais carente e vulnerável da nossa população aos riscos decorrentes do atendimento de profissionais mal formados e desqualificados.
Outro ponto questionável da medida se refere à ampliação do tempo de formação nos cursos de Medicina em dois anos. Trata-se de uma manobra, que favorece a exploração de mão de obra. Não se pode esquecer que os estudantes já realizam estágios nas últimas etapas de sua graduação e depois passam de três a cinco anos em cursos de residência médica, geralmente em unidades vinculadas ao SUS.
Também não se pode ignorar que o formato de contratação de médicos - sem garantias trabalhistas expressas, com contratos precários e com uma remuneração não compatível com a responsabilidade e exclusividade – são pontos que merecem críticas. Em lugar desse caminho, o Governo deveria ter criado uma carreira de Estado para o médico, dando-lhe as condições estruturais para exercer seu papel e o estimulo profissional necessário para migrar e se fixar no interior e na periferia dos grandes centros.
Diante do cenário imposto, as entidades médicas reafirmam sua posição crítica com relação aos pontos anunciados por entender que todas carecem de âncoras técnicas e legais Nos próximos dias, deverá ser feito o questionamento jurídico da iniciativa do Governo Federal, o qual contraria a Constituição ao estipular cidadãos de segunda categoria, atendidos por pessoas cuja formação profissional suscita dúvidas, com respeito a sua qualidade técnica e ética.
A reação das entidades expressa o inconformismo de parcela significativa da sociedade e serve de alerta às autoridades que, ao insistir em sua adoção, assume total responsabilidade pelas suas consequências. Entendemos que o Governo atravessa momento ímpar, com condições de fazer a revolução real e necessária dentro do SUS. Contudo, deve evitar a pauta imediatista e apostar no compromisso político de colocar o SUS em funcionamento efetivo.

Brasília, 8 de julho de 2013.

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS RESIDENTES (ANMR)
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)

sábado, 6 de julho de 2013

FENAM - Dia nacional de mobilização mostra a força da categoria médica contra a vinda de médicos estrangeiros

FENAM - Dia nacional de mobilização mostra a força da categoria médica contra a vinda de médicos estrangeiros

Dia nacional de mobilização mostra a força da categoria médica contra a vinda de médicos estrangeiros


Foto: SINMEDRN
Dia nacional de mobilização mostra a força da categoria médica contra a vinda de médicos estrangeiros
Intitulado "Vem para a rua pela Saúde", o ato carregou as bandeiras da criação de carreira de estado, realização de concurso público com piso FENAM, regulamentação da medicina e melhor financiamento da saúde. 

04/07/2013


A mobilização dos médicos brasileiros, convocados pela Federação Nacional dos Médicos (FENAM) em conjunto com Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB), mostrou a força da categoria contra a decisão do governo de importar médicos estrangeiros. O movimento teve grande adesão não só da classe, mas também da população que repudia essa ideia. Os estados se dividiram entre paralisações e manifestações durante toda esta quarta-feira (03). Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte, Pará, Piauí e Ceará foram exemplos de palco da indignação em que se encontram a saúde e a medicina do Brasil.

"Foi um dia histórico, é um momento comprovatório do nosso repúdio à intenção de Padilha trazer médicos de outros países. Ficou claro que não aceitaremos a entrada desses profissionais, principalmente sem a aplicação do Revalida e concurso público", ressaltou o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira. Assista na FENAM TV! 

Intitulado "Vem para a rua pela Saúde", o ato carregou as bandeiras da criação de carreira de estado, realização de concurso público com piso FENAM, regulamentação da medicina e melhor financiamento da saúde. As entidades médicas defendem que atendidas essa reivindicações, o problema da falta de profissionais no interior e regiões de difícil acesso será solucionado, e principalmente por médicos brasileiros.

