terça-feira, 7 de setembro de 2010

Estou Procurando o que Fazer...: PSF: Nahim deverá homologar concurso.

"O concurso do PSF em Campos deverá ser homologado e os aprovados convocados. A fonte é quente, diria que é até fervente. A convocação deverá ser gradativa, na medida em que forem reabertos os postos. Após um periodo à frente da Prefeitura , Nahim já teria se informado de todos os detalhes e instituido um grupo de trabalho comandado por seu secretário Particular, Helson Oliveira para que  a situação seja resolvida  em curto espaço de tempo. 
Para o concurso realizado por determinação da Justiça Federal em 2008, foram oferecidas 450 vagas para Agente Comunitário de Saúde; 55 para Auxiliar de Consultório Dentário; 55 de Técnico em Enfermagem; 06 Técnico em Higiene Dental; 55 para Cirurgião Dentista; 55 para Enfermeiro PSF; 09 para Enfermeiro PACS e 55 para médico . Os salários variam de R$ 652,81 a R$ 5.035,00. Os candidatos as vagas de Agente Comunitário  tiveram que apresentar no ato da inscrição, um comprovante de residência, próximo a área onde desejava concorrer a vaga., conforme determina a Lei Federal 11.350."
Estou Procurando o que Fazer...: PSF: Nahim deverá homologar concurso.: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Médicos: recadastramento obrigatório vai até novembro « Blog oficial da FENAM

Por: Denise Teixeira, com informações do CFM
A FENAM lembra aos médicos de todo o país que o Conselho Federal de Medicina prorrogou o prazo para o recadastramento geral obrigatório até o dia 11 de novembro deste ano. Segundo informações do CFM, depois de encerrado o processo de recadastramento, o Conselho emitirá certificados digitais para todos os médicos, sendo que para isso é necessário possuir os dados atualizados dos profissionais.
Conforme a entidade, o processo de recadastramento obrigatório, que atende ao estabelecido pela resolução CFM 1827/2007, prevê a atualização dos dados dos médicos, para que eles fiquem aptos a receber a nova Carteira de Identidade Médica.
Antes de iniciar o recadastramento, que deve ser feito através do site www.portalmedico.org.br, é necessário observar as seguintes instruções:
- apenas as inscrições primárias deverão sofrer o recadastramento. Os dados serão transferidos para os Conselhos Regionais de Medicina onde e caso os médicos possuam inscrições secundárias
- após a conclusão do recadastramento, o médico deve comparecer ao seu Conselho Regional, levando os originais e as cópias dos seguintes documentos:
- carteira de identidade (RG)
- título de eleitor
- CPF
- comprovante de residência (recente)
- diploma
- títulos de especialista
- carteira profissional
- comprovante de sociedade em empresa de serviços médicos, se for o caso
- se médico estrangeiro, apresentar, também, comprovante de legalidade de permanência no país
É necessário ainda uma fotografia colorida atual, 3x4cm, com fundo branco ou cinza-claro, sem qualquer tipo de mancha, alteração, retoque, perfuração, deformação ou correção. Não serão aceitas fotografias nas quais o portador utilize óculos, bonés, gorros, chapéus ou qualquer item de vestuário ou acessório que cubra parte do rosto ou da cabeça.
O médico receberá um aviso para retirar a nova carteira, assim que estiver disponível no Conselho Regional.
falamedico  Blog oficial da FENAM

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO

Os presidentes das três entidades médicas nacionais: AMB, CFM e FENAM, assinam o manifesto


02/08/2010
A aprovação da Carta de Brasília pelos cerca de 500 médicos que participaram do XXI Encontro Nacional das Entidades Médicas fechou o ENEM 2010. O documento, denominado Manifesto dos Médicos à Nação, reune todas as reivindicações da categoria para os próximos anos e apresenta propostas de soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da medicina, contribuindo para a redução de desigualdades, a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população. O texto será encaminhado aos representantes dos Três Poderes e aos principais candidatos à Presidência da República.
O documento foi aprovado no último dia de atividades do XII ENEM, em 30 de julho, que terminou com a plenária na qual foram aprovadas as principais propostas das entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Os temas abordados foram financiamento, gestão, Estratégia Saúde de Família (ESF) e atenção primária, controle social, relação com a sociedade e movimento médico

O encontro
O XII Encontro Nacional das Entidades Médicas aconteceu de 28 a 30 de julho, na sede da Associação Médica de Brasília (AMBr), em Brasília (DF). Três eixos temáticos orientaram a agenda de debates durante o encontro: formação médica; mercado de trabalho e remuneração; e SUS, políticas de saúde e relação com a sociedade. Em cada dia do Encontro, um desses tópicos foi abordado por meio de conferências, mesas-redondas, trabalhos em grupo e debates.

