quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Sindicato quer saúde com mais estrutura Folha da Manhã Online

Geral - Sindicato quer saúde com mais estrutura Folha da Manhã Online

Sindicato quer saúde com mais estrutura

Dulcides Netto
Foto: Silésio Corrêa 
Para garantir conforto e segurança ao atendimento, o sindicato dos Médicos de Campos propôs ao município que algumas unidades de saúde de Campos sejam modificadas e/ou reformuladas. O presidente da entidade, José Roberto Crespo, esteve nesta segunda-feira (17) no Programa Folha no Ar Entrevista, transmitido em cadeia pela Plena TV e Rádio Continental, ambas do Grupo Folha, e destacou que unidades como Posto de Urgência (P.U) da Saldanha Marinho; Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Travessão e Ururaí e o Centro de Referência e Tratamento da Criança e do Adolescente (CRTCA I), localizado na rua Barão de Miracema, no Centro, estariam sucateadas e suas estruturas, comprometidas, colocando em risco a vida da população. Até o final desta edição, a Prefeitura não havia respondido aos questionamentos.
— As unidades citadas funcionam em casas alugadas e seriam em caráter temporário. Porém, se passaram cinco e seis anos e os postos continuam funcionando nesses locais. O P.U da Saldanha Marinho, por exemplo, onde já atuaram médicos renomados de Campos e existe há quase 50 anos, precisa ser completamente remodelado. O anexo de tratamento psiquiátrico deveria ser transferido para o Hospital Geral de Gruarus (HGG), para que tenha uma estrutura maior e atender a demanda. Já solicitamos audiência com a prefeita Rosinha, porém ainda não houve uma resposta — declarou o presidente do sindicato.
Crespo relatou também que já fez o contato com o vice-prefeito e secretário de Saúde de Campos, Doutor Chicão, quanto às demandas, mas a audiência com a prefeita seria necessária para que haja uma determinação direta nos projetos. “Além disso, vamos pleitear junto ao governo municipal, a implantação do Plano de Cargos e Salários dos médicos. Uma luta de vários anos da categoria”, ressaltou.
A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de Comunicação da Prefeitura, mas não houve retorno. No site oficial da Fundação Municipal de Saúde (FMS), o órgão informa que o PU da Saldanha Marinho conta com um total de 168 funcionários, e oferece atendimento de urgência, pequenas cirurgias, nebulização, curativo séptico (referência regional), curativo asséptico (dentre eles o curativo pós-cirúrgico), atendimento odontológico de urgência e ambulatorial, remoções e verificação de óbito domiciliar. A página informa também que o posto atende aproximadamente 10 mil pacientes por mês, contando com médicos plantonistas, enfermeiro, assistente social, durante 24 horas; administrador, auxiliares e técnicos de enfermagem; motoristas, recepcionistas, pessoal de apoio e serviços gerais com revezamento de 12 horas.
18/11/2014 11:00

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Fenam aponta falhas na Saúde de Campos Folha da Manhã Online