Há rumores que a presidência sancione uma medida provisória para a vinda dos médicos estrangeiros. Caso isso aconteça, a FENAM pretende decretar greve geral e entrar com ações judiciais em três eixos. O primeiro trata-se de lei que exige a revalidação de diplomas expedidos no exterior, o segundo diz respeito à lei que exige realização de concurso para funcionário público e o terceiro ponto aborda a necessidade da língua portuguesa na relação médico-paciente. Além disso, se c omprovada a semelhança com trabalho escravo, serão feitas denúncias à Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Vídeos das manifestações no Brasil:




Repercussão na mídia:



Confira às mobilizações nos estados:

Bahia 

Goiás 

Espírito Santo 

São Paulo 

Paraná 

Rio de Janeiro 

Santa Catarina 

Rio Grande do Norte 

Rio Grande do Sul 

Pará 

Piauí 

Ceará 
Fonte : Fernanda Lisboa

quinta-feira, 4 de julho de 2013

CFM: Mobilização vitoriosa leva milhares de médicos às ruas de todo o Brasil


Qui, 04 de Julho de 2013 13:18
Movimento em Curitiba
LEIA AQUI

Erik Schunk: Manifestação foi excelente!


Manifestação dos Profissionais de Saúde foi excelente!

Profissionais de Saúde de Campos dos Goytacazes, em sua maioria médicos, participaram hoje ontem (03/07) de uma manifestação que se iniciou no Hospital Ferreira Machado e foi até o Centro onde se encontrou com a passeata dos Cabruncos Livres, juntos foram até a Câmara de Vereadores onde se manifestaram pacificamente! O Presidente da Câmara de Vereadores ofereceu-se para receber lideranças do movimento, porém os manifestantes optaram por se reunir primeiro e depois marcar a reunião.




terça-feira, 2 de julho de 2013

O LOCAL DA MANIFESTAÇÃO MUDOU: ÀS 16 HORAS EM FRENTE AO HOSPITAL FERREIRA MACHADO

Nesta 4ª feira, dia 03/07/2013, às 16 horas em frente ao Hospital Ferreira Machado,
está marcado o movimento local para protesto contra o abandono do SUS e contra medidas que expõem a vida e o bem estar da população.
Sua presença é fundamental, assim como deve nos ajudar a levar o maior número possível de pessoas para este protesto.
Contamos com você.
SFMC - SIMEC - CREMERJ 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mobilização pela saúde em 3 de julho: Vamos às ruas lutar por um SUS melhor!

 Mobilização pela saúde em 3 de julho: Vamos às ruas lutar por um SUS melhor!

Ilustre Associado(a),
As entidades médicas de Campos (CREMERJ/SIMEC/SFMC) irmanadas com as entidades médicas nacionais (AMB / CFM / CRMs / FENAM / ANMR)
Convocam todos os médicos para participar da MOBILIZAÇÃO em prol da saúde no  dia 3 de julho às 16 horas em frente a Faculdade de Medicina de Campos em frente ao Hospital Ferreira Machado, está marcado o movimento local para protesto contra o abandono do SUS e contra medidas que expõem a vida e o bem estar da população.
Sua presença é fundamental, assim como deve nos ajudar a levar o maior número possível de pessoas para este protesto.
Contamos com você.
 
SFMC - SIMEC - CREMERJ 
Hoje, 01/07 às 20 horas na sede da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia nos reuniremos para programarmos a mobilização.
Sua participação é fundamental.
Att,
SFMC - SIMEC - CREMERJ