Durante o fórum de Brasília, os participantes puderam avaliar propostas levantadas durante três encontros regionais prévios – divididos nos blocos Nordeste (29 de abril e 1º de maio), Sul/Sudeste (14 e 15 de maio) e Norte/Centro-Oeste (4 e 5 de junho) – e alguns estaduais – como Bahia, Pará, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Sul – que traduziram as expectativas e visões dos médicos que trabalham no atendimento à população.

Entre as deliberações aprovadas, está a realização de edições do Encontro Nacional das Entidades Médicas a cada dois anos, com avaliação do encaminhamento dos resultados do Enem anterior.

Ao final, foi redigida, lida e aprovada por todos os médicos presentes a Carta de Brasília, documento que reúne todas as reivindicações da categoria para os próximos anos.

Leia abaixo a íntegra do Manifesto dos Médicos à Nação

MANIFESTO DOS MÉDICOS À NAÇÃO:

Nós, médicos, representados no XII Encontro Nacional de Entidades Médicas (ENEM), de 28 a 30 de julho de 2010, em Brasília, reiteramos nosso compromisso ético com a população brasileira. Neste ano, no qual o futuro do país será decidido pelo voto, apresentamos à nação e aos candidatos às próximas eleições nossa pauta de reivindicações, que necessita ser cumprida urgentemente, para não agravar ainda mais a situação que já atinge setores importantes da assistência em saúde. Esperamos respostas e soluções aos problemas que comprometem os rumos da saúde e da Medicina, contribuindo assim, para a redução de desigualdades, para a promoção do acesso universal aos serviços públicos e para o estabelecimento de condições dignas de trabalho para os médicos e de saúde à população, para que este seja realmente um país de todos.

1. É imperioso garantir a aprovação imediata da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que vincula recursos nas três esferas de gestão e define o que são gastos em saúde. Esse adiamento causa danos ao Sistema Único de Saúde (SUS) e compromete sua sobrevivência.

2. O Governo Federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.

3. São urgentes os investimentos públicos em todos os níveis de assistência (atenção básica, média e alta complexidade) e prevenção no SUS. O país precisa acabar com as filas de espera por consultas, exames e cirurgias, com o sucateamento dos hospitais e o estrangulamento das urgências e emergências, além de redirecionar a formação médica de acordo com as necessidades brasileiras.

4. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo de espaço de regulação entre empresas, profissionais e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimento, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.

5. O papel do médico dentro do SUS deve ser repensado a partir do estabelecimento de políticas de recursos humanos que garantam condições de trabalho, educação continuada e remuneração adequada.

6. A proposta de criação da Carreira de Estado do Médico deve ser implementada, como parte de uma necessária política pública de saúde, para melhorar o acesso da população aos atendimentos médicos, especialmente no interior e em zonas urbanas de difícil provimento. No Brasil, não há falta de médicos, mas concentração de profissionais pela ausência de políticas – como esta – que estimulem a fixação nos vazios assistenciais, garantindo a equidade no cuidado de Norte a Sul.

7. A qualificação da assistência pelo resgate da valorização dos médicos deve permear outras ações da gestão nas esferas pública e privada. Tal cuidado visa eliminar distorções, como contratos precários, inexistência de vínculos, sobrecarga de trabalho e ausência de estrutura mínima para oferecer o atendimento ao qual o cidadão merece e tem direito.

8. Atentos ao futuro e à qualidade do exercício da Medicina, exigimos aprofundar as medidas para coibir a abertura indiscriminada de novos cursos, sem condições de funcionamento, que colocam a saúde da população em risco. De forma complementar, é preciso assegurar que a revalidação de diplomas obtidos no exterior seja idônea e sem favorecimentos, assim como oferecer a todos os egressos de escolas brasileiras vagas em Residência Médica, qualificadas pela Comissão Nacional de Residência Medica (CNMR), entidades médicas e sociedades de especialidade.

9. Num país de extensões continentais, torna-se imperativo trabalhar pela elaboração de políticas e programas de saúde que contemplem as diversidades regionais, sociais, étnicas e de gênero, entre outras, garantindo a todos os brasileiros acesso universal, integral e equânime à assistência, embasados na eficiência e na eficácia dos serviços oferecidos, convergindo em definições claras de políticas de Estado para a saúde.

Preocupados com o contexto da Saúde no Brasil e com o descumprimento de suas diretrizes e princípios constitucionais, nós, médicos, alertamos aos governos sobre seus compromissos com a saúde do povo brasileiro.

Brasília, 30 de julho de 2010

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA(AMB)

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS (FENAM)

Fonte : FENAM

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Campos dos Goytacazes agora também tem UPA

"A 26ª Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) entrou em atividade nesta quinta-feira. O local escolhido para a implantação foi Guarus, em Campos. Em uma solenidade, que contou com as presenças do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, e do prefeito interino Nelson Nahim, foi dado o pontapé inicial para os serviços de atendimento à comunidade. Várias outras personalidades políticas também compareceram, como o presidente da Câmara, Rogério Matoso.

