sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

MÉDICOS DO HFM E HGG DECIDEM GREVE NA TERÇA DIA 03/03/2015

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
CNPJ-30.405.708/0001-93
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 – Altos - Tel/Fax: - 2723-2593 - 2724-2664

Campos dos Goytacazes - RJ


ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Senhor Presidente do Sindicato dos Médicos de Campos dos Goytacazes, no uso das atribuições que lhe são conferidas, nos termos do artigo 21, inciso II e artigo 30 do seu Estatuto, convoca os senhores associados, em pleno gozo de seus direitos sindicais para se reunirem em Assembléia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 03 de março de 2015, às 19h em primeira convocação, ou às 19 horas e 30 minutos em segunda convocação com qualquer número de associados, na Faculdade de Medicina de Campos, sala 02, situado na Avenida Alberto Torres, 205, para a seguinte ordem do dia: Deliberação sobre a Deflagração de greve geral dos Médicos do Hospital Ferreira Machado, Hospital Geral de Guarus e Secretaria de Saúde do Município de Campos dos Goytacazes.


Campos dos Goytacazes, 27 de fevereiro de 2015


José Roberto Crespo de Souza
Presidente do SIMEC




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

MANIFESTO DOS MÉDICOS PLANTONISTAS DO HOSPITAL FERREIRA MACHADO E O HOSPITAL GERAL DE GUARÚS

MANIFESTO DOS MÉDICOS PLANTONISTAS DO HOSPITAL FERREIRA MACHADO E O HOSPITAL GERAL DE GUARÚS

Os médicos plantonistas lotados na emergência dos Hospitais Ferreira Machado e Hospital Geral de Guarus protestam veementemente contra as declarações do Sr. Anthony Garotinho proferidas no seu programa de rádio nas últimas semanas, em que foram alvo de críticas.
Com relação aos comentários maldosos e inverídicos do Sr. Secretário de governo do Município temos a declarar que:
1 - O Hospital Ferreira Machado é referência de urgência e emergência em saúde para toda a região incluindo municípios de São João da Barra, São Francisco do Itabapoana, São Fidelis, Italva e Cardoso Moreira e ainda parte de Macaé, Conceição de Macabu estendendo-se em alguns caso até Região dos Lagos e Casimiro de Abreu. Por isto figura entre os hospitais do Estado do Rio de Janeiro, como um dos principais no atendimento a urgência, além da referencia regional em AIDS e Tuberculose.
2 – As equipes de plantão incluindo médicos, profissionais de enfermagem, assistentes sociais, funcionários administrativos e outros funcionam em perfeita harmonia de forma respeitosa e integrada cumprindo cada qual sua função no compromisso assumido. Não é verdade, portanto como disse o Secretário, que tenha flagrado “enfermeiro cumprindo papel de médico”, até porque tal fato é exercício ilegal da profissão passível de punição pelo conselho profissional correspondente e processo civil.
3- Com freqüência há falta de material de consumo bem como de instrumental adequado para o atendimento a pacientes em varias especialidades.
4- Que as instalações físicas estão inadequadas, mal conservadas, comprometendo o atendimento  a população.
5- Que a regulação de internações nos hospitais credenciados da rede não dão conta da lotação e demanda causando pletora no pronto socorro.
O que os médicos querem é um piso salarial digno para a categoria reduzindo a forma de remuneração por gratificação, não incorporadas ao salário e ausentes na aposentadoria do profissional, e a implantação imediata do Plano de Cargos e Salários, prometido pelos vários  governos que se sucederam e não cumprida, embora exigida pela Lei Orgânica  da Saúde 8080.
Até que isto ocorra os médicos plantonistas reunidos em Assembléia Geral do Sindicato dos Médicos de Campos, não aceitam a redução do valor das atuais gratificações. Queremos ainda condição adequada de trabalho com repouso, alimentação e higiene garantidas para um profissional que passa 24 horas em um plantão. Exigimos provimento de materiais e insumos adequados para a prestação de um serviço digno à nossa população.
Desde a inauguração dos pronto socorros a estrutura  permanece a mesma, embora a população atendida tenha se multiplicado, causando com isso sobrecarga as unidades, propiciando um atendimento indigno aos usuários (falta de privacidade, macas nos corredores , etc.).
De resto é lamentar que mais uma vez o Sr. Anthony Garotinho através do microfone de rádio tente jogar a população contra a categoria médica criando factóides e intrigas provocando revolta em muitos que ignoram a verdadeira condição de funcionamento dos hospitais.
Gostaríamos ainda que o Ministério Público através dos seus representantes agendasse visitas aos pronto socorros dos hospitais para verificação em loco da situação de funcionamento dos mesmos.


SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS

OBS: ESTA NOTA VAI REFERENDADA PELOS 80 MÉDICOS PRESENTES NA ASSEMBLEIA GERAL DO DIA 09/02/2015, QUE DELIBERARAM MANTER-SE EM ESTADO DE GREVE AGUARDANDO NOVA RODADA DE NEGOCIAÇÕES COM A PMCG.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

MÉDICOS DA PMCG HFM HGG - ASSEMBLÉIA DIA 09 DE FEVEREIRO ÀS 19 H NO AUDITÓRIO DA SFMC

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
CNPJ-30.405.708/0001-93
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 – Altos - Tel/Fax: - 2723-2593 - 2724-2664 – 99780-2589
Campos dos Goytacazes  - RJ


CONVOCAÇÃO

O Sr. Presidente do Sindicato dos Médicos de Campos dos Goytacazes, no uso das atribuições que lhe são conferidas, convoca os senhores médicos que atuam junto a Prefeitura Municipal de campos dos Goytacazes, (assim como os médicos de ambulatório para pleitearem um piso salarial maior), para se reunirem no dia 09 de fevereiro de 2015, às 19h30min, no Auditório da SFMC situado a Av. Alberto Torres, 217 altos, para deliberar os seguintes assuntos:  A) Carga Horária dos Médicos da PMCG; B) Redução de Salários da PMCG; Condições de Trabalho da PMCG; D) Estado de Greve; E) Resultado do que ficou decidido com a reunião PMCG.

                       Campos dos Goytacazes, 06 de fevereiro de 2015.


José Roberto Crespo de Souza
Presidente do SIMEC


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

MÉDICOS DA PMCG HFM HGG - REUNIÃO DIA 09 DE FEVEREIRO ÀS 19 H NO AUDITÓRIO DA SFMC

Simec e governo municipal abrem canal de
negociação para discutir reivindicação dos médicos

            O sindicato dos Médicos de Campos (Simec) e o governo municipal estão com um canal de negociações aberto, em busca de saídas que atendam às reivindicações dos médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG), que estão em estado de greve desde o início da semana. Na próxima segunda-feira (9), pela manhã, haverá nova reunião entre o Simec e representantes do governo para que seja apresentada a pauta de reivindicações da categoria. À noite, médicos realizam assembleia.
            A pauta de reivindicações foi elaborada numa reunião em que participaram cerca de 70 profissionais, na noite da última segunda-feira (2). A devolução dos cortes feitos nas folhas de pagamento dos médicos detentores de duas matrículas é uma das principais exigências. Os médicos pedem ainda: melhoria das condições de trabalho; manutenção do plantão de 24 horas; e permanência das gratificações oferecidas pela Prefeitura de Campos, até que estas sejam incorporadas aos salários e garantam o aumento do piso salarial da categoria.
            “O Sindicato está cumprindo com o seu papel de intermediar as negociações. Já realizamos uma primeira reunião com o vice-prefeito e secretário de Saúde, Doutor Chicão, e conseguimos abrir um canal de negociações. O governo se mostrou disposto a conversar e encontrar soluções. Isso é bastante positivo. Na próxima segunda teremos outra reunião com representantes do governo e à noite repassaremos todas as informações à categoria”, destacou o diretor do Simec, Luiz Carlos Sell.
FOTOS DA REUNIÃO DE 02/02/2015:




             
REPERCUSSÃO:
Política - Médicos ainda esperam acordo Folha da Manhã Online

Médicos ainda esperam acordo

Arnaldo Neto
Foto: Folha da Manhã 
O Sindicato dos Médicos de Campos (Simec) e representantes da Prefeitura de Campos ainda tentam um acordo com relação aos cortes de salários dos médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital de Guarus (HGG). De acordo com José Roberto Crespo, presidente do Simec, durante encontro realizado na última segunda-feira (02), com o presidente da Fundação Municipal de Saúde, José Manuel Moreira, o secretário de Administração Fábio Ribeiro e Procuradores do município, foi identificado que houve erro e ficou definido que haverá outra reunião na próxima segunda-feira (09), prazo que os representantes da administração pública pediu para buscar informações junto ao Tribunal de Contas sobre o salário dos médicos que têm mais de uma matrícula. José Roberto disse ainda que o problema do corte nos salários não é a única reclamação dos médicos.
Após o encontro com representantes da administração pública, José Roberto teve uma reunião com médicos no sindicato e constatou que a classe tem outras queixas. Na demanda está a aprovação do plano de cargos e salários, insalubridade e a adequação dos hospitais de acordo com o crescimento da cidade. “Como você trabalha em um ambiente sobre pressão, vendo pacientes nos corredores? Temos que ter, minimamente, um lugar digno para trabalhar. O município cresceu e os hospitais continuam com a mesma estrutura de 50 anos atrás”, disse.
Na semana que vem, após o novo encontro do presidente do sindicato com os representantes do poder público, haverá uma assembleia, para que todos os sindicalizados tenham ciência da decisão. José Roberto acredita que a questão salarial será resolvida. “São duas matrículas completamente distintas, não dá para você juntar como se fosse um valor único e achar que não pode pagar porque é maior que o salário da prefeita”, afirmou.
O presidente do sindicato reclamou ainda quanto falta de planejamento para realização de obras nos principais hospitais do município. “Talvez tenha a redução da arrecadação dos royalties este ano, mas há muitos anos nada é feito”, criticou José Roberto.
A Prefeitura de Campos, através da secretaria de Comunicação Social, foi contestada quanto à reunião com José Roberto Crespo. Mas até o fechamento desta edição não houve resposta.
Corte nos salários desmotivou profissionais
Os médicos plantonistas do HFM e do HGG foram surpreendidos com cortes nos seus salários ao receberem o contracheque de janeiro e entraram em estado de greve. Segundo eles, não houve aviso prévio ou justificativa convincente. A explicação seria que os profissionais estariam recebendo além do teto estabelecido para o salário da prefeita. O fato veio a público um dia após a Câmara de Campos aprovar um pacote com “medidas econômicas” enviado pela prefeita Rosinha Garotinho (PR).
Segundo o Simec, em um dos casos o funcionário recebeu R$ 3.379,75 a menos, com corte de R$ 1.023,75 no salário de uma matrícula e outro de R$ 2.356 no segundo vínculo. Ainda de acordo com o sindicato, a conclusão é que todos os profissionais que tiveram parte do pagamento cortado são detentores de duas matrículas e que, portanto, recebem dois salários distintos, que somados ultrapassaram o valor líquido pago mensalmente à prefeita.
04/02/2015 11:00

Médicos do HFM e HGG se unem contra ações da prefeitura - 3ª VIA ONLINE
Data: 02/02/2015 - 22:10:03

Médicos do HFM e HGG se unem contra ações da prefeitura

Eles se reuniram e elaboraram uma pauta de reivindicações a ser entregue na próxima segunda-feira

Médicos que trabalham nos setores de emergência do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG) fizeram uma assembleia na noite desta segunda-feira (2 de fevereiro), no auditório da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), onde elaboraram uma pauta de reivindicações a ser entregue na sede da Prefeitura de Campos na próxima segunda, às 9h. Os médicos estão em estado de greve desde a semana passada e exigem uma resposta da prefeitura.

Ficou acordado entre eles que não será aceita a redução do valor da gratificação; que será mantida a carga horária de 24 horas por plantão; que o teto salarial será analisado por matrícula e não por CPF (em caso de profissionais com dois vínculos).

Outro questionamento é que a prefeitura reveja os cortes que já foram feitos. E, por último, eles querem melhores condições de trabalho.

Médicos Plantonistas anunciam greve

Publicado em 30/01/2015


Phillipe Moacyr
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Diretor disse que não tem conhecimento da manifestação
O Sindicato dos Médicos de Campos (Simec) informou nesta sexta-feira que os médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital Geral de Guarus (HGG) estão em estado de greve por ter tido cortes na folha de pagamento neste mês. Entretanto, o presidente da Fundação Municipal de Saúde, José Manuel Moreira, disse, através de nota, não ter sido informado da natureza das reivindicações dos médicos plantonistas dos dois hospitais. José Manoel esclareceu que seu gabinete está sempre aberto, mas não foi procurado pelos médicos em questão. "É direito dos médicos ter duas matrículas. Isso tem que ser levado em consideração. Eles receberam mais porque trabalharam mais. Fizeram plantões extras e substituições", esclareceu o presidente do Simec, José Roberto Crespo.