ATUALIZAÇÃO EM 02/03/2013

sexta-feira, 28 de junho de 2013

OS MEDICOS NA LUTA EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA


OS MEDICOS NA LUTA EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA
As decisões anunciadas pelo Governo que afetam a saúde pública brasileira demonstram a incompreensão das autoridades ao apelo manifesto nas ruas. A vinda de médicos estrangeiros e a abertura de mais vagas em escolas médicas são medidas irresponsáveis, por expor a parcela mais carente e vulnerável da nossa população a profissionais mal formados e desqualificados. 
A reação das entidades médicas simboliza a resistência dos profissionais e dos cidadãos ao estado de total abandono que afeta a rede pública. Não é possível acreditar que medidas midiáticas dessa ordem resolverão o acesso e a qualidade do atendimento nos serviços de saúde. Não se trata de ação corporativista, mas corporativa, no sentido de unir a força das entidades em prol do bem comum e da vida dos brasileiros. 
Por isso, nesta terça-feira (26), os representantes de conselhos, associações, sindicatos e sociedades de especialidades médicas, reunidos em São Paulo, decidiram por consenso intensificar a luta em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas condições para o pleno exercício da Medicina. Portanto, seguem medidas que deverão ser colocadas em prática e que, sob nenhum aspecto, querem a penalização do paciente, já tão prejudicado pelo abandono do Governo. Dentre as ações constam: 
1) Mobilização nacional dos médicos e da sociedade no dia 3 de julho (quarta-feira) em defesa do SUS e da Medicina de qualidade. Estão previstos passeatas, protestos, caminhadas, atos públicos e assembleias em todos os Estados para alertar a população para o problema. Locais e horários serão divulgados pelas entidades estaduais;
2) Apoiar a aprovação urgente da PEC 454 em tramitação na Câmara dos Deputados, que prevê uma carreira de Estado para o médico (semelhante ao que ocorre no Judiciário), único caminho para estimular a interiorização da assistência com a ida e fixação de médicos em áreas de difícil provimento; 
3) Incentivar a coleta de 1,5 milhão de assinaturas para tornar viável a apresentação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde + 10, que prevê mínimo de 10% da receita bruta da União em investimentos na saúde; 
4) Defender a derrubada do Decreto Presidencial 7562, de 15 de dezembro de 2011, que modificou a Comissão Nacional de Residência Médica, tornando-a não representativa e refém dos interesses do Governo, o que sucateou a formação de médicos especialistas no país;
5) Atuar contra a importação de médicos estrangeiros sem revalidação de seus diplomas com critérios claros e rigorosos, conforme a prática mundial e o previsto na legislação vigente. Defendemos o uso do Programa Revalida, do Governo Federal, em seus moldes atuais; 
6) Vistoriar as principais unidades de saúde do país, encaminhando denúncias ao Ministério Público e outros órgãos de fiscalização, revelando a precariedade da infraestrutura de atendimento que afeta pacientes e profissionais.
As entidades médicas informam que nesta semana estará disponível o site SOS Saúde (www.sossaude.org.br), onde médicos, profissionais da saúde e a população poderão apresentar denúncias (com relatos, fotos e filmes). Este será um espaço público para divulgar a situação precária da rede pública em todo o país. 
Finalmente, as entidades declaram o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como persona non grata para a sociedade por adotar medidas eleitoreiras que colocam em risco a vida e a saúde dos brasileiros. 
São Paulo, 26 de junho de 2013.
ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS RESIDENTES (ANMR)
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)


A Saúde Pública e A Vergonha Nacional


quarta-feira, 26 de junho de 2013

FENAM - Contra a importação de médicos estrangeiros: presidente da FENAM convoca categoria a se mobilizar no dia 3 de julho

FENAM - Contra a importação de médicos estrangeiros: presidente da FENAM convoca categoria a se mobilizar no dia 3 de julho

26/06/2013
O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, convoca todos os médicos brasileiros a se mobilizarem no próximo dia 03 de julho, diante da medida do governo de trazer médicos estrangeiros para o Brasil. A decisão foi anunciada em coletiva de imprensa das entidades médicas (FENAM, AMB, CFM e ANMR), realizada nesta quarta-feira (26), em São Paulo. Intitulada "Vem para a rua pela saúde", a manifestação pretende ousar, segundo Ferreira.

"O movimento sindical precisa de ousadia. O problema do Brasil é a degradação da saúde e o momento é propício para que consigamos nossos objetivos. Tomaremos as providências". 

As principais reivindicações da categoria, frente ao cenário atual no qual se encontra a medicina e a saúde brasileiras, são: criação de carreira de estado, realização de concurso público e um melhor financiamento para a saúde. A FENAM, em conjunto com o CFM e AMB, encaminhou um ofício à presidenta Dilma Rousseff, solicitando uma audiência pública.

A mobilização se iniciará às 10h e os manifestantes deverão se dirigir às sedes das entidades representativas locais, caminharem às ruas até os hospitais. Serão suspensos os atendimentos eletivos e mantida a assistência nas urgências e emergências. Ao final do dia, haverá assembleias nos sindicatos para decidirem os próximos passos do movimento. Caso as reivindicações não sejam atendidas, a categoria poderá decretar greve.
Fonte : Fernanda Lisboa

sábado, 22 de junho de 2013

FENAM - Medida anunciada pela presidente Dilma é repudiada pelas entidades médicas nacionais

FENAM - Medida anunciada pela presidente Dilma é repudiada pelas entidades médicas nacionais

As entidades médicas nacionais divulgaram neste sábado (22) nota de repúdio ao anúncio de importação de médicos estrangeiros feito pela presidente Dilma Rousseff, durante pronunciamento em cadeia nacional no dia 21. "O caminho trilhado é de alto risco e simboliza uma vergonha nacional. Ele expõe a população, sobretudo a parcela mais vulnerável e carente, à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados. Além disso, tem valor inócuo, paliativo, populista e esconde os reais problemas que afetam o Sistema Único de Saúde (SUS)", ressalta o texto.