Geral - Fenam aponta falhas na Saúde de Campos Folha da Manhã Online

Fenam aponta falhas na Saúde de Campos

Dulcides Netto
Foto: Rodrigo Silveira
Após percorrer centenas de hospitais no Brasil, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira Filho, após visita ao Hospital Ferreira Machado (HFM), em Campos, constatou que pacientes estão internados pelos corredores, os salários dos médicos estão defasados se comparados ao piso salarial e o atendimento do paciente à unidade de saúde é demorado. Além disso, o presidente declarou que a população da cidade está prejudicada sem o Programa Saúde da Família (PSF), extinto em 2008. O presidente do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec), José Roberto Crespo, disse que já solicitou reuniões e audiência pública com a Prefeitura e a secretaria de Saúde, porém não houve retorno.
Segundo Geraldo Ferreira Filho, a população de Campos tem o direito de estar insatisfeita com a saúde ofertada pelo município, já que logo na entrada do HFM, os pacientes são fragilizados por serem atendidos em corredores. Além disso, segundo ele, os salários estão abaixo do piso salarial nacional dos médicos, estipulado pela Fenam, que é de R$ 10,9 mil. No município, incluindo as gratificações, os profissionais recebem R$ 3,5 mil e os que atuam num pronto socorro, por exemplo, recebem até R$ 7,5 mil.
— O responsável do HFM informou que havia cerca de 60 a 70 pacientes internados pelos corredores da unidade, e atualmente o número caiu para 15. Mas isso não deve ocorrer, porque viola os direitos da população. Outro questionamento é sobre a Unidade Intermediária (U.I.), que nos outros hospitais é um setor onde os pacientes são levados, quando não há vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em Campos, ocorre o contrário, os pacientes são levados para a U.I. após saírem da UTI, quando estão em recuperação, e ainda não podem ir para os quartos. Não vejo sentido. Na unidade também, no corredor da UTI, há outros pacientes sendo atendidos à espera de uma vaga no setor — relatou o presidente da Fenam, destacando que a ausência do PSF é ruim para o município e que o HFM pode ter progresso no futuro, se aumentar o número de leitos e realizar concurso público.
Também participaram da reunião, no auditório da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia, na Faculdade de Medicina de Campos, o vice-presidente do Fenam e presidente do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo, Otho Batista, e o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed), Jorge Darze. “Para solucionar os problemas encontrados no hospital, estamos aguardando resposta da Prefeitura para uma reunião com o sindicato e uma audiência pública, que pode ser realizada dentro de 60 dias”, disse o presidente do Simec, José Roberto Crespo.
A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do HFM, mas não obteve retorno.

VISITA DA FENAM

Sindical

Presidente da FENAM visita hospital em Campos (RJ) e participa de assembleia com médicos
Foto: Giovana Carvalho 

30/10/2014

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, realizou nesta quinta-feira (30), pela manhã, vistoria das condições de trabalho e de atendimento no Hospital Ferreira Machado, em Campos (RJ). Às 15h30, haverá coletiva de imprensa sobre a agenda na cidade. Às 19h30, dr. Geraldo participa de assembleia no Sindicato dos Médicos de Campos (RJ) com a categoria médica. Na reunião será discutida a conjuntura da saúde nacional; as lutas da categoria; o caos na saúde pública, como a falta de leitos e equipamentos; a formação médica; os programas Mais Médicos e Mais Especialistas; além da negociação com os planos de saúde.

A agenda faz parte de uma série de visitas estratégicas da instituição aos Estados para conhecimento da realidade local e o fortalecimento das bandeiras de luta. A assembleia ocorrerá na sede do Sindicato dos Médicos de Campos (RJ), que fica na Avenida Alberto Torres, 205 Altos, no Centro.

Integram a comitiva o vice-presidente da FENAM, Otto Baptista, o membro da CAP-FENAM, Eglif Negreiros e o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze. Também fazem parte do grupo, o presidente do Sindicato, José Roberto Crespo e o tesoureiro, Reinaldo Dantas.

Fonte:
 Valéria Amaral 

http://campos24horas.com.br/portal/federacao-nacional-dos-medicos

Federação Nacional dos Médicos elogia estrutura do Ferreira Machado

sexta-feira, 31 de outubro de 2014      -       Foto: Divulgação    
O Hospital Ferreira Machado (HFM) recebeu nesta quinta-feira (30), a visita de representantes da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e dos Sindicatos dos Médicos do Espírito Santo, Rio de Janeiro e de Campos.
O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), José Manuel Moreira, e o diretor geral do HFM, Ricardo Madeira, recepcionaram a comitiva, que está no município para reunião promovida pelo sindicato da categoria, e aproveitou a oportunidade para conhecer o hospital.
Ricardo Madeira falou sobre o perfil de atendimento, sobre os investimentos em obras de reforma e ampliação que vem sendo realizados pela Prefeitura desde 2011 no HFM e levou a equipe para conhecer as instalações do hospital e da nova UTI, inaugurada em maio de 2013.
Os representantes da FENAM e dos sindicatos dos médicos ficaram impressionados com a estrutura da nova UTI do HFM, que possui 30 leitos, sendo 24 deles individuais, divididos em sistema de box.
- É uma satisfação ver que as escalas de plantonistas estão completas, que há um comprometimento não só da equipe com o serviço, mas da gestão com o hospital. A UTI é excelente, tem uma estrutura física fantástica. É um exemplo que a gente pode levar para outros locais, de um hospital que está buscando se aperfeiçoar; e quem ganha é o paciente – destacou o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira Filho.
Fonte: Jornal 24Horas