O secretário Sérgio Côrtes aproveitou para confirmar a idéia de que mais uma UPA seja instalada no município, mas, para isso, é necessário que a Prefeitura arrume um terreno. Provavelmente, o local escolhido será a Penha. Desta forma, o atendimento das unidades dividiria a cidade em duas partes. A UPA da Penha seria para suprir a necessidade de urgência da margem direita do Paraíba.
ESTRUTURA
A UPA tem dois pavimentos e um total de 1.500 m2, com sala amarela, sala vermelha, área de observação individual, pediatra clínica médica, odontologia, laboratório para realização de exames, sala de raio X, sala de sutura, sala de medicação e de nebulização.

Será oferecida assistência de urgência durante o dia e à noite, com o programa do estado atuando na complementação dos serviços oferecidos por hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. A UPA será equipada para atender a casos de urgência de baixa e média complexidade, inclusive, nos fins de semana" Fonte: Folha da Manhã Online - Campos dos Goytacazes - RJ

sexta-feira, 9 de julho de 2010

SINAIS DE VIDA NA PMCG : PORTARIA 434/2010

Portaria 434/2010 , publicada no D.O do Município de Campos dos Goytacazes do dia 08/07/2010, cria grupo de trabalho para , entre outras, estudar a mudança do regime jurídico celetista aplicado aos empregados públicos da FJBM para o estatutário num prazo de 90 (noventa) dias:


terça-feira, 29 de junho de 2010

MÉDICOS DO FERREIRA (EM ESTADO DE GREVE) DIVULGAM DOCUMENTO

 Médicos do Hospital Ferreira Machado divulgam novo documento reivindicatório e permanecem em estado de greve até o atendimento de suas exigências: medicos-hfm20001.pdf

sexta-feira, 11 de junho de 2010

MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO CONTINUAM MOBILIZADOS E INDIGNADOS

A Direção da Fundação Dr. João Barcelos Martins, mantenedora do Hospital Ferreira Machado, enviou documento em resposta às reivindicações dos Médicos do Hospital Ferreira Machado que, em primeira análise, foi considerada insatisfatória  por não estabelecer prazos  e não aceitar negociação de alguns tópicos. Oportunamente serão divulgados  documento e os rumos do movimento reivindicatório. Os médicos permanecem mobilizados e indignados.

sábado, 5 de junho de 2010

MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO REIVINDICAM E AMEAÇAM GREVE

Médicos do Ferreira Machado divulgam documento reivindicatório e  dão prazo até  as 19 hs da próxima quinta feira, dia 10/06/10 .

Ao presidente da Fundação Barcelos Martins
Aos gestores da saúde de Campos dos Goytacazes e do Hospital Ferreira Machado
Nós, médicos do Hospital Ferreira Machado, INDIGNADOS, não conseguimos entender o porquê da assistência à saúde, em todos os níveis, em nossa cidade, anda tão precária que acaba sobrando e prejudicando o funcionamento normal do HFM, obrigando-o, sempre, a resolver todas as mazelas da saúde (ponto final), abarrotando-o de gente e de trabalho insano, prejuízo inegável da qualidade e da boa convivência entre todos (médicos, pacientes, demais profissionais, administradores, etc.). Não se consegue em saúde, em outras profissões talvez... realizar um trabalho digno e contínuo, a quem quer que seja, quando constantemente deparamos com falta de matéria prima, medicamentos, órteses e próteses, fios de sutura, gaze, esparadrapo, seringas, agulhas, etc. Coisas estas que, diuturnamente, estão com sua demanda reprimida, o que faz com que não possamos conviver com a programação de compras, as licitações, os pagamentos e as entregas destes materiais sempre atrasados e fora de propósito, ficando nós e os pacientes, que deles necessitam, à mercê do descaso de quem compra e entrega. Isto não mais será sequer entendido quanto mais aceito, num grande hospital de urgência e emergência. Não pode existir trabalho escravo na saúde, pois ela é o ponto primordial de uma boa existência e, é por isto e para isto, que aqui estamos reivindicando em estado de pré-greve, tudo o que abaixo reiteramos, conclamando à(s) direção(ões) a zelar e lutar pela dignidade e operacionalidade desta classe que, sem dúvida, é quem decide os rumos do bem-estar de toda a população de um lugar, seja ele grande ou pequeno, capital ou município.
Vamos lá:

  1. Planos de cargos e salários, já. É inadmissível que profissionais do gabarito que aqui existem, concursados, que trabalham com resolutividade em nível terciário, muitos com longa bagagem de conhecimento e serviços prestados à emergência, percebam no final de cada mês, em seus proventos, quantia igual a de um recém-formado, a quem sempre ajuda, ensina e socorre, tendo por base sua experiência profissional, adquirida em longas e intermináveis jornadas, nos muitos anos de uma abnegada profissão. Não se esqueçam: trabalhar em boas condições é imprescindível, como também o é, obter-se remuneração digna que permite educar e prover seus filhos. Isto também é luta de classe. 

