sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SOLENIDADE DE POSSE DA NOVA DIRETORIA DA SFMC SERÁ NO DIA 09/09/11



21 de setembro: cartão vermelho para as operadoras de saúde que não querem negociar « Blog oficial da FENAM

21 de setembro: cartão vermelho para as operadoras de saúde que não querem negociar « Blog oficial da FENAM: – Enviado usando a Barra de Ferramentas Google
Por: Taciana Giesel
“Cartão vermelho para os planos que não querem negociar com os médicos”, é com esse mote que as entidades médicas nacionais e estaduais protestarão contra as operadoras de saúde que se recurarem a negociar a revisão dos honorários médicos ou que apresentaram propostas consideradas irrisórias pelos médicos. A paralisação, programada para o próximo dia 21, é um desdobramento direto do ato de 7 de abril, quando houve mobilização nacional dos médicos contra os problemas observados na saúde suplementar. Entretanto, desta vez, os profissionais trabalharão normalmente, suspendendo apenas o atendimento a esses planos por 24 horas como forma de protesto.
Na manhã desta quinta-feira (1º), a Comissão de Saúde Suplementar, se reuniu com representantes de sindicatos, associações e conselhos de medicina de diversas regiões em sua reunião ampliada para tirar dúvidas, traçar detalhes e estratégias para a paralisação.
Os médicos exigem das operadoras a revisão dos valores pagos por consultas e outros serviços, tendo como parâmetro e referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Também cobram o fim da interferência antiética das operadoras na autonomia do profissional.
21 de setembro:
Durante o encontro os estados apresentaram os resultados preliminares das negociações com os planos de saúde em suas regiões e o que cada região está programando para divulgar o protesto.
As ações nacionais do movimento também foram definidas. Entre elas, ficou estabelecido que as Comissões Estaduais terão até o dia 14 de setembro para enviar para a Comissão Nacional a lista dos planos que terão o atendimento paralisado no dia 21. A formalização da lista deve ser enviada para o e-mail da Comissão de Saúde Suplementar: comsu@portalmedico.org.br
Estima-se que na véspera do movimento (20) esses dados, serão inseridos no “Dossiê da Saúde Suplementar”, que será elaborado pelas entidades nacionais, e entregues à parlamentares, ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha,  diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e gestores públicos no intuito de alertar às autoridades competentes do descaso de determinadas operadoras de saúde.
No dia 21, um café da manhã já está agendado com parlamentares, no Congresso Nacional, para a discussão do tema.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Na Câmara dos Deputados, entidades médicas pedem agilidade na regulamentação da EC 29 « Blog oficial da FENAM

Na Câmara dos Deputados, entidades médicas pedem agilidade na regulamentação da EC 29 « Blog oficial da FENAM:

Centenas de pessoas foram à Câmara dos Deputados na quarta-feira (24) para reivindicar mais recursos para a saúde. A audiência pública organizada pela Comissão de Seguridade Social e Família para discutir a regulamentação da Emenda 29, que fixa os percentuais mínimos a serem aplicados na área de saúde por estados, municípios e União, teve de ser transferida do Plenário 7 para o Salão Branco da Câmara, devido ao grande número de manifestantes que compareceram.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ROSINHA CORTA 10% NOS CONTRATOS E CONVÊNIOS - SAÚDE VAI SOFRER!

D.O. de hoje 16/08/2011: Rosinha determina corte de no mínimo 10% nos contratos e convênios firmados pela Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes e bota a culpa na crise mundial.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PISO X PISO

A hora de reivindicar é agora! Comparem os pisos salariais de Campos e São João da Barra. Procurem o SIMEC , assinem o manifesto e respondam ao questionário.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

BASTA DE SALÁRIOS DE FOME! CHEGA DE EXPLORAÇÃO!


        BASTA DE SALÁRIOS DE FOME!
CHEGA DE EXPLORAÇÃO!