Presidente da Fenam critica as UPAs do Rio

Publicado em 30/10/2014


Phillipe Moacyr
coletiva na Faculdade de Medicina de Campos

Em visita ao Hospital Ferreira Machado (HFM) nesta quinta-feira, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira Filho, se deparou com um problema que se repete nas principais unidades hospitalares do Brasil: leitos improvisados no corredor. Ele reconheceu a diminuição do número de leitos de retaguarda em Campos e destacou ter notado a "perspectiva de melhora desta realidade, porque há investimento". Ele também elogiou a estrutura da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do HFM. "São 24 leitos, todos com equipamentos de última geração. A UTI é maravilhosa".

Após a visita, Geraldo e a comitiva que o acompanhou concederam entrevista coletiva à imprensa. Além da impressão que tiveram da unidade, eles abordaram diversas outras questões pertinentes à medicina. 

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed), Jorge Darze, denunciou a saúde pública oferecida pelo governo estadual. Ele criticou duramente o modelo de funcionamento das UPAs e das Clínicas da Família. "As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as Clínicas da Família são verdadeiras fraudes. Elas não prestam o serviço a que os respectivos projetos se propõem. A UPA, por exemplo, mantém internados, por uma semana, pacientes que deveriam ser transferidos em no máximo 48 horas para clínicas hospitalares. Isso é um verdadeiro absurdo!", criticou Darze.

O presidente do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec), José Roberto Crespo, frisou a importância da comitiva no município e ressaltou que a entidade tem buscado entendimento com o poder público municipal para garantir melhorias. Compuseram a comitiva ainda o presidente e o coordenador jurídico do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo (Simes), respectivamente Otto Baptista e Eglife Medeiros Filho.



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

AGENDA PARA 5ª Feira - SIMEC- FENAM-SINMED.

 Agenda para  5ª Feira - SIMEC- FENAM-SINMED.

Ás 10h 30min. - Visita ao HFM
Ás 15h30min. - Coletiva com a Imprensa no SIMEC
Ás 19h30min. - Reunião com as entidades e Associados no auditório da SFMC.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VISITA DO PRESIDENTE DA FENAM - DIA 30/10/2014 - QUINTA FEIRA

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 Altos – Tel/Fax: 2723-2593- 2724-2664-Campos - RJ

         AOS COLEGAS MÉDICOS

​Passado as eleições; A luta continua por uma melhor qualidade na saúde e a busca incessante pela dignificação da profissão médica.

​Assim o Sindicato dos Médicos de Campos-SIMEC estará recebendo em Campos nesta Quinta-feira, dia 30/10/2014, os Presidentes da Federação Nacional dos Médicos-FENAM, Dr. Geraldo Ferreira Filho e o  do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro-SINMED, Dr. Jorge Darze, onde estarão debatendo e informando aos colegas de nossa região como estão nossas bandeiras de luta em Brasília: Piso Nacional dos Médicos, Ato Médico, Gratificação dos Médicos Federais. Residência Médica, etc, e as perspectivas para este novo governo.

Contamos com a presença de todos.