Já o presidente da Fundação Municipal de Saúde afirmou que a saúde é prioridade no governo municipal, "o que se comprova pelos investimentos altos que têm sido feitos nos últimos anos". Moreira entrou em contato com o presidente do Sindicato dos Médicos e agendou para a próxima segunda-feira (2) uma reunião, que também contará com outros representantes do governo, onde os médicos, através de sua representação poderão expor suas reivindicações. Segundo o artigo 37 da Constituição Federal, inciso XI, alguns servidores atingiram o teto máximo previsto em lei.








sábado, 31 de janeiro de 2015

MÉDICOS DA PMCG HFM HGG - REUNIÃO DIA 02 DE FEVEREIRO ÀS 19 H NO AUDITÓRIO DA SFMC -CARGA HORÁRIA REDUÇÃO DE SALÁRIOS CONDIÇÕES DE TRABALHO ESTADO DE GREVE

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
CNPJ-30.405.708/0001-93
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 – Altos - Tel/Fax: - 2723-2593 - 2724-2664 – 99780-2589
Campos dos Goytacazes  - RJ


CONVOCAÇÃO

O Sr. Presidente do Sindicato dos Médicos de Campos dos Goytacazes, no uso das atribuições que lhe são conferidas, convoca os senhores médicos que atuam junto a Prefeitura Municipal de campos dos Goytacazes, para se reunirem no dia 02 de fevereiro de 2015, às 19:00 horas, no Auditório da SFMC situado a Av. Alberto Torres, 217 altos, para deliberar os seguintes assuntos:  A) Carga Horária dos Médicos da PMCG; B) Redução de Salários da PMCG; Condições de Trabalho da PMCG; D) Estado de Greve;

                       Campos dos Goytacazes, 31 de janeiro de 2015.


José Roberto Crespo de Souza
Presidente do SIMEC


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Médicos plantonistas do HFM e do HGG estão em estado de greve

Médicos plantonistas do HFM e do HGG estão em estado de greve





Médicos plantonistas do HFM e do HGG estão em estado de greve

Denúncia foi levada pelos plantonistas dos respectivos hospitais ao Sindicato dos Médicos de Campos

Em repúdio ao corte nos salários, efetuado pela Prefeitura de Campos, neste mês, sem qualquer aviso prévio ou justificativa convincente, médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital de Guarus (HGG) estão em estado de greve. A única explicação dada pelo governo municipal para justificar os cortes foi que os profissionais estariam recebendo além do teto estabelecido para o salário da prefeita.

A denúncia foi levada pelos plantonistas dos respectivos hospitais ao Sindicato dos Médicos de Campos (Simec). Ao analisar a situação, chegou-se à conclusão de que todos os profissionais que tiveram parte do pagamento cortado são detentores de duas matrículas e que, portanto, recebem dois salários distintos, que somados ultrapassaram o valor líquido pago mensalmente à prefeita.

"É direito dos médicos ter duas matrículas. Isso tem que ser levado em consideração. Estão usando subterfúgio para dizer que os profissionais estão ganhando mais que a prefeita. Outra coisa que deve ser destacada é que mesmo somando os dois salários de cada um deles, só ganharam mais do que a prefeita porque fizeram substituições e plantões extras, se dispondo a trabalhar mais porque têm necessidades. E além disso, recebem uma gratificação oferecida desde o ano passado pela própria prefeitura", defendeu o presidente do Simec, José Roberto Crespo.

Os cortes só foram descobertos quando os médicos receberam os contracheques deste mês, nesta semana. Num dos casos, o funcionário recebeu R$ 3.379,75 a menos. Houve o corte de R$ 1.023,75 no salário de uma matrícula e outro corte de R$ 2.356 no segundo vínculo.

"Trata-se de cortes indevidos, que geram revolta. Isso pode até gerar uma crise no setor. Municípios como São João da Barra estão com concurso público em andamento oferecendo salários base de até R$ 6.657,87 aos médicos. Enquanto em Campos, o salário base é de R$ 3.640,12. Não é difícil imaginar o que irá acontecer. Perderemos os melhores médicos para outras cidades, correndo o risco até de que determinadas especialidades fiquem descobertas", atentou o vice-presidente do Simec, Ézil Reis, destacando que governo municipal deveria incorporar aos salários os valores pagos hoje como gratificação.

Reunião — O Simec está convocando os médicos que foram alvos dos cortes salariais a participar de uma reunião, na próxima segunda-feira (2), às 19h, no auditório do Sindicato Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC), nos altos da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), para ouvi-los e debater o assunto, em busca de solução para o problema. A diretoria do Sindicato frisou que representantes da Fundação Municipal de Saúde ou da própria administração municipal podem se sentir à vontade para participar do encontro.