  2.  Rever e reaparelhar o Centro Cirúrgico, para que as cirurgias complexas possam ser realizadas e finalizadas com tranquilidade pelos profissionais gabaritados que aqui existem, sem que haja mais stress do que o momento já impõe. Não venham somar à falta de material e mão de obra.

  3.  Voltar a servir as refeições dos médicos em um local apropriado (anexo ao quarto), com gabarito e quantidade diária necessária para um profissional que não tem hora, na maioria das vezes, de se dirigir a um refeitório superlotado, tímido e mal cuidado.

  4. Retorno do quarto dos médicos no setor de emergência, com melhores condições de higiene e acomodação (geladeira, ar condicionado, televisão, computador, etc.).

  5. Inaugurar e manter o serviço de recuperação pós-anestésico, em condições ideais, para, se ou quando necessário, oferecer suporte a qualquer paciente em tempo integral, até que se providencie sua vaga em UTI. Este é um hospital de EMERGÊNCIA. Não podemos, e nem devemos, partir para a "escolha de Sofia".

  6. Todo andar (serviço) deve ter uma sala com material de ressuscitação cárdio pulmonar (mal súbito) para ser usado toda vez que seja necessário dar suporte prioritário de vida a um paciente, até que sua vaga na UTI aconteça.

  7. Aumento de todo pessoal médico, pois este Hospital, pelo acordo feito nas cúpulas políticas, tem que se programar para oferecer atendimento a uma população de mais ou menos um milhão de pessoas, distribuídas pelos municípios vizinhos, pois ele é o primeiro lugar a ser procurado em função da sua resolutividade ímpar. Até quando ele irá suportar? Salvem-no enquanto é tempo. A cidade de Campos e os médicos agradecem! Urgentemente, necessitamos de quatro clínicos gerais (dois nas UPGs), dois cirurgiões vasculares, quatro pediatras, etc., por plantão de vinte e quatro horas.

  8. Um médico com todo o gabarito exigido para funcionar na EMERGÊNCIA, leia-se, SALVAR VIDAS, deverá ter no mínimo um piso salarial I mensal compatível com o de qualquer procurador, R$7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), por vinte e quatro horas semanais.

  9. Eliminar, de uma vez, qualquer intervenção (atendimento) no corredor. Isto é desumano e ineficiente, sem contar com o constrangimento impingido a todos: médicos, pacientes, etc.

  10. A figura do médico e de seu trabalho, de antemão, não o capacita a funcionar como outro empregado qualquer, pois ele não pode parar um atendimento (cirúrgico ou não), porque findou o seu horário de trabalho. Por isto, e por outros critérios de formação e obrigação, solicitamos o ponto em folha (retorno). Abaixo o digital para grupamento médico.

  11. O acesso à UTI, em pacientes graves, deve ser sempre prioritário, evitando-se sempre que as UPGs possam funcionar como UTI. Para que isso não ocorra, deve-se utilizar a rede de saúde disponível, com melhor critério possível, regulamentando¬-se a entrada, a procura e a aceitação de pacientes ambulatoriais no Hospital, direcionando e cobrando resolutividade na rede desta cidade. Os postos e hospitais têm que funcionar a todo vapor, pois isto ocorrendo, ainda teremos tempo de salvar o HFM.

  12. Por fim, solicitamos em nome da medicina do futuro em nossa cidade, o retorno, aí sim, supervisionado e com tutoramento dos médicos que aqui trabalham (melhor hospital de emergência de uma imensa região) dos internos dos 5º e 6º anos, como forma de aprendizado, propondo, como não poderia deixar de ser, uma formação com responsabilidade, ficando a parte financeira a cargo do gestor e por que não, dividindo, parte de seu custo com a Faculdade de Medicina, pois, como sabemos, o curso de Medicina necessita do trato direto com a prática in loco, sem o qual os futuros médicos não serão confiáveis, acarretando sérios danos à população futura. Pensem: seus filhos e netos serão atendidos por eles.
Certos de que as reivindicações fazem parte de um cuidado democrático na luta em prol de uma medicina de qualidade, sustentado no mais puro sentimento de saúde e igualdade para todos, despedimo-nos acreditando que muita luz cairá sobre a cabeça de todo aquele que se encontra em cargos públicos responsáveis por decisões importantes e futuristas. Aguardemos...
Assinamos:
Médicos do Hospital Ferreira Machado, na luta por dignidade e melhores condições de vida humanizada.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

MÉDICOS DENUNCIAM FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO EM QUISSAMÃ E SÃO JOÃO DA BARRA

Médicos das Prefeituras de Quissamã e São João da Barra denunciam falta de condições de trabalho e casos de assédio moral. Convocamos os colegas para reunião com a diretoria e os advogados do Simec no dia 08/06/10, às 18 h na SFMC.  Compareçam!

sábado, 22 de maio de 2010

(IN)JUSTIÇA NO VAREJO II (ele acreditou no factoide!)

  Postagem do Blog Estou Procurando O Que Fazer:

Todos por Campos!