Dia: 30/10/2014
Horario: 19:30h
Local: Auditório da S.F.M.C

Dr. José Roberto Crespo de Souza
                Presidente

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DIA DO MÉDICO - CONVITE

A Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia e o
Sindicato dos Médicos de Campos
convidam  para a

Comemoração do
DIA DO MÉDICO
      

Com a seguinte programação:

Dia 17 de outubro de 2014 – sexta-feira
20 horas – Momento Cultural: “Centenário de José Cândido de Carvalho com a
                                                    Drª Arlete Parrilha Sendra
20h30 – Homenagem ao Médico do Ano: Dr. Luíz Carlos Mendonça da Silva
21horas -  Inauguração da foto do Dr. Almir Salomão Filho – Galeria de
                 Ex-Presidentes         da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia
21h30 – Coquetel (Oferecido pelo Laboratório Plinio Bacelar) 
        
Dia 18 de outubro de 2014 – sábado
12h – Churrasco de confraternização no Recanto do Bosque

Dia 19 de outubro de 2014 – domingo
18h – Missa no Santuário Nossa Senhora Perpétuo Socorro




Obs: A retirada do convite para o churrasco será até o dia 16 de outubro na sede da SFMC e do SIMEC no horário das 09 às 17 horas.


                                                                                                                                                                                           
  Av. Alberto Torres, 217 – 28035-581 - Campos dos Goytacazes – RJ
Tels: 2733-1227 - 2723-2593

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

DEMISSÃO DE MÉDICOS PELA SANTA CASA CAUSA REPERCUSSÃO NEGATIVA

http://fmanha.com.br/blogs/gustavomatheus

A “maldita” Santa Casa “sem” misericórdia de Campos


O que vem acontecendo com a Santa Casa de Misericórdia de Campos é uma covardia. E o pior é que os absurdos não são de hoje. O hospital vem negando aos seus médicos, funcionários e, principalmente, pacientes, materiais e condições básicas de atendimento. Para deixar a situação ainda mais esdrúxula, o provedor Benedito Marques demitiu o staff do hospital após os profissionais reivindicarem melhorias no CTI (Centro de Terapia Intensiva). O administrador ainda segue evitando responsabilidades trabalhistas, ao contratar firmas que prestam serviço, invés de funcionários, terceirizando o “problema”. Portanto, quando bem entende, rescinde o contrato com os médicos que questionam as supostas irregularidades em sua administração. Segundo o Sindicato dos Médicos de Campos (SIMEC), a prática é “absurda e irregular”.
Ao que parece, a Prefeitura, através da secretaria de Saúde, vem cumprindo com suas obrigações, e estaria de “mãos atadas”. O repasse vem sendo feito normalmente, mas a Santa Casa continua com dívidas com fornecedores de materiais e equipamentos hospitalares. Tem empresa que não recebe há mais de dois anos. Para esquentar ainda mais o clima, o vereador governista Abdu Neme (PR) fez denúncias graves da tribuna da Câmara, como mostrou o blog do Bastos, aqui. “O paciente quer ser atendido pelo médico do SUS e não consegue, mas se pagar a consulta o médico atende. Essa relação tem que mudar. Quem quiser pagar que vá ao consultório do médico. Mas se o hospital é filantrópico, o CNPJ é filantrópico, ele tem que priorizar as consultas pelo SUS. Pode até ter consulta social, mas tem que ser da seguinte forma. Se atender 10 pelo social, tem que atender 20 pelo SUS”, disse Abdu, que também avisou: “Nós não vamos permitir que funcionários da secretaria de Saúde fiquem passando a mão na cabeça dessa gente. Eu estou aqui avisando, mas depois eu vou dar nome aos bois. Não pode acontecer isso: facilidade para atender social e dificuldade para atender SUS. Eu nunca atendi social nem particular na Santa Casa. Ali é um lugar para pessoas humildes que estão sofrendo e precisam de um atendimento. Se alguém for cobrado para operar, para ter neném, denuncie. É só ligar para a Câmara e denunciar”, completou.
A Prefeitura, o Conselho e o Sindicato deveriam abandonar a passividade, mostrando um pouquinho mais de “misericórdia”, de mãos atadas ou não. Essa bola de neve chamada Santa Casa, enquanto pilotada pelo senhor “Maledeto”, deve continuar nesta sua jornada da desgraça, atropelando a população humilde e carente de Campos, que tanto precisa dela.
Misericórdia, meus senhores, misericórdia!
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domingo, 21 de setembro de 2014

Sindicato dos Médicos denuncia prática desrespeitosa na Santa Casa

Sindicato dos Médicos denuncia prática desrespeitosa na Santa Casa

Data: 20/09/2014 - 00:01:01 

Sindicato dos Médicos denuncia prática desrespeitosa na Santa Casa

Na última quarta-feira (17), um grupo de 23 médicos que atuava na UTI da Santa Casa foi dispensado

O Sindicato dos Médicos de Campos (Simec) denunciou nesta sexta-feira (19 de setembro) uma prática de escapatória que vem sendo adotada pela Santa Casa de Misericórdia de Campos e por outros hospitais do município para desconfigurar a relação trabalhista entre os médicos e as respectivas unidades.

