quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

FENAM divulga novo piso salarial para médicos

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A Federação Nacional dos Médicos (FENAM) divulga nesta quinta-feira (23), em Brasília, o novo piso salarial dos profissionais médicos. Este ano o valor pleiteado passa a ser de R$ 10.991,19 para 20 horas semanais de trabalho. O valor é calculado anualmente, e serve para orientar as negociações coletivas da categoria. A FENAM, que reúne 53 sindicatos médicos pelo país, recomenda que o referencial integre as pautas de reivindicação. 
Para calcular o reajuste é utilizado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice acumulado, em 2013, foi de 5,5%. No ano passado, o valor defendido para a remuneração da categoria médica era de R$ 10.412,00. 
O presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, defende o pagamento do piso a todos os médicos, seja do serviço público ou privado. Esta é uma das principais bandeiras de luta da FENAM que representa 400 mil médicos. Ele explica que a entidade também trabalha para a criação de uma carreira de Estado, a exemplo do que ocorre no judiciário, como medida para fixação dos profissionais no interior e diminuição das distorções.  
“Nós entendemos que carreira médica deveria contemplar concurso público, piso salarial, mobilidade, ascensão funcional e estímulo à qualificação. Isso permitira ao médico a dedicação exclusiva, a fixação de profissionais em áreas de escassez, o aperfeiçoamento continuado. Isso geraria benefícios à saúde da população”, defendeu.  
Programa Mais Médicos amplia abismo salarial dos médicos 
O programa Mais Médicos ampliou as desigualdades nos salários dos médicos que desempenham a mesma função no serviço público. O governo federal paga aos profissionais do programa uma bolsa de R$ 10 mil, mais benefícios para auxílio alimentação e moradia, enquanto os municípios remuneram o médico brasileiro com menos da metade desse valor.  
Em Curitiba, por exemplo, o salário no começo da carreira é de R$ 4,9 mil.  A prefeitura de Campo Grande paga salário inicial de R$ 4,7 mil para jornada de 40 horas semanais na Estratégia de Saúde da Família (ESF). Pelo menos outras nove capitais brasileiras oferecem remunerações inferiores à estipulada no Mais Médicos pelo Ministério da Saúde e pelo piso FENAM. 
Em muitas cidades o rendimento dos médicos só passa de R$ 7,5 mil porque é complementado com gratificações mensais ou bônus anuais, pagos em forma de prêmio por desempenho. É o caso de Vitória, onde o salário-base para 40 horas semanais é de R$ 5,4 mil, mas com os extras pode chegar a R$ 9,5 mil. 
A FENAM denuncia nos locais onde se chegou a um valor próximo ao piso FENAM, isso se deu com o acréscimo de gratificações e outros penduricalhos. “O salário oferecido é muito baixo e quando se aposenta ou se afasta por problemas de saúde não recebe as gratificações. Isso é muito ruim para a categoria”, alerta o presidente da FENAM. 
A mesma distorção acontece na capital goiana, onde o salário-base para 40 horas de trabalho é de R$ 2,4 mil. O valor, no entanto, é acrescido de gratificações que elevam para R$ 7,9 mil a remuneração mensal. Situações semelhantes são registradas em Aracaju, Natal, Cuiabá e Palmas. 
 “O empregador sempre vai colocar obstáculos para o pagamento do piso FENAM. Por isso, devemos ter a consciência do valor da nossa formação e do exercício da medicina. O primeiro passo é estabelecer estratégias em cada sindicato de base, pleiteando o que é justo”, explicou. O piso FENAM também é importante para nortear o valor da remuneração por plantão que é praticado em contratos nos setores público e privado. 
De acordo com levantamento realizado pela Federação Nacional dos Médicos (FENAM), o menor salário oferecido em concursos públicos no país ao profissional médico, em 2013, foi no município de Três Rios (RJ), com remuneração de R$ 1.046,22 para carga horária semanal de 24 horas por semana – valor dez vezes menor que o defendido pela FENAM para a categoria.  
Conheça a história do Piso FENAM
O Piso FENAM surgiu da revisão da Lei 3.999 – de 15 de dezembro de 1961, a qual estipulava que a remuneração dos médicos deveria corresponder ao valor de três salários mínimos. Na época, a quantia satisfazia as necessidades da população, diferente do que ocorre atualmente.
Em 1991, durante a gestão de Eurípedes Carvalho Balsanufo como presidente da FENAM, percebeu-se em conjunto com sindicatos médicos do Brasil a defasagem do salário mínimo para atender as demandas da sociedade e do profissional médico. Nascia ali, uma entidade engajada na luta pela atualização desses valores.
Fonte: Fernanda Lisboa 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Cubanos fogem de cooperação firmada entre Caracas e Havana