                Os médicos não aceitam mais trabalhar por salários que não sejam compatíveis com a sua responsabilidade e formação profissional.
Anos de estudo integral e a necessidade de atualização permanente não tem sido reconhecidos pelos nossos empregadores.
            Os médicos estão pedindo demissão e não estão mais aceitando trabalhar no SUS.
            As diversas modalidades de relação de trabalho (CLT, estatutários, contratados, terceirizados e autônomos) e de remuneração praticadas pela Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes em suas diversas áreas (Ambulatório, Emergência em casa, Ferreira Machado, HGG, Postos de Urgência e programas especiais) têm gerado insegurança, insatisfação e revolta na categoria. O Descaso do Poder Publico com as condições exigidas pela lei na atenção à saúde, acaba por prejudicar a população.
             As condições de trabalho e de segurança também são precárias em muitas unidades de saúde e varias delas necessitam de reformas urgentes, não estando em condições de abrigar serviços de saúde.
            O anúncio de 6,51% de aumento esgotou a paciência da categoria. Todos estão insatisfeitos e revoltados. O tratamento desigual só causa indignação e decepção. A realidade não reflete o divulgado pela propaganda oficial. A hora de reivindicar e lutar é agora!

REIVINDICAÇÕES:
  • INCORPORAÇÃO IMEDIATA DE TODAS AS GRATIFICAÇÕES COM EXTENSÃO PARA TODOS OS MÉDICOS DA PMCG (AMBULATÓRIOS E URGÊNCIA) COM ISONOMIA SALARIAL
  •  IMPLANTAÇÃO IMEDIATA DO PISO SALARIAL DA FENAM (R$ 9188,22)
  •  CARREIRA DE ESTADO PARA OS MÉDICOS DO SUS
  • IMPLANTAÇÂO IMEDIATA DO PCCS (PLANO DE CARGOS, CARREIRA E SALÁRIOS) COM APOSENTADORIA INTEGRAL E PARIDADE PARA OS INATIVOS.
  • REGIME JURÍDICO ÚNICO (ESTATUTÁRIO)
  • RETORNO DO CÓDIGO 7  NA REDE CONVENIADA
  • MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO, SEGURANÇA E REMUNERAÇÃO.
  • EDUCAÇÃO CONTINUADA
  • RETORNO IMEDIATO DO PSF
  • MAIS RESPEITO ÀS ENTIDADES REPRESENTATIVAS
Assinem o manifesto e respondam ao questionário:
Que medidas tomaremos para conquistar as nossas reivindicações?
    1. Continuar negociando?
    2. Outras medidas?
    3. Greve?
        
Assinatura
OPINEM! PARTICIPEM!
OBS: Favor devolver sua opinião ao SIMEC
Atualizado às 12:58 de 18/08/11 
Obtenha uma cópia do manifesto aqui.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

70 % da roubalheira é no dinheiro da Educação e da Saúde. 60 % dos réus são ou foram prefeitos « FAX SINDICAL

70 % da roubalheira é no dinheiro da Educação e da Saúde. 60 % dos réus são ou foram prefeitos « FAX SINDICAL: "–
"AQUI COMEÇA A DESVALORIZAÇÃO DO MÉDICO E DO PROFESSOR. SETENTA POR CENTO DO DINHEIRO DESVIADO É DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE. SESSENTA POR CENTO DOS RÉUS SÃO OU FORAM PREFEITOS.
Cerca de 70% dos casos de desvio de dinheiro ocorrem nas áreas de Educação e Saúde, diz diretor da AGU
BRASÍLIA – Educação e Saúde, áreas de grande orçamento e muitos repasses de pequeno valor, são as grandes responsáveis pelos desvios de dinheiro público no Brasil. É o que informa o diretor do Departamento de Patrimônio e Probidade da Advocacia Geral da União (AGU), André Luiz de Almeida Mendonça. Ele informa não ter “dúvida em dizer que cerca 60 a 70% (dos desvios) se refere a esse tipo de área”.Do blog Fax Sindical.

