quinta-feira, 22 de julho de 2010
Campos dos Goytacazes agora também tem UPA
O secretário Sérgio Côrtes aproveitou para confirmar a idéia de que mais uma UPA seja instalada no município, mas, para isso, é necessário que a Prefeitura arrume um terreno. Provavelmente, o local escolhido será a Penha. Desta forma, o atendimento das unidades dividiria a cidade em duas partes. A UPA da Penha seria para suprir a necessidade de urgência da margem direita do Paraíba.
ESTRUTURA
A UPA tem dois pavimentos e um total de 1.500 m2, com sala amarela, sala vermelha, área de observação individual, pediatra clínica médica, odontologia, laboratório para realização de exames, sala de raio X, sala de sutura, sala de medicação e de nebulização.
Será oferecida assistência de urgência durante o dia e à noite, com o programa do estado atuando na complementação dos serviços oferecidos por hospitais e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. A UPA será equipada para atender a casos de urgência de baixa e média complexidade, inclusive, nos fins de semana" Fonte: Folha da Manhã Online - Campos dos Goytacazes - RJ
quarta-feira, 14 de julho de 2010
PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
sexta-feira, 9 de julho de 2010
SINAIS DE VIDA NA PMCG : PORTARIA 434/2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
MÉDICOS DO FERREIRA (EM ESTADO DE GREVE) DIVULGAM DOCUMENTO
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO CONTINUAM MOBILIZADOS E INDIGNADOS
sábado, 5 de junho de 2010
MÉDICOS DO FERREIRA MACHADO REIVINDICAM E AMEAÇAM GREVE
Planos de cargos e salários, já. É inadmissível que profissionais do gabarito que aqui existem, concursados, que trabalham com resolutividade em nível terciário, muitos com longa bagagem de conhecimento e serviços prestados à emergência, percebam no final de cada mês, em seus proventos, quantia igual a de um recém-formado, a quem sempre ajuda, ensina e socorre, tendo por base sua experiência profissional, adquirida em longas e intermináveis jornadas, nos muitos anos de uma abnegada profissão. Não se esqueçam: trabalhar em boas condições é imprescindível, como também o é, obter-se remuneração digna que permite educar e prover seus filhos. Isto também é luta de classe.
Rever e reaparelhar o Centro Cirúrgico, para que as cirurgias complexas possam ser realizadas e finalizadas com tranquilidade pelos profissionais gabaritados que aqui existem, sem que haja mais stress do que o momento já impõe. Não venham somar à falta de material e mão de obra.
Voltar a servir as refeições dos médicos em um local apropriado (anexo ao quarto), com gabarito e quantidade diária necessária para um profissional que não tem hora, na maioria das vezes, de se dirigir a um refeitório superlotado, tímido e mal cuidado.
Retorno do quarto dos médicos no setor de emergência, com melhores condições de higiene e acomodação (geladeira, ar condicionado, televisão, computador, etc.).
Inaugurar e manter o serviço de recuperação pós-anestésico, em condições ideais, para, se ou quando necessário, oferecer suporte a qualquer paciente em tempo integral, até que se providencie sua vaga em UTI. Este é um hospital de EMERGÊNCIA. Não podemos, e nem devemos, partir para a "escolha de Sofia".
Todo andar (serviço) deve ter uma sala com material de ressuscitação cárdio pulmonar (mal súbito) para ser usado toda vez que seja necessário dar suporte prioritário de vida a um paciente, até que sua vaga na UTI aconteça.
Aumento de todo pessoal médico, pois este Hospital, pelo acordo feito nas cúpulas políticas, tem que se programar para oferecer atendimento a uma população de mais ou menos um milhão de pessoas, distribuídas pelos municípios vizinhos, pois ele é o primeiro lugar a ser procurado em função da sua resolutividade ímpar. Até quando ele irá suportar? Salvem-no enquanto é tempo. A cidade de Campos e os médicos agradecem! Urgentemente, necessitamos de quatro clínicos gerais (dois nas UPGs), dois cirurgiões vasculares, quatro pediatras, etc., por plantão de vinte e quatro horas.
Um médico com todo o gabarito exigido para funcionar na EMERGÊNCIA, leia-se, SALVAR VIDAS, deverá ter no mínimo um piso salarial I mensal compatível com o de qualquer procurador, R$7.500,00 (sete mil e quinhentos reais), por vinte e quatro horas semanais.
Eliminar, de uma vez, qualquer intervenção (atendimento) no corredor. Isto é desumano e ineficiente, sem contar com o constrangimento impingido a todos: médicos, pacientes, etc.
A figura do médico e de seu trabalho, de antemão, não o capacita a funcionar como outro empregado qualquer, pois ele não pode parar um atendimento (cirúrgico ou não), porque findou o seu horário de trabalho. Por isto, e por outros critérios de formação e obrigação, solicitamos o ponto em folha (retorno). Abaixo o digital para grupamento médico.