Cubanos fogem de cooperação firmada entre Caracas e Havana


No ano de 2013, aumentou em 60% (em relação a 2012) o número de cubanos que chegaram aos Estados Unidos fugindo dos programas sociais que executavam na Venezuela. Esse contingente de 3 mil refugiados registrados em 2013 é composto preponderantemente por médicos.
Em território americano, até o ano passado, havia em torno de cinco mil médicos e enfermeiras cubanas refugiados de todo o mundo. Até 1º de dezembro de 2013, o número subiu para 8 mil, 98% dos quais provenientes da Venezuela.
Os dados foram revelados pelo médico Julio César Alfonso, presidente da Solidariedade Sem Fronteiras (Solidaridad Sin Frontera - SSF), uma organização com sede em Miami, que presta ajuda aos médicos cubanos que buscam fugir dos programas sociais que Havana vende como "economia de serviços" por todo o mundo.
Em toda a extensão da Venezuela está o maior contingente de profissionais de medicina cubana prestando serviço, graças ao convênio de cooperação firmado entre Caracas e Havana em 2003.
Até 2012, 44.804 cubanos prestavam serviços nas sete missões sociais que começaram em 2003, segundo o último número oficial.
"Em 2012 tínhamos cinco mil profissionais de medicina refugiados nos Estados Unidos com ajuda federal, mas a quantidade disparou no decorrer de 2013, chegando a 8 mil médicos, 98% dos quais fugiram da Venezuela porque as condições são cada vez piores nesse país", adverte Alfonso.
"A maioria dos cubanos saiu por conta dos baixos salários que recebia; além disso, o pagamento não chega a tempo e aumentou a carga de trabalho nos respectivos módulos de Barrio Adentro e CDI de todo o país, o que muitos denunciam como um sistema de escravidão moderna", diz o administrador da SSF.
"Pagam diretamente aos médicos cerca de 300 dólares, mas ao Estado cubano a Venezuela paga em média 6 mil dólares por cada profissional, ou seja, eles não recebem nem 10% dos benefícios econômicos", reclama Alfonso.
Estes profissionais, como todo cubano que presta missão no exterior, podem pedir visto americano por meio do programa Cuban Medical Professional Parole Program (CMPP), que data do ano 2006.
Depois de pedir ajuda à Embaixada dos EUA em Caracas, o principal ponto de partida dos cubanos continua sendo via Colômbia rumo aos EUA, embora o Brasil esteja se tornando outra rota de trânsito para a libertação dessas pessoas.
Continua sendo exigido dos médicos que apresentem altos registros de pacientes examinados para em seguida elaborar informes, muitos destes com dados adulterados que não correspondem com documentos, nome do paciente ou condição.
"Isto é necessário para que Cuba possa mostrar relatórios positivos ao Estado venezuelano", explica Alfonso.
Fonte: El Universal / CRM-PR (tradução CRM-PR) / edição CFM




quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Conheça os deputados de seu estado que votaram contra a criação de uma carreira de estado para o médico

PCCV


Conheça os deputados de seu estado que votaram contra a criação de uma carreira de estado para o médico



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18/12/2013

Na última semana, em votação aberta no Congresso Nacional, deputados optaram pela manutenção do veto à emenda da Medida Provisória 621/13, transformada em lei (nº 12.871) em 22 de outubro e que regulamenta o programa Mais Médicos. O único trecho vetado pela presidente Dilma e mantido pela maioria dos deputados (204 a favor e 113 contra) diz respeito à criação de uma carreira médica específica após os três anos de atuação no programa do governo.