FENAM apresenta posições da categoria médica ao ministro da Saúde


Foto: André Gobo

A Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e os sindicatos médicos de base, num total de 28 dirigentes, participaram, em Brasília, de audiência com o ministro da Saúde, Arthur Chioro. A agenda foi fruto de uma solicitação de audiência protocolada em novembro do ano passado, e realizada nesta quarta-feira (28).
 
 
De acordo com o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, a audiência mostrou que os próximos anos não serão fáceis. “Todas as propostas apresentadas não foram acolhidas. A única coisa positiva foi a retomada do diálogo, que havia sido interrompido desde o lançamento do Mais Médicos, mas os resultados da reunião sinalizam para a continuação dos diferentes pontos de vista”, declarou.
 
 
Ao final do encontro foi entregue ao ministro da Saúde dois documentos contendo o posicionamento da FENAM em relação à veiculação de campanha contra o racismo no SUS e a política de redução de cesárias no Brasil (Acesse os documentos aqui). Quando o ministro recebeu os documentos mostrou desconforto e defendeu as posições do governo. O presidente da FENAM solicitou ao ministro que lesse com calma os argumentos da entidade para que ele entenda a posição de repulsa às posições do governo referentes aos dois assuntos, que no entender da FENAM agride o exercício profissional e tenta criminalizar a categoria de forma descabida.
 
 
Um dos assuntos discutidos na reunião foi apresentado pelo presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro e diretor de Comunicação da FENAM, Jorge Darze, relatando a inédita e desconfortável situação vivida pelos médicos de receberem gratificações inferiores às dos outros servidores federais da saúde, que hoje atinge o valor de R$ 1,8 mil a menos nos contracheques dos médicos com jornada de 20 horas de trabalho. O ministro disse que o problema esbarra em questões orçamentárias, mas acenou com a possibilidade de trabalhar alguma solução apenas para os ativos, o que não é possível na visão da FENAM, já que há uma Lei que define que a gratificação é extensiva a todos, ativos ou inativos.
 
 
Como saldo da reunião ficou a proposta de montagem de grupos de trabalho para promoção de algum avanço em relação ao plano de cargos e salários e do retorno da gratificação dos médicos federais. O ministro disse aos presentes que considera difícil a criação de um plano de cargos federais, e que esse tipo de luta deve ser nos municípios e Estados. “Ele demonstrou que na visão do Ministério as carreiras federais estão em extinção, o que na visão da FENAM é um equívoco”, destacou Geraldo Ferreira.
 
 
Outra solicitação da FENAM foi a equiparação salarial entre os médicos do ESF, do Provab e dos profissionais do Mais Médicos, uma vez que a remuneração no Mais Médicos é de R$ 10,5 mil acrescido de gratificação de moradia e deslocamento, em torno de R$ 2 mil), e a remuneração do médico do ESF é em torno de R$ 8 mil. O ministro remeteu que essas solicitações fossem feitas aos municípios, porque o MS não pode fazer novos repasses. A FENAM entende que como os recursos do ESF são repassados aos municípios pelo governo federal, essas rubricas poderiam ser maiores para uma melhor remuneração do profissional médico.
 
 
Foi apresentada também a sugestão de que os profissionais do programa Mais Especialidades sejam contratados por meio de concurso público nacional, com pagamento do Piso FENAM e disponibilização destes profissionais aos Estados e municípios.  Apesar do ministro não ter se detido no assunto, no dia anterior durante a reunião do Conselho Nacional de Saúde, (CNS), ficou claro que o Mais Especialidades não será nos moldes imaginados pela categoria médica, e que possivelmente será com equipes multidisciplinares com nível de especialização questionável pelas entidades médicas.
 
 
Para o presidente do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo e vice-presidente da FENAM, Otto Baptista, o encontro foi também uma oportunidade para o posicionamento das entidades com relação à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSRH). “Nós pontuamos junto ao ministro a proposta de transformar a remuneração dos médicos em Piso FENAM. Isso é muito importante para dignificar o trabalho do médico que atua na ponta”, disse.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

É hoje, quarta-feira (28), audiência da FENAM com o ministro da Saúde





Foto: Divulgação 

26/01/2015

Uma comitiva da Federação Nacional dos Médicos (FENAM) participa nesta quarta-feira (28), em Brasília, de audiência com o ministro da Saúde, Arthur Chioro. A agenda faz parte de intensa mobilização e trabalho da FENAM na defesa da categoria médica. Confira a pauta da reunião:

1 - Sugestões para o Programa Mais Especialistas;
2 -  Equiparação da gratificação por desempenho dos médicos federais;
3 -  Carreira e negociação salarial para os médicos federais;
4 -  Concurso público para suprir o déficit dos hospitais federais;
5 -   Financiamento para a saúde pública.