O acesso à UTI, em pacientes graves, deve ser sempre prioritário, evitando-se sempre que as UPGs possam funcionar como UTI. Para que isso não ocorra, deve-se utilizar a rede de saúde disponível, com melhor critério possível, regulamentando¬-se a entrada, a procura e a aceitação de pacientes ambulatoriais no Hospital, direcionando e cobrando resolutividade na rede desta cidade. Os postos e hospitais têm que funcionar a todo vapor, pois isto ocorrendo, ainda teremos tempo de salvar o HFM.
Por fim, solicitamos em nome da medicina do futuro em nossa cidade, o retorno, aí sim, supervisionado e com tutoramento dos médicos que aqui trabalham (melhor hospital de emergência de uma imensa região) dos internos dos 5º e 6º anos, como forma de aprendizado, propondo, como não poderia deixar de ser, uma formação com responsabilidade, ficando a parte financeira a cargo do gestor e por que não, dividindo, parte de seu custo com a Faculdade de Medicina, pois, como sabemos, o curso de Medicina necessita do trato direto com a prática in loco, sem o qual os futuros médicos não serão confiáveis, acarretando sérios danos à população futura. Pensem: seus filhos e netos serão atendidos por eles.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
MÉDICOS DENUNCIAM FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO EM QUISSAMÃ E SÃO JOÃO DA BARRA
sábado, 22 de maio de 2010
(IN)JUSTIÇA NO VAREJO II (ele acreditou no factoide!)
Postagem do Blog Estou Procurando O Que Fazer:
Todos por Campos!
FALTAM MÉDICOS E NÃO "OS MÉDICOS FALTAM"
ÉTICA MÉDICA: NOVO CÓDIGO JÁ EM VIGOR
(IN)JUSTIÇA NO VAREJO! (ele acreditou no factoide!)
Leiam abaixo a resolução do CFM sobre Ato Médico:
terça-feira, 18 de maio de 2010
MÉDICO DA PMCG: ACORDA!
Vencimento básico 5% a cada 5 anos Gratificações devidas | R$- 7.000,00 R$- 7.350,00 R$- 7.700,00 R$- 8.050,00 R$- 8.400,00 R$- 8.750,00 R$- 9.100,00 | Gratificações: - Adicional noturno - Horas extras - Insalubridade - Qüinqüênios |
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O DESABAFO DE UMA MÉDICA SOBRE O GOVERNO ROSINHA
Não sei se trata-se de algum trauma passado ou algum grande problema pessoal, ou se é apenas uma tática política e populista de desviar a atenção do desarranjo na saúde, de transferir a culpa para quem não tem culpa, afinal somos mais uma vítima dos descasos com a saúde publica. O que mais nos pasma são os médicos que servem a essa administração pública e esquecem sua ética com os colegas, esquecem que tem filhos médicos ou futuros médicos, deixam de aproveitar sua atual posição para valorizar sua classe, para melhorar as condições de trabalho, os salários medíocres. Mas não, apenas repassam a política do MEDO, transferem para nós o terror que é imposto a eles. É lamentável assistir e participar disso.
Senhora prefeita, passe uma semana com um médico, tire um dia para acompanhar um medico em um plantão de 24 horas. Talvez assim a senhora entenda, ao menos, O NOSSO VALOR, como é necessária a paz em um ambiente de trabalho que já é muito pesado, o acolhimento, o respeito - estamos falando de SAÚDE. Talvez assim, tenha um pouco de compaixão, admiração, respeito por essa classe que tanto desdenha. Imagine a energia pesada de um hospital, onde enfermos padecem de doenças, onde vivenciamos a morte diariamente. Imagine isso acrescido de uma enorme parcela de terror, desrespeito, ameaças, proibições e imposições que dificultam nosso trabalho, que acabam com a nossa harmonia, que nos sobrecarregam em detrimento da qualidade do nosso trabalho. Imagine um ambiente de trabalho com todos, eu digo TODOS, insatisfeitos, indignados, revoltados com a conduta perseguidora, terrorista, desagregante.
Acredito que não é isso que esta em seus planos, acredito que saiba como se deve tratar um servidor publico. Somos seres humanos, senhora prefeita, não somos maquinas, temos necessidades fisiológicas como qualquer outro ser humano. Por que transformar-nos em inimigos, porque insiste em manter essa conduta desarmoniosa, porque não veste nossa camisa e sela a paz conosco, nos ouvindo, nos respeitando, nos acolhendo de forma participativa, somando esforços pelo melhor para saúde de nossa cidade.