domingo, 31 de julho de 2011

CAMPANHA POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO E SALÁRIOS CONTINUA: SIMEC VAI DIVULGAR MANIFESTO


CAMPANHA POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO E SALÁRIOS CONTINUA: SIMEC VAI DIVULGAR MANIFESTO
                Negociações com a PMCG são cordiais, mas sem avanço nos pontos principais da nossa pauta de reivindicações.  Em reunião realizada no dia 21/07/2011 com diretores do SIMEC, o Prefeito em exercício Dr. Chicão e o Secretário de Saúde Dr. Paulo Hirano reconheceram a justeza das nossas reivindicações, mas pouco puderam apresentar na direção da sua concretização.
                A recém-criada Fundação Municipal de Saúde que substituirá as Fundações João Barcelos Martins e Geraldo Venâncio foi apresentada como facilitadora de avanços na implantação do regime jurídico único, do PCCS e da isonomia salarial para os seus funcionários. Será responsável por todas as unidades de urgência do município que funcionarão dentro de uma mesma filosofia.
                O PSF não está conseguindo contratar médicos devido aos salários incompatíveis com as exigências de carga horária. Alternativas como flexibilização de carga horária e contratações sem concurso tem sido estudadas pela Secretaria de Saúde.
                Novamente a lei de responsabilidade fiscal e a insegurança em relação ao futuro dos royalties foram apresentadas como empecilhos para mudanças na política salarial.
                O Secretário de Saúde solicitou o auxílio do SIMEC na fiscalização da rede contratualizada que não está cumprindo o combinado.
                Estão programadas reformas ou unidades novas em Ururaí, Travessão, PU Saldanha Marinho e C.A. São José. O PS do Hospital Ferreira Machado está sendo reformado.O SIMEC foi convidado a visitar as UBS reformadas pela SMS.
                No dia 22/07/2011 recebemos um ofício do Coordenador da Emergência do Pronto Socorro do Hospital Ferreira Machado solicitando o auxílio do SIMEC e da Seccional do CREMERJ devido a superlotação e a falta de condições de trabalho naquela unidade, situação que, pelos documentos apresentados, se arrasta há meses sem solução.
                A matéria publicada no portal da prefeitura no dia 21/07/2011 e reproduzida pelo jornal “O Diário” no dia 23/07/2011 com a manchete capciosa Sindicato dos Médicos reconhece avanços na saúde não retratou o conteúdo da reunião dos diretores do SIMEC com o Prefeito em exercício e o Secretário de Saúde e deixou indignada a Diretoria do SIMEC que enviou ofício ao jornal contestando a mesma.
                Os problemas de gestão e de subfinanciamento, apesar do discurso e dos números apresentados pelo Secretário de Saúde são evidentes. O PSF continua sem funcionar, o PS do HFM continua superlotado, faltam vagas de terapia intensiva, hospitais não cumprem o combinado e a prefeitura atrasa pagamentos.
                 O PCCS continua sem ser implantado, o piso salarial é baixo, permanece a desisonomia salarial e a duplicidade de regimes jurídicos.
                 Permanecem a não substituição dos médicos em férias e nas faltas. As gratificações não são incorporadas aos salários e aposentadorias. A precarização do trabalho médico, sem concurso, e as terceirizações continuam.
                  A afirmação do Secretário de Saúde de que a prefeitura gasta 25% do seu orçamento com a saúde carece de comprovação. Os indicadores de saúde não são divulgados. Falta transparência.
                O Presidente do SIMEC continua sendo processado pela Prefeita Rosinha.
O SIMEC só poderá reconhecer avanços na saúde quando as reivindicações dos médicos da PMCG forem plenamente atendidas. Para tanto estamos divulgando um manifesto assinado pelos colegas e um questionário perguntando pelos próximos passos, com a opção/indicativo de greve, a serem decididos na próxima AGE a ser realizada no dia 23 de agosto de 2011, terça feira, às 19 h no auditório da SFMC.

Jornal "O Diário" repercute a contestação do SIMEC

Em matéria publicada na sua edição de sábado dia 30/07/11 o Jornal "O Diário" repercute a contestação do SIMEC à matéria publicada no Portal da PMCG no dia 21/07 e reproduzida n"O Diário" no dia 23/07 sobre a reunião de seus diretores com o Prefeito Dr. Chicão e o Secretário de Saúde Dr. Paulo Hirano realizada no dia 21/07/2011 para tratar da pauta de reivindicações da categoria.
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Exclusivo: ministro afirma que todos os egressos de medicina devem ter acesso à residência médica « Blog oficial da FENAM

Exclusivo: ministro afirma que todos os egressos de medicina devem ter acesso à residência médica « Blog oficial da FENAM