No documento, as entidades cobram o aumento dos investimentos na área da saúde e a qualificação do setor no país. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que Governos de países com economias mais frágeis investem mais que o Brasil na assistência. Na Argentina, o percentual de aplicação fica em 66%. No Brasil, esbarra em 47%. Além disso, há denúncias de que o recurso orçado não é devidamente aplicado.

"O apelo desesperado das ruas é por mais investimentos do Estado em saúde. É assim o Brasil terá a saúde e os "hospitais padrão Fifa", exigidos pela população, e não com a importação de médicos",afirmam as entidades. De forma conjunta, a Associação Médica Brasileira (AMB), a Associação Nacional dos Médicos Resisdentes (ANMR), o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) prometem usar todos os mecanismos possíveis para barrar a decisão, inclusive na Justiça.

Confira a íntegra do documento

Carta aberta aos médicos e à população brasileira

A SAÚDE PÚBLICA E A VERGONHA NACIONAL

Há alguns anos, a presidente Dilma Rousseff foi vítima de grave problema de saúde. O tratamento aconteceu em centros de excelência do país e sob a supervisão de homens e mulheres capacitados em escolas médicas brasileiras. O povo quer acesso ao mesmo e não quer ser tratado como cidadão de segunda categoria, tratado por médicos com formação duvidosa e em instalações precárias.

Por isso, a Associação Médica Brasileira (AMB), a Associação Nacional dos Médicos Resisdentes (ANMR), o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) manifestam publicamente seu repúdio e extrema preocupação com o anúncio de "trazer de imediato milhares de médicos do exterior", feito nesta sexta-feira (21), durante pronunciamento em cadeia de rádio e TV.

O caminho trilhado é de alto risco e simboliza uma vergonha nacional. Ele expõe a população, sobretudo a parcela mais vulnerável e carente, à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados. Além disso, tem valor inócuo, paliativo, populista e esconde os reais problemas que afetam o Sistema Único de Saúde (SUS).

Será que os "médicos importados"- sem qualquer critério de avaliação ou com diplomas validados com regras duvidosas - compensarão a falta de leitos, de medicamentos, as ambulâncias paradas por falta de combustível, as infiltrações nas paredes e as goteiras nos hospitais? Onde estão as medidas para dotar os serviços de infraestrutura e de recursos humanos valorizados? Qual o destino dos R$ 17 bilhões do orçamento do Governo Federal para a saúde que não foram aplicados como deveriam, em 2012? Porque vetaram artigos da Emenda Constitucional 29, que se tivesse colocada em prática teria permitido uma revolução na saúde?

Os protestos não pedem "médicos estrangeiros", mas um SUS público, integral, gratuito, de qualidade e acessível a todos. É preciso reconhecer que é a falta de investimentos e a gestão incompetente desse sistema que afastam os médicos brasileiros do interior e da rede pública, agravando o caos na assistência.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), os Governos de países com economias mais frágeis investem mais que o Brasil no setor. Na Argentina, o percentual de aplicação fica em 66%. No Brasil, esbarra em 47%. O apelo desesperado das ruas é por mais investimentos do Estado em saúde. É assim que o Brasil terá a saúde e os "hospitais padrão Fifa", exigidos pela população, e não com a "importação de médicos".

A AMB, o CFM e a FENAM -assim como outras entidades e instituições, os 400 mil médicos brasileiros e a população conscientes da fragilidade da proposta de "importação" - não admitirão que se coloque em risco o futuro de um modelo enraizado na nossa Constituição e a vida de nossos cidadãos. Para tanto, tomarão tomas as medidas possíveis, inclusive jurídicas, para assegurar o Estado Democrático de Direito no país, com base na dignidade humana.