Conheça os deputados de seu estado que votaram a favor da manutenção do veto da presidente Dilma, ou seja, contra a criação de uma carreira de estado para o médico:

Roraima (RR)
Chico das Verduras (PRP)           
Edio Lopes (PMDB)
Jhonatan de Jesus (PRB)
Luciano Castro (PR)      
Marcio Junqueira (PROS)           
Raul Lima (PP)

Amapá (AP)
Dalva Figueiredo (PT)
Fátima Pelaes (PMDB)
Janete Capiberibe (PSB)

Pará (PA)
Arnaldo Jordy (PPS)
Beto Faro (PT)
Cláudio Puty (PT)
Lúcio Vale (PR)
Zé Geraldo (PT)
Zequinha Marinho (PSC)

Amazonas (AM)
Átila Lins (PSD)
Francisco Praciano (PT)
Silas Câmara (PSD)

Rondônia (RO)
Anselmo de Jesus (PT)
Carlos Magno (PP)
Marinha Raupp (PMDB)
Nilton Capixaba (PTB)
Padre Ton (PT)

Acre (AC)
Antônia Lúcia (PSC)
Gladson Cameli (PP)
Henrique Afonso (PV)
Perpétua Almeida (PCdoB)
Sibá Machado (PT)
Taumaturgo Lima (PT)

Tocantins (TO)
Júnior Coimbra (PMDB)
Lázaro Botelho (PP)
Osvaldo Reis (PMDB)

Maranhão (MA)
Cleber Verde (PRB)
Costa Ferreira (PSC)
Professor Setimo (PMDB)
Waldir Maranhão (PP)
Weverton Rocha (PDT)

Ceará (CE)
André Figueiredo (PDT)
Aníbal Gomes (PMDB)
Antonio Balhmann (PROS)
Ariosto Holanda (PROS)
Danilo Forte (PMDB)
Eudes Xavier (PT)
João Ananias (PCdoB)
José Airton (PT)
José Guimarães (PT)
José Linhares (PP)
Mauro Benevides (PMDB)

Piauí (PI)
Assis Carvalho (PT)
Jesus Rodrigues (PT)
Marcelo Castro (PMDB)
Marllos Sampaio (PMDB)
Nazareno Fonteles (PT)
Osmar Júnior (PCdoB)
Paes Landim (PTB)

Rio Grande do Norte (RN)
Betinho Rosado (PP)
Fábio Faria (PSD)
Fátima Bezerra (PT)
Paulo Wagner (PV)

Paraíba (PB)
Benjamin Maranhão (Solidariedade)
Leonardo Gadelha (PSC)
Luiz Couto (PT)
Wilson Filho (PTB)

Pernambuco (PE)
Carlos Eduardo Cadoca (PCdoB)
Eduardo da Fonte (PP)
Fernando Ferro (PT)
Inocêncio Oliveira (PR)
João Paulo Lima (PT)
Jorge Corte Real (PTB)
Raul Henry (PMDB)
Severino Ninho (PSB)
Silvio Costa (PSC)
Vilalba (PP)

Alagoas (AL)
Arthur Lira (PP)
Francisco Tenório (PMN)
Givaldo Carimbão (PROS)
Maurício Quintella Lessa (PR)
Paulão (PT)