Com tantas denúncias contra o governo municipal, com tantos problemas  aflingindo a população, o promotor Marcelo Lessa resolveu  se pronunciar. Em seu artigo semanal no jornal Folha da Manhã  o promotor de justiça , parece que ascendeu ao cargo de juiz, julgou e condenou o acadêmico do PU.
Leia o artigo do promotor aqui  publicado também no Blog do Claudio Andrade e leia a postagem do Sindicato dos Médicos aqui.
As cobranças ao Ministério Público tem sido constante neste Blog, e creio que nos demais não seja diferente. Na maioria das vezes há necessidade de moderação, porque  os ânimos estão exaltados .
Em um trecho de seu artigo o promotor defende:" Em primeiro lugar, é necessário despolitizar( grifo nossos) o episódio. Cuida-se de uma questão técnica, que consiste em definir, à luz das regras do Código de Ética Médica e do Código Penal, quais os limites do estágio profissional dos acadêmicos de medicina. Em outras palavras, o que se entende por supervisão do médico."
Pois é , é preciso despolitizar esse e tantos outros episódios. O chamamento da Associação dos Adquirentes do Villa da Rainha aqui para comparecer a sede do MP na próxima terça-feira, às 17 horas não deve se restringir apenas aos que estão descontentes com as obras do Cepop. Deve ser estendido a todos os que aguardam  adoção de medidas legais para tantas outras denúncias:
Pedofilia
PSF
Obras Irregulares
IPTU
Terceirização de atividades fins
Verbas do Fundeb
Fechamento de Escolas
Assédio Moral a servidores
Criação de Cargos sem aprovação da Câmara Municipal
E muito mais!

FALTAM MÉDICOS E NÃO "OS MÉDICOS FALTAM"

Jornal do CREMERJ • MARÇO/ABRIL 2010
ÉTICA MÉDICA: NOVO CÓDIGO JÁ EM VIGOR
EDITORIAL
Faltam médicos e não “os médicos faltam”
            O novo Código de Ética Médica entrou em vigor no dia 13 de abril e teve grande repercussão na imprensa. Infelizmente, o enfoque dado às atualizações foi equivocado. Em vez de valorizar a preocupação dos médicos em modernizar suas regras, contemplando os avanços da medicina nos últimos anos, a Imprensa preferiu ater suas pautas a pequenos detalhes já existentes e apresentá-los de forma negativa, denegrindo a imagem do médico.
            Uma emissora de televisão, por exemplo, em programa de grande audiência, mostrou cenas de hospitais públicos sem médicos para ressaltar o artigo 9º do Capítulo III do Código: “deixar de comparecer a plantão em horário pré-estabelecido ou abandoná-lo sem a presença de substituto, salvo por justo impedimento”. Não ficou claro para o público, entretanto, se os médicos citados faltaram ao plantão ou se há carência de médicos naquelas equipes de atendimento. Também não foram mencionados, em nenhum momento, os principais fatores que provocam a falta de médicos nos hospitais: o salário aviltante que o médico recebe em troca da responsabilidade de salvar vidas e as precárias condições de trabalho, motivos pelos quais a maioria não se fixa na rede pública. Prova disso é que os concursos não conseguem preencher o número de vagas oferecido e os poucos que aceitam o trabalho logo desistem e pedem demissão.
            Acertadamente, o novo Código de Ética aponta, no artigo IV do Capítulo II (Direito dos Médicos), como direito do médico se recusar a exercer suas atividades em locais onde as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar a saúde dos médicos ou a dos pacientes. E ainda, quanto ao atendimento nos hospitais públicos, que a falta de médicos é de responsabilidade do poder público: “na ausência de médico substituto, a direção técnica do estabelecimento de saúde deve providenciar a substituição” (parágrafo único do artigo 9º do Capítulo III – Responsabilidade Profissional).
            Outra crítica veiculada na imprensa diz respeito ao preenchimento de receitas com letra ilegível, generalizando o fato para exemplificar o artigo XI do Capítulo III do Código, como uma grande novidade.
            Essa questão do preenchimento de receitas já constava no Código anterior. Não é nenhuma novidade. E muitos médicos, inclusive, já preenchem suas receitas no computador
            Consideramos que a atualização do Código de Ética Médica era absolutamente necessária, já que a nossa realidade, seja no campo social ou científico, mudou radicalmente nos últimos 20 anos. Ele traz novidades importantes, como o reforço à autonomia do paciente e regras para a reprodução assistida e a manipulação genética. Também prevê seu alcance aos médicos em cargos de gestão, pesquisa e ensino, além de reforçar o caráter antiético da distanásia, observando que “nas situações clínicas irreversíveis e terminais, o médico evitará a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários e propiciará aos pacientes sob sua atenção todos os cuidados paliativos apropriados”.
            É importante ressaltar que o Código de Ética Médica existe para proteger os médicos daqueles que não nos respeitam, mas também, e, principalmente, os nossos pacientes. Ele é a nossa defesa e as dificuldades da administração não podem ser colocadas na conta dos médicos. Ao contrário do que mostravam algumas matérias, o Código de Ética Médica não foi atualizado para tentar conter um suposto desprestígio da classe médica perante a população. A verdade é que o médico é um dos profissionais que gozam de mais credibilidade junto à população, justamente por seu comprometimento com a ética e com o paciente, que fica mais evidente com a modernização do nosso Código de Ética.