Queremos reconhecimento pela grandiosidade de nosso trabalho, pela nossa dedicação, entrega. Queremos parceria, paz, melhorias para nós e para nossos pacientes. Queremos respeito pelo nosso trabalho, RECONHECIMENTO! Não, não somos criminosos, senhora prefeita, somos médicos assoberbados de trabalho, batalhadores, estudiosos, dedicados - FAZEMOS O BEM AO PROXIMO, TRABALHAMOS E ESTUDAMOS PARA ISSO!!!
Desperte enquanto há tempo! Crie aliados e não inimigos!! Infelizmente, sou mais uma vitma do medo e, apesar de vivermos em uma democracia, tenho que manter o anonimato de minhas declarações na intenção de evitar retaliações tão freqüentes a quem se digna a ter voz ativa. Tenho certeza que sou a voz de muitos colegas dessa cidade e peço a eles que recorram à Folha Online para se mobilizarem de forma ativa contra esse silencio velado pelo medo. Nossa união começa aqui.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
MÉDICOS INDIGNADOS E DECEPCIONADOS : RESUMO DA ÓPERA!
- Falta de compromisso político com a filosofia do SUS!
- Rede básica ineficiente
- Equipamentos, unidades de saúde e hospitais sem manutenção.
- Falta de medicamentos e materiais de consumo.
- PSF desativado. Concurso realizado sem convocação dos aprovados
- Rede ambulatorial insuficiente
- Emergências e postos de urgência sobrecarregados
- Médicos pedindo demissão, principalmente os Pediatras.
- Ainda existem pediatras e outros médicos concursados que não estão sendo chamados.
- Diminuição de equipes médicas nos PUs, sem substituições nos atestados e férias.
- Salários defasados e falta de um PCCS.
- Factoide contra médica e acadêmico-interno quando atuavam no PU Guarus.
- Insuflação da população contra os médicos (DEMONIZAÇÃO) através de programas de rádio, reuniões e pela imprensa.
- Proibição dos estágios curriculares e extracurriculares de acadêmicos de medicina nas unidades da Fundação João Barcelos Martins ( HFM, PUs, Ururaí, São José etc.)
- Política administrativa caracterizada por perseguições, constrangimento, assédio moral, humilhações, deboche e abertura de processos administrativos não precedidos de avisos ou advertências.
- Retaliações contra médicos com remoções , devoluções e transferências não acordadas nem negociadas.
- Chefias leigas e despreparadas.
- Falta de condições de trabalho.
- Falta de segurança.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
MÉDICOS INDIGNADOS EM ASSEMBLÉIA PERMANENTE. 3ª 11/05 ÀS 19 H
Piso salarial, Mobilização, Condições de trabalho, PCCS, Defesa Profissional, Denuncias e rumos do movimento. A luta continua!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
MÉDICOS INDIGNADOS EM ASSEMBLÉIA PERMANENTE. 3ª 04/05 ÀS 19 H NA SFMC
Condições de trabalho, PCCS, Defesa Profissional, Denuncias e rumos do movimento. A luta está só começando!
Alerta do blog Planície Lamacenta:Terceirização e Precarização do trabalho médico!
O que está por detrás de "crise" na Saúde.
Não se enganem, pois atrás da "crise", das "forças-tarefas" e do estrangulamento(que é real)do atendimento primário e secundário do sistema público de saúde municipal está uma "mudança" radical nessa estrutura.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
SIMEC AGRADECE!
FENAM publica nota de apoio aos médicos de Caxias do Sul « A Medicina exige respeito!
Por: Denise Teixeira
A Federação Nacional dos Médicos e o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul publicaram, nos jornais gaúchos Correio do Povo e O Pioneiro, nota de apoio ao movimento dos médicos de Caxias do Sul, que paralisaram as atividades naquela cidade da serra gaúcha.
Na nota, a FENAM reconhece a paralisação como “justa, legítima e necessária”, e considera inadiável a adoção do Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos (PCCV) exclusivo para a categoria. Leia a íntegra do documento (link), assinado pelo presidente da FENAM, Paulo de Argollo Mendes, e pela presidente em exercício do SIMERS, Maria Rita de Assis Brasil.
Leia na íntegra:
Paralisação dos Médicos em Caxias
A FENAM – Federação Nacional dos Médicos, representante legal dos 350.000 médicos brasileiros, e o SIMERS – Sindicato Médico do Rio Grande do Sul:
1. Alertam, mais uma vez, para o esvaziamento do SUS causado pela irrisória remuneração paga aos médicos.
2. Consideram inadiável a adoção do Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos (PCCV) próprio para a categoria.
3. Reconhecem como justa, legítima e necessária a paralisação dos médicos caxienses.
4. Emprestam o mais absoluto apoio e solidariedade àqueles profissionais.
Caxias do Sul, 8 de abril de 2010.
Dr Paulo de Argollo Mendes
Presidente da FENAM
Dra Maria Rita de Assis Brasil
Presidente em exercício do SIMERS