Bahia (BA)
Acelino Popó (PRB)
Afonso Florence (PT)
Amauri Teixeira (PT)
Erivelton Santana (PSC)
Félix Mendonça Júnior (PDT)
Geraldo Simões (PT)
João Leão (PP)
José Carlos Araújo (PSD)
Luiz Alberto (PT)
Márcio Marinho (PRB)
Mário Negromonte (PP)
Nelson Pellegrino (PT)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Zezéu Ribeiro (PT)

Minas Gerais (MG)
Aracely de Paula (PR)
Dimas Fabiano (PP)
Gabriel Guimarães (PT)
George Hilton (PRB)
Leonardo Monteiro (PT)
Leonardo Quintão (PMDB)
Lincoln Portela (PR)
Luiz Fernando Faria (PP)
Margarida Salomão (PT)
Nilmário Miranda (PT)
Odair Cunha (PT)
Padre João (PT)
Reginaldo Lopes (PT)
Walter Tosta (PSD)
Weliton Prado (PT)

Espírito Santo (ES)
Dr. Jorge Silva (PROS)
Rose de Freitas (PMDB)
Sueli Vidigal (PDT)

Rio de Janeiro (RJ)
Alessandro Molon (PT)
Anthony Garotinho (PR)
Benedita da Silva (PT)
Chico Alencar (PSOL)
Dr. Paulo César (PR)
Edson Santos (PT)
Eduardo Cunha (PMDB)
Fernando Jordão (PMDB)
Francisco Floriano (PR)
Glauber Braga   (PSB)
Jandira Feghali (PCdoB)
Jean Wyllys (PSOL)
Jorge Bittar (PT)
Leonardo Picciani (PMDB)
Manuel Rosa Neca (PR)
Paulo Feijó (PR)
Romário (PSB)
Simão Sessim (PP)
Vitor Paulo (PRB)
Walney Rocha (PTB)
Zoinho (PR)

São Paulo (SP)
Antonio Bulhões (PRB)
Arlindo Chinaglia (PT)
Beto Mansur (PRB)
Cândido Vaccarezza (PT)
Carlos Zarattini (PT)
Devanir Ribeiro (PT)
Edinho Araújo (PMDB)
Francisco Chagas (PT)
Iara Bernardi (PT)
Ivan Valente (PSOL)
Janete Rocha Pietá (PT)
João Dado (Solidariedade)
Milton Monti (PR)
Nelson Marquezelli (PTB)
Newton Lima (PT)
Otoniel Lima (PRB)
Pastor Marco Feliciano (PSC)
Paulo Teixeira (PT)
Ricardo Berzoini (PT)
Tiririca (PR)
Vanderlei Siraque (PT)
Vaz de Lima (PSDB)
Vicentinho (PT)

Mato Grosso (MT)
Ságuas Moraes (PT)
Erika Kokay (PT)
Policarpo (PT)
Reguffe (PDT)
Ronaldo Fonseca (PROS)

Goiás (GO)
Carlos Alberto Leréia (PSDB)
Íris de Araújo (PMDB)
Marina Santanna (PT)
Pedro Chaves (PMDB)
Roberto Balestra (PP)
Rubens Otoni (PT)
Sandes Júnior (PP)
Sandro Mabel (PMDB)
Akira Otsubo (PMDB)
Biffi (PT)
Fábio Trad (PMDB)
Marçal Filho (PMDB)

Paraná (PR)
André Zacharow (PMDB)
Dilceu Sperafico (PP)
Giacobo (PR)
Luiz Nishimori (PR)
Nelson Meurer (PP)
Nelson Padovani (PSC)
Osmar Serraglio (PMDB)
Professor Sérgio de Oliveira (PSC)
Sandro Alex (PPS)

Santa Catarina (SC)
Celso Maldaner (PMDB)
Décio Lima (PT)
Edinho Bez (PMDB)
Esperidião Amin (PP)
Jorge Boeira (PP)
Mauro Mariani (PMDB)
Pedro Uczai (PT)
Rogério Peninha Mendonça (PMDB)
Ronaldo Benedet (PMDB)