O presidente do Simec, José Roberto Crespo de Souza, revelou que em muitos casos, a exemplo da Santa de Misericórdia, os médicos plantonistas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo, não são funcionários do hospital e, portanto, não têm vínculo trabalhista com a unidade. Eles são admitidos para o trabalho por meio de uma firma e o serviço é terceirizado.

"Esta prática de contratar médicos através de uma firma para prestar serviço nos hospitais é uma forma de mascarar as relações trabalhistas existentes. É um subterfúgio para não criar vínculo. Estamos em defesa da classe médica e não podemos aceitar um absurdo deste", avaliou José Roberto.

Na última quarta-feira (17), um grupo de 23 médicos que atuava na UTI da Santa Casa foi dispensado - sem receber seus direitos trabalhistas - depois de o contrato entre o hospital a empresa para a qual eles prestavam serviço ter sido rescindido pela Santa Casa, sob a justificativa de que a empresa teria "desrespeitado o Contrato de Prestação de Serviço Médico ao quebrar o sigilo de informação, levando assuntos internos funcionais da instituição à secretaria municipal de Saúde".

A quebra de sigilo justificada pela Santa Casa faz menção à denúncia feita pela firma que representa os 23 médicos dispensados, dando conta da falta de condições de trabalho na UTI da unidade. Dentre os problemas apontados estão a falta de medicamentos e exames.

A denúncia foi constatada em auditorias feitas pela secretaria municipal de Saúde e também pelo Ministério Público Estadual (MPE), cujos posicionamentos constam em relatórios.

Ação
O Simec está adotando todas as medidas cabíveis para extinguir esta prática. O vice-presidente, Ézil Reis, garantiu que o Sindicato está preparado para mover um processo trabalhista, seja individual ou coletivo, contra a Santa Casa de Misericórdia de Campos. Ele ainda ressaltou que o mesmo acontecerá com as demais unidades que insistem neste tipo de contratação.

O Sindicato ainda irá acionar o Ministério Público Federal (MPF) solicitando a transparência na prestação de contas da Santa de Misericórdia de Campos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

TST:Hospital é condenado por mascarar relação de emprego com médico plantonista

Hospital é condenado por mascarar relação de emprego com médico plantonista

  