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS RESIDENTES (ANMR)
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

LIBERAÇÃO SEM CUSTO DO FGTS DEPOSITADO



SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

SEDE: Av. Alberto Torres, 217 – Tel/Fax: 2723-2593 – 2724-2664

Campos dos Goytacazes– RJ



O SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS ESTÁ INGRESSANDO COM PEDIDO DE ALVARÁ JUDICIAL PARA LIBERAÇÃO DOS VALORES DO FGTS DEPOSITADOS PELA PREFEITURA DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, DEVIDO A MUDANÇA DE REGIME, SEM NENHUM CUSTO PARA SEUS ASSOCIADOS.
PROCURE-NOS! TRAGA SUA CARTEIRA DE TRABALHO, EXTRATO ANALÍTICO DO FGTS, RG E CPF, SERÁ UM PRAZER RECEBÊ-LO!

sábado, 13 de abril de 2013


25 de abril: Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde
Em 25 de abril, ocorrerá o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde, que configura um protesto contra os abusos praticados pelas operadoras de planos de saúde na relação com os pacientes e com os médicos.
O protesto prevê a realização de atos públicos (assembleias, caminhadas, concentrações, entre outras), sendo que, o formato a ser adotado em cada localidade será definido em assembleias organizadas por Comissões Estaduais (compostas pelas Associações Médicas, Conselhos Regionais de Medicina, Sindicatos Médicos e Sociedades Estaduais de Especialidades).
Em caso de suspensão temporária, os pacientes serão atendidos em nova data, que será informada. O protesto não atinge os casos de urgência e emergência. Para eles, o atendimento está assegurado.
A mobilização é um alerta para os gestores das operadoras dos planos de saúde, para os gestores públicos e para a sociedade em geral. As entidades defendem a retomada do diálogo que garanta o atendimento dos seguintes pontos:
1- Reajuste das consultas, a partir de critérios a serem definidos em cada Estado, tendo como referência a CBHPM em vigor (R$ 67,82 em 2012);
2- Reajuste dos procedimentos, tendo como balizador a CBHPM em vigor (2012);
3- “Por uma nova contratualização, baseada na proposta das entidades médicas nacionais”;
4- Rehierarquização dos procedimentos, feita com base na CBHPM;
5- Apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos. 

Sem o atendimento dessa agenda mínima, há risco de prejuízos para mais de 48 milhões de usuários de planos de saúde em todo o país. Contamos com a compreensão dos brasileiros nesta luta, cujo êxito trará ganhos significativos para toda a sociedade.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

10 de abril é dia de lutar por mais recursos para a Saúde


Será anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular.
O Movimento Saúde+10 realizará um Ato em Defesa da Saúde Pública no dia 10 de abril, a partir das 9h, em frente ao Congresso Nacional. A iniciativa, que tem como objetivo reafirmar a necessidade de fortalecer o SUS público, universal e integral, deverá mobilizar e levar à capital federal cidadãos de diversos estados brasileiros.

Será anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular.
Durante a realização do Ato, será também anunciada a primeira contagem oficial de assinaturas alcançadas até o momento pelo Projeto de Emenda Popular que assegura 10% do PIB para o orçamento da União na Saúde.
O movimento
Criado há um ano, o Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública tem como objetivo a coleta de 1,500 milhões de assinaturas em prol de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que assegure o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública brasileira, alterando, dessa forma, a Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012.
A iniciativa visa agregar, de maneira contínua e crescente, entidades organizadas e as diversas instituições, abrangendo toda a sociedade, nas cidades e no campo, no esforço cívico de encaminhar à Câmara Federal tal quantidade de assinaturas para a execução do citado projeto.
Entende-se que a justeza dessa proposição alcançará milhões de mentes e consciências, em uma ampla mobilização nacional, de caráter suprapartidário, exigindo a definitiva priorização da saúde como bem maior de uma nação soberana, que cuida do seu povo e garante os seus direitos constitucionais.
Serviço
Ato em defesa da Saúde Pública
Data: 10 de abril
Horário: 9h
Concentração: Em frente à Catedral Metropolitana de Brasília
Mais informações através do e-mail ou telefone da coordenação Nacional do Movimento: saudemaisdez@gmail.com e (61) 93009669.
Fonte : Movimento Saúde+10

terça-feira, 2 de abril de 2013

FENAM - Médicos ocupam o Senado Federal e mostram a força da categoria

FENAM - Médicos ocupam o Senado Federal e mostram a força da categoria

Médicos ocupam o Senado Federal e mostram a força da categoria


Foto: Divulgação/Internet
Médicos ocupam o Senado Federal e mostram a força da categoria
Vários parlamentares estiveram presentes apoiando o movimento da classe médica. 