(IN)JUSTIÇA NO VAREJO! (ele acreditou no factoide!)


 Sobre artigo publicado na Folha da Manha por Marcelo Lessa Bastos -Promotor de Justiça -Promotoria de Proteção aos Direitos Difusos e postado aqui no Blog do Claudio Andrade
(IN)JUSTIÇA NO VAREJO!
(ele acreditou no factoide!)

                O ilustre funcionário da justiça parece já ter uma opinião formada sobre o assunto! Ainda bem que ele não é o juiz.
                O assunto é complexo e é tratado em diversos documentos legais que vão desde diretrizes do MEC sobre a formação médica, a lei 8080 que criou o SUS, os códigos de ética, resoluções e pareceres dos conselhos de medicina etc. Recomendo uma leitura desapaixonada dos mesmos.
                A cada dia são incorporados novos recursos e maneiras de se atuar na medicina. Daí a implantação do novo código de ética médica que trata entre outros assuntos da medicina virtual. Novamente recomendo leitura!
                O médico para diagnosticar utiliza o seu conhecimento científico e suas habilidades cognitivas (arte) que envolvem desde a percepção do ambiente, do cenário, os sons, os cheiros, a linguagem corporal, a voz e seus variados timbres, o conteúdo emocional e afetivo etc. Dentro dessa visão, um estudante de medicina teria que ser suprimido de todos os seus sentidos para não ser acusado do exercício ilegal da medicina.                 A medicina só pode ser ensinada aos estudantes de medicina. Está escrito nos códigos. Leiam mais, procurem conhecer antes de julgar! É direito e dever do médico ensinar medicina ao estudante de medicina.
                 A nossa indignação em relação ao ocorrido no PU Guarús deve-se ao fato de ter sido um flagrante armado, sobre uma situação conhecida, já que todos sabiam que o interno estava atuando no local há vários plantões. O diretor do posto sabia, o presidente da fundação João Barcelos Martins sabia, a prefeita sabia como sabiam da presença e atuação dos acadêmicos no pronto socorro do Hospital Ferreira Machado.
                 Se não queriam, bastava proibir ou regulamentar! Só não podiam fingir que não sabiam!  A regulamentação só surgiu depois da denuncia!
                No dia seguinte fomos ao PS do HFM certos de que lá não haveria nenhum acadêmico atuando, pois a prefeita anunciara uma resolução (que não havia, ainda, sido publicada) e manifestara-se contra a presença dos estudantes. Todos os acadêmicos estavam lá! Continuaram atuando mesmo depois da publicação da resolução e só deixaram de ir quando realizaram uma manifestação, com paralisação por uma semana e foram retaliados com a proibição do seu retorno.
                A prefeita e seus subordinados poderiam ter publicado a portaria de normatização e proibido a presença dos acadêmicos até a sua adequação sem produzir nenhum factoide e sem tentar criminalizar a atuação de um acadêmico-interno em um caso de baixa complexidade como, covardemente, fizeram. Um papelão! Acreditar no factoide é falta de insight, de  intuição! É demorar para entender a piada. De péssimo gosto, por sinal!
                Corporativismo é o cacete! A medicina é  profissão milenar, anterior aos códigos e já é citada no Código de Hamurabi, o primeiro código de leis conhecido.  Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia, Nutrição são profissões recentes com menos de 200 anos, todas elas com sua legislação e área de atuação bem definida. Não são médicos. O que fazem não é medicina. Que a população e eles mesmos não se enganem.
                Não se torna médico de um dia para o outro, o desenvolvimento das habilidades, entre elas a autonomia, só se consegue praticando e acumulando experiências, pouco a pouco se soltando dos seus mestres. Só o estudante de medicina pode ser médico, só a ele pode ser ensinada a arte da medicina! A nenhum outro! Pensem! Leiam!
                O ilustre funcionário da justiça deveria também se manifestar sobre fatos mais relevantes para a população como o não funcionamento do PSF, apesar de decisão judicial. Superlotação nos postos de Urgência. Falta de vagas hospitalares e, principalmente, de Terapia Intensiva. Concursados aguardando convocação. Impossibilidade de contratação de médicos, inclusive pediatras, pela FJBM devido a um TAC enquanto outros setores da saúde e da prefeitura contratam sem concurso e com salários mais altos, como é o caso do Emergência em Casa.Conflitos de interesses não declarados. Programas terceirizados como o Saúde em Casa, obras não concluídas, duplicação da Br 101, obras do Cepop e tantos outros nas diversas secretarias da PMCG e que são de conhecimento geral.
                 Concurso público, contratações emergenciais ou terceirizações? Alguns setores podem outros não. Qual o motivo? (In)Justiça no varejo! E no atacado? Cadê?
                Pensem!