Rio Grande do Sul (RS)
Afonso Hamm (PP)
Bohn Gass (PT)
Eliseu Padilha (PMDB)
Fernando Marroni (PT)
Giovani Cherini (PDT)
Henrique Fontana (PT)
Jose Stédile (PSB)
Marco Maia (PT)
Marcon (PT)
Paulo Pimenta (PT)
Renato Molling (PP)
Ronaldo Nogueira (PTB)
Ronaldo Zulke (PT)
Vilson Covatti (PP)

Fonte: AMB 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Congresso da FENAM nomeia Dilma e Padilha como responsáveis pela agressão à categoria

Congresso da FENAM nomeia Dilma e Padilha como responsáveis pela agressão à categoria

Para o movimento médico sindical, a forte agressão que a categoria tem sofrido possui nome e se chama Dilma Rousseff e Alexandre Padilha. Em último dia (30) do Congresso Extraordinário Charles Damian em comemoração aos 40 anos da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), a maioria dos delegados votou contra a presidente e o ministro da Saúde. O encaminhamento será oficialmente divulgado na Carta do Rio de Janeiro, devido à cidade onde foi realizado o evento. 

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Foto: Fernanda Lisboa 

02/12/2013

Para o movimento médico sindical, a forte agressão que a categoria tem sofrido possui nome e se chama Dilma Rousseff e Alexandre Padilha. Em último dia (30) do Congresso Extraordinário Charles Damian em comemoração aos 40 anos da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), a maioria dos delegados votou contra a presidente e o ministro da Saúde. O encaminhamento será oficialmente divulgado na Carta do Rio de Janeiro, devido à cidade onde foi realizado o evento.

O lançamento de candidaturas dos dirigentes sindicais e a posição da FENAM contra resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que restringe os sindicalistas de participar nos conselhos também foram decisões de destaque. A federação vai percorrer o país em 2014 para estimular o envolvimento daqueles que lutam pelo exercício da medicina ocuparem cadeiras de representação onde for necessário. O entendimento é que somente com a segurança da categoria nos Poderes Legislativo e Executivo, a história pode ter os rumos que a classe médica almeja.

Para o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, o Congresso Charles Damian iluminou as ações do próximo ano. “Que todos tenham testemunhado a luta dos sindicalistas e tenham orgulho. Continuamos no caminho para garantir a realização da expectativa dos nossos brasileiros”, ressaltou. Sobre a alteração no estatuto acerca do aumento do mandato, Ferreira explicou que três anos possibilitam efetivamente a capacidade de administrar uma federação.

Além das novas deliberações, a Carta do Rio, possui todas as outras bandeiras de luta do movimento sindical ao longo dos últimos anos. O documento deverá ser divulgado dentro de uma semana, quando uma comissão responsável incorporar as mudanças. A defesa dos direitos humanos na saúde, a desprecarização do trabalho médico, a criação de carreira de estado, o piso FENAM, 10% da receita bruta da União para a saúde, entre outras, permanecem sendo guias da entidade que representa 400 mil médicos. 

Confira às bandeiras da FENAM que receberão novas lutas com a Carta do Rio:

-Defesa dos Direitos Humanos na Saúde;
-Desprecarização do trabalho médico;
     -Piso FENAM de R$ 10.412,00 para 20h;
     -Planos de Cargos, Carreiras e Vencimento – PCCV;
     -Correta regulamentação da medicina;
     -Ensino de qualidade na medicina;
     -Aplicação do REVALIDA;
     -Assistência digna na saúde pública brasileira;
     -Investimento de 10% da receita bruta da União para a saúde;
     -Combate, punição e devolução de recursos desviados da saúde;
     -Contra à abertura indiscriminada de escolas de medicina;
     -Contra as terceirizações do serviço público de saúde;
     -Contra à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares- EBSERH;
     -Contra os abusos dos planos de saúde;
     -Recuperação da gratificação de desempenho (GDM) dos médicos federais;

Fonte: Fernanda Lisboa