02/04/2013
Médicos de todo o Brasil, liderados pelas entidades médicas nacionais (FENAM, CFM e AMB) manifestaram a força de suas bandeiras de luta em audiência pública no Senado Federal, realizada nesta terça-feira (02). Foram abordadas questões que envolvem o trabalho da categoria e a saúde no Brasil, destacando-se a importação de médicos estrangeiros, Revalida, financiamento do sistema e a criação de carreira de estado. Vários parlamentares estiveram presentes apoiando o movimento da classe médica em prol do exercício de uma medicina de qualidade e um atendimento digno à população brasileira.

No discurso de todos que compuseram a mesa no auditório Petrônio Portela prevaleceu o julgamento de que o Governo é o grande responsável por investir adequadamente na saúde para conseguir sanar todos os problemas que envolvem o setor. Segundo dados, o país possui médicos o suficiente e o que falta é uma política pública que leve e fixe os profissionais de norte a sul e leste a oeste. "O médico passou a ser responsabilizado pelo caos na saúde do país. Precisamos mudar esse protagonismo que querem impor ou não saberemos o destino da nossa medicina", argumentou Paulo Davim (PV-RN).

O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, encerrou a audiência deixando uma mensagem a os médicos brasileiros:

"Unidos conseguiremos dar os encaminhamentos necessários. Se defendam, reajam, aprenda a dizer não. Iremos ao Congresso e brigaremos pela carreira médica. Nossa capacidade de lutar que é capaz de mudar. Nosso grito é respeito pelo nosso trabalho e assistência aos cidadãos".

segunda-feira, 25 de março de 2013

02 DE ABRIL: MARCHA DOS MÉDICOS PARA BRASÍLIA


02 de abril: marcha dos médicos para Brasília

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A pedido das entidades médicas nacionais (FENAM, CFM e AMB), o senador Paulo Davim (PV-RN) e o deputado Eleuses Paiva (PSD-SP) convocaram uma audiência pública para mostrar a força dos médicos diante das questões que envolvem a saúde brasileira. Pretende-se mobilizar o maior número de profissionais da classe para marchar à Brasília, no dia 2 de abril e ocupar o auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. O debate está previsto para iniciar às 9h e dentre vários temas, destacam-se a importação de médicos, financiamento da saúde e a gratificação de desempenho dos médicos federais.”Eu e o deputado Eleuses estamos convocando todos para fazer um grande encontro, discutindo todos os assuntos de interesse para que juntamente com as entidades possamos ter uma posição coesa e tomar estratégias para guiar o movimento”, explicou Davim. Assista na FENAM TV !
A ideia surgiu após uma reunião no Ministério da Educação, onde foi pautado o aumento do número de vagas em medicina. Espera-se em torno de 400 lideranças médicas. Os Ministérios da Saúde e da Educação, como também Universidades serão convidadas a compor a mesa.
“Precisamos de todos vocês, para que consigamos inundar a audiência e sensibilizar todos os parlamentares para que os ecos da nossa manifestação alcancem o Palácio. Queremos seriedade, competência e recursos. Dia 2 de será uma grande virada da saúde”, destacou Paiva. Assista na FENAM TV !
O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, completa que o clamor da categoria precisa ser ouvido e suas bandeiras respeitadas.
“Já que no nosso entendimento existem médicos o suficiente e o governo intervém de forma brutal, há uma rejeição absoluta de se importar médicos e oferecer uma medicina de baixa qualidade. Os médicos precisam ser valorizados e vamos mostrar nosso poder de luta”.
DIA 02 DE ABRIL, TODOS EM BRASÍLIA!
Clique aqui e mostre o seu apoio colando o selinho. Fique a vontade para compartilhar com os amigos e familiares.
Fonte : Fernanda Lisboa