(Qua, 17 Set 2014 13:51:00)
A Santa Casa de Misericórdia de Santa Bárbara D´Oeste (Hospital Santa Bárbara) foi condenada a pagar verbas rescisórias a um médico que prestou serviços à entidade por quase quatro anos. A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do hospital contra a condenação. Para a ministra Dora Maria da Costa, relatora, ficou evidenciado que o profissional prestou serviços de forma onerosa e não eventual, além de ter subordinação jurídica com o hospital, elementos caracterizadores da relação de emprego.
Na reclamação trabalhista, o médico descreveu que foi contratado como plantonista de pediatria sem a assinatura da carteira de trabalho para trabalhar para a Santa Casa e, paralelamente, para a Prefeitura Municipal de Santa Bárbara (SP). Dois anos depois, para tentar "mascarar a relação de emprego", foi orientado a abrir uma empresa para emitir notas fiscais pelos serviços prestados.
Afirmou, ao pedir o reconhecimento do vínculo, que era subordinado ao hospital, que não podia mandar outra pessoa no seu lugar, tinha que cumprir horário e recebia salário fixo mensal. Sustentou que é ilícita a contratação de trabalhador como pessoa jurídica e que qualquer forma utilizada que não for a celetista, deve ser considerada como fraude à lei.
Em defesa, o hospital afirmou que o médico era autônomo e, como plantonista, não tinha vínculo de emprego. Disse ainda que ele podia ser substituído e tinha autonomia para escolher horários e a frequência dos plantões.  
Mas o depoimento da preposta da Santa Casa deixou clara, para o juízo de origem e para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), a natureza empregatícia da relação. De acordo com a preposta, o médico sofria advertências do diretor clínico por fazer atendimento voluntário e atender crianças residentes em abrigos, "o que seria proibido pela Santa Casa de Misericórdia". Destacou que, como o horário do plantão era corrido, o médico não podia se ausentar, e que o controle das escalas era feito pelo diretor clínico do hospital. 
No TST, o hospital pediu o afastamento do reconhecimento do vínculo e insistiu que o médico era prestador de serviços, sem qualquer subordinação, já que era apenas plantonista.
Mas, ao analisar o caso, a ministra Dora Maria da Costa destacou que ficou evidenciada na decisão do TRT a presença dos requisitos do artigo 3° da CLT e dos elementos essenciais à configuração da relação de emprego: trabalho prestado por pessoa física, com pessoalidade, onerosidade, não eventualidade e subordinação jurídica.
A ministra observou que o depoimento da preposta, registrado pelo Regional, caracterizou verdadeira confissão quanto à subordinação. Baseada na Súmula 296 do TST, uma vez que o hospital não apresentou divergência jurisprudencial específica, ela não conheceu do recurso, e foi acompanhada por unanimidade. Após a publicação do acórdão, a Santa Casa opôs embargos declaratórios, ainda não examinados pela Turma.
(Taciana Giesel/CF)
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.
Secretaria de Comunicação Social
Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4907
secom@tst.jus.br
 

Geral - Centro de Terapia com problema Folha da Manhã Online

Geral - Centro de Terapia com problema Folha da Manhã Online

Centro de Terapia com problema

Suzy Monteiro
Foto: Rodrigo Silveira
Chefe até a última quarta-feira (17) do Centro de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Campos, o médico Manoel Corraes rebateu, na quinta-feira (18), as informações do provedor Benedito Marques de que a substituição da empresa que atuava no setor seria para melhorias no serviço. O médico disse que há mais de um ano problemas com falta de material e condições que comprometeriam inclusive a saúde dos pacientes estão sendo denunciados a órgãos como Conselho Regional de Medicina, Secretaria de Saúde e já resultaram em investigações por parte dos ministérios públicos do Trabalho e Estadual. O provedor Benedito Marques afirmou que os problemas estão sendo sanados, “muitos já foram” e garante: “O tratamento dos pacientes está assegurado”.
Entre as deficiências denunciadas pelos médicos do CTI estavam aparelhos Ecocardiograma e de ultrassonografia que não subiam para as unidades de terapia intensiva, assim como Raio X que não estaria disponível durante plantão noturno. Outro problema diz respeito à falta de atendimento a solicitações de exames laboratoriais, além de falta de medicamentos básicos e complexos e o aparelho tomógrafo com defeito na ocasião da denúncia — 11 de agosto de 2014.
Essas questões constam de ofício enviado pela empresa à Provedoria da Santa Casa, onde estão relatadas, também, deficiências no setor de Cirurgia Cardíaca e Hemodinâmica. De acordo com o documento, havia falta de insumos necessários para realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos: “não há no hospital por várias semanas stents, próteses valvares, marcapassos provisórios, marcapassos definitivos, oxigenadores, entre outros.
— Por conta disso, por nossa responsabilidade com os pacientes e depois de vários pedidos à Provedoria decidimos suspender os atendimentos. A solução da Provedoria foi nos demitir — relatou o médico, acompanhado de um dos advogados que atendem o grupo de 23 profissionais que foi desligado da Santa Casa no último dia 17.
Oficio semelhante foi encaminhado à secretaria municipal de Saúde e ao Conselho Regional de Medicina (Cremerj). A prefeitura realizou auditoria no hospital nos dias 31 de julho, 1º e 9 de agosto, no qual constatou, por exemplo, que o serviço de radiologia não está disponível 24 horas, apenas de segunda à sexta-feira de 7h às 19h e nos finais de semana até 12h. Também, segundo o relatório da auditoria, havia falta de medicamentos básicos, faltavam insumos para todos os pacientes e havia quatro respiradores quebrados no corredor da UTI, aguardando manutenção.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Geral - Médicos são contra nova carga horária Folha da Manhã Online