                Leiam abaixo a resolução do CFM sobre Ato Médico:
                RESOLUÇÃO CFM nº 1.627/2001    

       

terça-feira, 18 de maio de 2010

MÉDICO DA PMCG: ACORDA!

   (QUE NINGUÉM RECLAME QUE O SIMEC NÃO TOMOU INICIATIVA)
·        Você merece respeito. Então, exija respeito.
·        Você tem direitos a serem respeitados.
·        Exija melhores condições de trabalho: Novo Código de Ética Médica.
·        Exija salário digno.

Só unidos podemos vencer a opressão, o constrangimento moral, a coação moral no trabalho!
O poder público quer humilhar o médico e torná-lo réu diante do povo.
Tratar bem o povo; repudiar as jogadas humilhantes do governo.

Saiba que:
·        2 vínculos celetistas – 1 aposentadoria no teto legal.
·        25 anos de trabalho insalubre ou periculosidade dá direito a aposentadoria integral segundo a lei Orgânica Municipal.

Queremos a efetivação dos celetistas. Regime Jurídico Único.
Queremos Plano de Cargos e Salários.
            Queremos melhores condições de trabalho com segurança total.

O SIMEC propõe o plano de cargos a seguir para celetistas e efetivos:


Vencimento básico
5% a cada 5 anos
Gratificações devidas
 R$-  7.000,00    0 a 5  a
 R$- 7.350,00    5 a 10 a
 R$- 7.700,00  10 a 15 a
 R$- 8.050,00  15 a 20 a
 R$- 8.400,00  20 a 25 a
 R$- 8.750,00  25 a 30 a
 R$- 9.100,00  30 a 35 a

   Gratificações:

- Adicional noturno
- Horas extras
- Insalubridade
- Qüinqüênios


* Próxima reunião da Assembléia Permanente 3ª feira dia 25/05 às 19 horas na FMC sala 4.





Reinaldo Tavares Dantas

  Presidente do SIMEC

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O DESABAFO DE UMA MÉDICA SOBRE O GOVERNO ROSINHA

Marina Lima

Disseram-me na época da eleição, não vote nela, o casal odeia médico. Sim, sou médico, sim, é muito pior do que todos nós imaginávamos. Senhora prefeita, não somos criminosos, não nos trate como tal. Somos profissionais essenciais na área da saúde, nos dedicamos a salvar vidas, investimos muito tempo e dinheiro no nosso aprendizado para praticar o bem ao próximo. São seis longos anos de faculdade em horário integral, seguidos de dois, três, quatro, às vezes cinco anos de especialização. São cursos e dedicação extrema em estudo para ingressar numa concorrida vaga de residência médica. É uma vida inteira de reciclagens, onde temos que nos virar para arranjar tempo para congressos, cursos de atualização, pós-graduação, mestrado, doutorado. É entrega! NOSSO TRABALHO TEM VALOR!

Não sei se trata-se de algum trauma passado ou algum grande problema pessoal, ou se é apenas uma tática política e populista de desviar a atenção do desarranjo na saúde, de transferir a culpa para quem não tem culpa, afinal somos mais uma vítima dos descasos com a saúde publica. O que mais nos pasma são os médicos que servem a essa administração pública e esquecem sua ética com os colegas, esquecem que tem filhos médicos ou futuros médicos, deixam de aproveitar sua atual posição para valorizar sua classe, para melhorar as condições de trabalho, os salários medíocres. Mas não, apenas repassam a política do MEDO, transferem para nós o terror que é imposto a eles. É lamentável assistir e participar disso.

Senhora prefeita, passe uma semana com um médico, tire um dia para acompanhar um medico em um plantão de 24 horas. Talvez assim a senhora entenda, ao menos, O NOSSO VALOR, como é necessária a paz em um ambiente de trabalho que já é muito pesado, o acolhimento, o respeito - estamos falando de SAÚDE. Talvez assim, tenha um pouco de compaixão, admiração, respeito por essa classe que tanto desdenha. Imagine a energia pesada de um hospital, onde enfermos padecem de doenças, onde vivenciamos a morte diariamente. Imagine isso acrescido de uma enorme parcela de terror, desrespeito, ameaças, proibições e imposições que dificultam nosso trabalho, que acabam com a nossa harmonia, que nos sobrecarregam em detrimento da qualidade do nosso trabalho. Imagine um ambiente de trabalho com todos, eu digo TODOS, insatisfeitos, indignados, revoltados com a conduta perseguidora, terrorista, desagregante.

Acredito que não é isso que esta em seus planos, acredito que saiba como se deve tratar um servidor publico. Somos seres humanos, senhora prefeita, não somos maquinas, temos necessidades fisiológicas como qualquer outro ser humano. Por que transformar-nos em inimigos, porque insiste em manter essa conduta desarmoniosa, porque não veste nossa camisa e sela a paz conosco, nos ouvindo, nos respeitando, nos acolhendo de forma participativa, somando esforços pelo melhor para saúde de nossa cidade.