Ouça na rádio FENAM a entrevista com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobre o assunto.
Preocupado com as mudanças demográficas, com os hábitos urbanos e com os novos problemas que afetam a saúde do país, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quinta-feira, (27/07) uma nova meta do seu governo: garantir que em 10 anos todos os egressos de medicina tenham a oportunidade de acesso aos programas de residência médica. O desejo de oferecer vagas de residência a todos em 2022 foi revelado durante a reunião da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação, que contou com a presença de Padilha.
Na opinião do ministro, as mudanças que o Brasil tem sofrido vão exigir profissionais cada vez mais preparados para atender os problemas de saúde do país. “É fundamental que tenhamos um programa de ampliação de residência médica com qualidade e que responda às necessidades da população”, relatou.
De acordo com Padilha, para atingir a meta é necessário trabalhar desde agora no planejamento de estruturação de hospitais e serviços de saúde, mapeamento de instituições de excelência que já formam residências, trabalhar em uma política de ampliação de vagas com previsão orçamentária e a definição de quais são as especialidades que mais serão necessárias. “Será construído junto com as entidades médicas o que estamos chamando de Senso Nacional de Necessidade de Especialistas, para, a partir dessas necessidades, começarmos a planejar a importância de ofertar a residência para todos os profissionais. Isso é importante para a continuidade da formação do médico que sai da faculdade e para as novas especialidades que o país irá precisar pelas mudanças demográficas que vai sofrer”, afirmou o ministro.
Valorização do profissional da atenção básica
Outra proposta defendida por Alexandre Padilha durante a reunião foi a valorização do médico que tenha trabalhado na atenção básica como critério diferenciado no ingresso dos programas de residência médica. Atualmente, o acesso à residência médica tem como critério a aprovação em exame teórico, análise de currículo e de títulos. Padilha defendeu que o fato de o médico ter trabalhado na atenção básica, em um programa com supervisão do Ministério da Saúde, também seja um critério importante para a prova de residência.
“Isso é importante para valorização da residência e importante para termos profissionais médicos melhor formados, porque vão ter vivenciado a experiência de enfrentar os problemas que se vê na vida real na atenção básica. Para a estruturação do Sistema Único de Saúde a medida também será importante, para que possamos consolidar a atenção básica no país”, acentuou.
Opinião das entidades médicas
Membros das entidades médicas nacionais também estavam presentes na reunião. Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Cid Carvalhaes, a valorização do profissional na atenção básica é muito atrativa, mas deve obedecer alguns critérios. “O programa de incentivo deve ser voluntário e nunca obrigatório. Além disso, há a necessidade de valorização do preceptor e que essa bonificação para o programa de residência seja previamente determinado, com limites intransponíveis, para não criar excesso de privilégios de um lado e desvantagens de outro”, afirmou o dirigente.
O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, também apoiou a proposta, mas acredita que o estímulo ainda precisa ser mais discutido para garantir a proteção que será dada ao egresso e para a população.
O presidente da Associação Médica Brasileira, José Luiz Gomes do Amaral, elogiou a postura do ministro relacionada à meta estabelecida para os programas de residência. “Acabo de ouvir algo que sempre desejei. O Governo está entendendo que é necessário que o médico tenha uma residência e uma formação médica de qualidade e isso me deixa muito feliz”, concluiu.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

“Plano que prevê abertura de 2,5 mil vagas para médicos precisa ser amplamente debatido”

“Plano que prevê abertura de 2,5 mil vagas para médicos precisa ser amplamente debatido”

Por: Fernanda Lisboa
O presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, analisou em entrevista à Rádio FENAM o Plano Nacional de Educação Médica, desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e da Educação na busca de aumentar o número de médicos por habitante e enrijecer o processo da abertura de vagas que formam esses profissionais. A proposta foi oficialmente apresentada no início do mês aos conselhos nacionais de Educação e Saúde.
Atualmente no país existe 1,8 médico para cada mil habitante, sendo que a cada ano 16,5 mil se graduam. A meta dos Ministérios é elevar este dado para 19 mil/ano e alcançar 2,5 médicos para cada mil pessoas até 2030. Mas para Cid Carvalhaes, qualquer avaliação que se faça a partir de números é falha a princípio, pois não se consegue grandes definições. Segundo ele, o Plano é bastante válido, mas ainda em desenvolvimento, necessita ser amplamente discutido. Saiba mais aqui.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE INFORMA REPASSES AOS HOSPITAIS

Em resposta ao ofício do SIMEC nº 024/2011 o Fundo Municipal de Saúde em Ofícios FMS nº 751/2011 e nº 753/2011 datados de 06/11/2011 e 11/11/2011 informou os valores dos repasses de verbas municipais e federais para os hospitais Santa Casa de Misericórdia de Campos e a Associação Fluminense dos Plantadores de Cana, conforme relação:
Verba Municipal