Geral - Médicos são contra nova carga horária Folha da Manhã Online

Médicos são contra nova carga horária


Lohaynne Gregório
Foto: divulgação
Depois de uma assembléia realizada no último dia 13, o Sindicato dos Médicos de Campos (Simec) informou que está preparando medidas judiciais contra duas leis municipais que tratam sobre a carga horária dos profissionais. Segundo o presidente da entidade, Reinaldo Tavares Dantas, os médicos estatutários estariam sendo pressionados a aumentar a carga horária de 20 para 24 horas e dividir o plantão em dois turnos de 12 horas. Ainda de acordo com o presidente, as novas leis entraram em vigor no início de abril e os médicos teriam o prazo de 60 dias para decidir se vão mudar ou não.
Dantas explicou que os médicos demonstraram insatisfação na assembleia extraordinária. “A maioria dos médicos já tem sua forma de trabalho solidificada e não quer mudar. Quem tem 20 horas não pode ser obrigado a fazer a mudança para 24 horas”, esclareceu. De acordo com o presidente do Simec, a lei que trata da mudança da carga horária é a de número 8.545/2014. Já a lei que possibilita a divisão do plantão de 24 horas em dois turnos é a de número 8.542/2014.
Segundo ele, as novas leis valem para os médicos estatutários que atuam nos hospitais Ferreira Machado, Geral de Guarus e nos postos de saúde 24 horas. “O médico não é obrigado a mudar, tem que verificar se vai ser conveniente para ele e não pode ser pressionado para isso. A orientação do sindicato é não assinar nenhum termo de adesão sem ler tudo para saber se será conveniente”, explicou.
Medidas — O presidente do Simec afirmou que o sindicato está preparando medidas judiciais para que os médicos não sejam obrigados ou pressionados a fazer a mudança de carga horária ou de plantão. “Se houver qualquer tipo de perseguição, o médico deve fazer a denúncia ao sindicato para que possamos tomar as providências necessárias”, disse Reinaldo Tavares.
A assessoria da secretaria municipal de Saúde não respondeu o e-mail encaminhado pelo jornal, até o fechamento desta matéria.
Plantão ameaçado com a nova legislação

quinta-feira, 15 de maio de 2014

NOTA OFICIAL LEIS MUNICIPAIS (PMCG) Nº 8.542, 8.543 E 8.545 DE 03 DE ABRIL DE 2014

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
CNPJ- 30.405.708/0001-93
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 Altos – Tel/Fax: 2723-2593 – 2724-2664 –
Blog : htt://simec-simec.blogspot.com

Campos dos Goytacazes – RJ



NOTA OFICIAL
O Sindicato dos Médicos de Campos, após Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 13 de maio de 2014, para tratar sobre as novas leis municipais, que trata da mudança da carga horária de 20 horas para 24 horas (Lei nº 8.545/2014), bem como do plantão de 24 horas ser modificado para dois plantões de 12 horas Lei nº 8.542/2014).
A totalidade dos presentes mostrou insatisfação com as novas Leis, levando o Sindicato dos Médicos de Campos a tomar as devidas providências, inclusive via judicial.
Os médicos que atuam em ambulatórios e optarem em passar de 20 horas para 24 horas, poderão ter que fazê-lo em 3 dias de 8 horas cada.
Assim sendo, o Sindicato dos Médicos de Campos orienta a seus associados que não desejam aumentar sua carga horária de 20 horas para 24 horas e que não desejam o desmembramento do plantão de 24 horas em dois plantões de 12 horas, a não assinar nenhum tipo de opção fornecida pelo Município de Campos dos Goytacazes, até que as providências legais sejam buscadas.

Dr. Reinaldo Tavares Dantas
Presidente do SIMEC