No mesmo dia, a audiência será antecedida por reunião do presidente da FENAM, Geraldo Ferreira, com os presidentes de sindicatos médicos de vários Estados. Na ocasião será discutido o panorama nacional para 2015 a partir dos sindicatos de base.

Na quinta-feira (29), haverá ainda reunião dos presidentes dos sindicatos e as assessorias jurídicas dos sindicatos e da FENAM sobre contratualização com os planos de saúde, uma vez que o prazo para efetivação dos contratos é em 31 de março.

Confira abaixo a agenda:

Quarta-feira (28)
11h às 15h: Reunião com os presidentes dos sindicatos médicos
16h: Audiência com ministro da Saúde, Arthur Chioro

Quinta-feira (29)
11h às 16h: Reunião com as assessorias jurídicas dos sindicatos sobre contratualização

Fonte: Valéria Amaral 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Concurso Público na área da Saúde em São João da Barra - SALARIO BASE 20h R$5.187,96 -

Concurso Público na área da Saúde em São João da Barra

A prefeitura de São João da Barra publicou no Diário Oficial desta sexta-feira, 23, o edital de mais um concurso público. Desta vez, estão sendo oferecidas 60 vagas na área da Saúde. Os salários variam de R$ 907,03 (nível fundamental) a R$ 6.657,87 (nível superior). Vale lembrar que o processo é direcionado a vagas imediatas e também formação de cadastro de reserva. O edital completo no site da Fundação Bio Rio (aqui).
As inscrições acontecem somente pela internet no site concursos.biorio.org.br, a partir de segunda-feira (26), com término no dia 1º de março. Para quem não tem acesso à internet, será montado um posto de atendimento no CIEP 265 Profª Gladys Teixeira, localizado na rua João Patrício Delfim Pereira,no centro de São João da Barra, entre os dias 26 de janeiro e 27 de fevereiro, com horário de atendimento das 10h às 17h. O valor da taxa de inscrição para cargos de nível superior é de R$ 90; nível médio e nível médio técnico R$ 70; já para o nível fundamental completo é de R$ 50.
Está disponível uma vaga para cada cargo de Enfermeiro; Enfermeiro (2ª a 6ª); Enfermeiro (sábado/domingo); Enfermeiro – Auditor; Enfermeiro – Socorrista (2ª a 6ª); Enfermeiro – Socorrista (sábado/domingo) Enfermeiro – Trabalho.
Com relação aos médicos, será contratado 01 (um) em cada uma das seguintes especializações e condições: Anestesiologista (24h), Anestesiologista (20h), Auditor, Cardiologista, Cirurgião Cabeça e Pescoço, Cirurgião Geral, Cirurgião Pediátrico, Dermatologista, Endocrinologista, Gastroenterologista, Geriatra, Ginecologista/Obstetra, Infectologista, Mastologista, Nefrologista, Neurocirurgião, Neurologista, Neuropediatra, Oftalmologista, Ortopedista, Otorrinolaringologista, Pediatra, Pediatra (2ª a 6ª), Pediatra (sábado/domingo), Pneumologista, Proctologista, Psiquiatra, Radiologista, Reumatologista, Segurança do Trabalho, Socorrista (2ª a 6ª), Socorrista (sábado/domingo), Urologista e Veterinário.
Também serão contratados odontólogos, com 01 (uma) vaga para cada especialização: Odontólogo, Endodontia, Estomatologista, Odontopediatria, Periodontia, Prótese Dentária e Buco-Maxilo-Facial. Completam a lista de vagas para o ensino superior um Psicólogo do Trabalho, um Sanitarista e um Terapeuta Ocupacional.
Já para candidatos com nível fundamental completo, as vagas disponíveis são para um Auxiliar de Saúde Bucal e um Maqueiro. No nível médio técnico, uma vaga para Técnico em Enfermagem, uma para Técnico em Enfermagem do Trabalho, uma para Técnico em Farmácia, Técnico em Imobilização e Técnico em Radiologia.