Verba municipal
Verba Federal:
Verba federal

Santa Casa Verba federal

Verba federal

HPC Verba federal

EMENDA CONSTITUCIONAL 041/2003 - ABONO DE PERMANÊNCIA

CLIQUE NA IMAGEM

sábado, 9 de julho de 2011

MÉDICOS DO HOSPITAL DOS PLANTADORES DE CANA AMEAÇAM GREVE

Médicos do Hospital dos Plantadores de Cana ameaçam greve devido a falta de pagamento. Direção alega atraso no repasse da  prefeitura. Leia na Folha da Manha digital de 09/07/2011:
Folha da Manhã digital de 09/07/11

quinta-feira, 7 de julho de 2011

“Honorários médicos estão cada vez mais danificados e vergonhosos” « Blog oficial da FENAM

“Honorários médicos estão cada vez mais danificados e vergonhosos” « Blog oficial da FENAM: "O presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, fez palestra nesta terça-feira (5) para os membros da Federação Brasileira das Academias de Medicina (FBAM). Durante o evento, realizado na sede do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, o dirigente iniciou sua palestra intitulada “Honorários médicos: satisfatórios ou danificados?”, contando a história do sindicalismo brasileiro, iniciado em 1920 com a Sociedade Sindical Médica Brasileira, quando nascia, segundo ele, o movimento médico brasileiro. De acordo com Carvalhaes, o médico, desde os tempos do império, trabalhava ganhando pouco, mas naquela época os honorários ainda eram compensatórios, diferente do que acontece atualmente. O presidente da FENAM também apresentou as propostas nas quais a entidade tem trabalhado para melhorar os honorários médicos.

“Talvez os médicos, em nenhum momento histórico, tiveram honorários satisfatórios, mas esses honorários foram compensatórios em determinada época. No entanto, no inicio da década de 80, eles começaram a ficar danificados e hoje estão desprezíveis. Nós estamos sobrevivendo graças a um esforço enorme, pois estamos trabalhando muito e ganhando muito pouco”, destacou Cid Carvalhaes.

Durante a palestra, o presidente da FENAM também apresentou as propostas nas quais a entidade tem trabalhado para melhorar os honorários médicos. No setor público, destacou a carreira de Estado para os médicos, acompanhada de um Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), elaborado pela Fundação Getúlio Vargas a pedido das três entidades médicas (FENAM, AMB e CFM).

Já no setor suplementar, a FENAM defende a elaboração de contratos coletivos com as operadoras de saúde. Entre as cláusulas fundamentais do contrato, Cid destaca que sejam expressos os critérios de credenciamento e descredenciamento dos médicos, a proibição de perseguição por parte dos planos de saúde, garantindo a autonomia dos profissionais, reajustes nos honorários com intervalos não superiores a um ano e que as operadoras de saúde ofereçam um número de médicos credenciados proporcional ao número de pacientes que contratam a operadora.

“Chegamos à conclusão de que temos um grande desafio, para lutar de maneira muito intensa pelas nossas condições de trabalho e, acima de tudo, por uma remuneração digna e adequada, mas temos de perder o medo de exigir nossos direitos e perder a vergonha de dizer que estamos ganhando pouco e trabalhando em condições desumanas”, concluiu o presidente da Federação Nacional dos Médicos.

O presidente da FBAM, José Leite Saraiva, elogiou a forma que Cid Carvalhaes usou para abordar o tema. “Todos saíram satisfeitos da palestra. Ficamos muito gratificados pela excelente exposição. Cid é um dos acadêmicos mais proeminentes na classe médica, porque tem uma experiência extraordinária em liderar e uma concepção de entendimento da atividade médica e o papel do médico perante à sociedade muito forte e interessante”, afirmou Saraiva.

Ao final da palestra foi disponibilizado exemplares do PCCV elaborado pelas entidades médicas e a agenda parlamentar com todos os projetos de lei relacionados ao setor de saúde e à categoria médica. A agenda parlamentar foi elaborada pela Comissão de Asssuntos Políticos (CAP) das entidades médicas nacionais.


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terça-feira, 5 de julho de 2011

MÉDICOS DA UTI DO HPC DENUNCIAM FALTA DE PAGAMENTO E SUSPENDEM INTERNAÇÕES

Médicos da UTI Adulto do Hospital dos Plantadores de Cana denunciam falta de pagamento e comunicam a suspensão das internações desde o dia 01 de julho de 2011 e informam que deixarão de prestar serviços naquela instituição a partir de 08 de julho de 2011. O SIMEC  enviou ofício ao Secretário Municipal de Saúde solicitando informações sobre os repasses. Clique na imagens:

Atualização 08/07/2011 17:50 h - Hospital acaba de liberar o pagamento de maio de 2011.