Queremos reconhecimento pela grandiosidade de nosso trabalho, pela nossa dedicação, entrega. Queremos parceria, paz, melhorias para nós e para nossos pacientes. Queremos respeito pelo nosso trabalho, RECONHECIMENTO! Não, não somos criminosos, senhora prefeita, somos médicos assoberbados de trabalho, batalhadores, estudiosos, dedicados - FAZEMOS O BEM AO PROXIMO, TRABALHAMOS E ESTUDAMOS PARA ISSO!!!

Desperte enquanto há tempo! Crie aliados e não inimigos!! Infelizmente, sou mais uma vitma do medo e, apesar de vivermos em uma democracia, tenho que manter o anonimato de minhas declarações na intenção de evitar retaliações tão freqüentes a quem se digna a ter voz ativa. Tenho certeza que sou a voz de muitos colegas dessa cidade e peço a eles que recorram à Folha Online para se mobilizarem de forma ativa contra esse silencio velado pelo medo. Nossa união começa aqui.
Publicado inicialmente aqui:Folha da Manhã Online - Campos dos Goytacazes - RJ

quarta-feira, 12 de maio de 2010

MÉDICOS INDIGNADOS E DECEPCIONADOS : RESUMO DA ÓPERA!


RESUMO DA ÓPERA
Governo atual do Município de Campos dos Goytacazes:
  1. Falta de compromisso político com a filosofia do SUS!
  2. Rede básica ineficiente
  3. Equipamentos, unidades de saúde e hospitais sem manutenção.
  4. Falta de medicamentos e materiais de consumo.
  5. PSF desativado. Concurso realizado sem convocação dos aprovados
  6. Rede ambulatorial insuficiente
  7. Emergências e postos de urgência sobrecarregados
  8. Médicos pedindo demissão, principalmente os Pediatras.
  9. Ainda existem pediatras e outros médicos concursados que não estão sendo chamados.
  10. Diminuição de equipes médicas nos PUs, sem substituições nos atestados e férias.
  11. Salários defasados e falta de um PCCS.
  12. Factoide contra médica e acadêmico-interno quando atuavam no PU Guarus.
  13. Insuflação da população contra os médicos (DEMONIZAÇÃO) através de programas de rádio, reuniões e pela imprensa. 
  14. Proibição dos estágios curriculares e extracurriculares de acadêmicos de medicina nas unidades da Fundação João Barcelos Martins ( HFM, PUs, Ururaí, São José etc.)
  15. Política administrativa caracterizada por perseguições, constrangimento, assédio moral, humilhações, deboche e abertura de processos administrativos não precedidos de avisos ou advertências.
  16. Retaliações contra médicos com remoções , devoluções e transferências não acordadas nem negociadas.
  17. Chefias leigas e despreparadas.
  18. Falta de condições de trabalho.
  19. Falta de segurança.
                      Esquecemos de algo?! Denuncie enviando um email para o simec.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MÉDICOS INDIGNADOS EM ASSEMBLÉIA PERMANENTE. 3ª 11/05 ÀS 19 H

Compareçam à  próxima reunião da Assembléia Permanente do Simec, 3ª feira, dia 11/05/10 às 19 h na SFMC.
Piso salarial, Mobilização, Condições de trabalho, PCCS, Defesa Profissional, Denuncias e rumos do movimento. A luta  continua!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

MÉDICOS INDIGNADOS EM ASSEMBLÉIA PERMANENTE. 3ª 04/05 ÀS 19 H NA SFMC

Os médicos estão cada vez mais indignados.Produzir um factóide tentando criminalizar um atendimento de baixa complexidade realizado por um interno de medicina foi um ato covarde e medíocre. Tentar jogar nos médicos a culpa pela  crise na saúde é inaceitável! Continuamos exigindo retratação! Compareçam à  próxima reunião da Assembléia Permanente 3ª feira, dia 04/05/10 às 19 h no auditório da SFMC.
Condições de trabalho, PCCS, Defesa Profissional, Denuncias e rumos do movimento. A luta  está só começando!

Alerta do blog Planície Lamacenta:Terceirização e Precarização do trabalho médico!

O que está por detrás de "crise" na Saúde.

Ensina a História e o bom senso, que "crises" não acontecem por "combustão espontânea", e sempre a uma conexão teleológica entre os fatos.

Não se enganem, pois atrás da "crise", das "forças-tarefas" e do estrangulamento(que é real)do atendimento primário e secundário do sistema público de saúde municipal está uma "mudança" radical nessa estrutura.
A questão focada sobre a mão-de-obra médica e seus auxiliares, desvinculando a questão de seu verdadeiro cerne: a falência do modelo, é o mote para mais um ataque privatista do governo atual sobre a administração pública e seu patrimônio: material e humano...
Saiba mais no blog Planície Lamacenta.