sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL EXERCÍCIO 2012


SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
CNPJ- 30.405.708/0001-93
SEDE: Av. Alberto Torres, 217 – Tel/Fax: 2723-2593 – 2724-2664
Blog : htt://simec-simec.blogspot.com

Campos – RJ

CIRCULAR Nº 002/2011


                          Campos dos Goytacazes, 01 de dezembro de 2011.



Prezado(a) Associado(a),


O Sindicato dos Médicos de Campos decidiu em Assembléia Geral Ordinária realizada no dia 22 de novembro de 2011, que o valor da Contribuição Sindical para exercício 2012 é de R$-190,00.  O valor recomendado pela FENAM, corrigido pela inflação é de R$-220,00.

1.   O valor de R$-190,00 deliberado em Assembléia para a Contribuição Sindical exercício 2012, será cobrado junto com a mensalidade do mês de dezembro de 2011, em conta corrente, já está com desconto de R$-30,00.

2.    A Contribuição Sindical tem caráter compulsório, portanto, é uma obrigação do profissional liberal recolher, anualmente, é um tributo do Ministério do Trabalho e Emprego.
3.    Quem dá a quitação do correto recolhimento da contribuição são os sindicatos médicos, qualquer outra forma de pagamento não constituirá prova de quitação da contribuição sindical.

4.    Solicitamos aos colegas, que nos informe os locais de trabalho a ser encaminhado o comprovante de pagamento, para assim, evitar um novo desconto da CS 2012 no seu contracheque. Informações pelo Tel/Fax: 2723-2593, Tel: 2724-2664 ou pelo E-mail: simec@censanet.com.br

5.   O colega que não optar pelo desconto através do SIMEC, entrar em contado até dia 29/12/2011, pelo E-mail:simec@censanet.com.br ou pelo Tel. 2723-2593/2724-2664, das 9 horas às 17 horas, e oportunamente receberá a guia da contribuição sindical-2012 com o valor real de R$-220,00.

O SIMEC É SUA TRINCHEIRA DE LUTAS. SEU REPRESENTANTE LEGAL NAS AREAS; TRABALHISTA, CRIMINAL E CIVEL.


Reinaldo Tavares Dantas
  Presidente do SIMEC



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Carreira de estado para médicos do serviço público: saída para fortalecer o SUS


São Paulo – As melhorias na saúde no Brasil dependem de políticas públicas que estimulem os médicos a se fixar nos locais de difícil acesso, afirma o médico e presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Junior. Ele reivindica a criação de uma carreira de estado para os médicos do serviço público nos moldes da existente no setor judiciário. Uma carreira com dedicação exclusiva, tempo integral e o ingresso a partir de concurso público e com remuneração compatível. “Só assim será possível implementar um modelo para o SUS (Sistema Único de Saúde) que, em termos de atendimento médico, se adeque às exigências da Constituição e as necessidades do povo brasileiro”, disse.
Com base nos dados da pesquisa Demografia Médica no Brasil, divulgada nesta semana, revelando que a proporção do número de médicos no país em 2011 é de 1,95 por mil habitantes e que a cada ano esse número aumenta, ele declarou: “Não faltam médicos no Brasil. O que existe é uma má distribuição dos profissionais”.
Segundo o médico, a pesquisa foi feita para comprovar e combater o crescimento desenfreado de faculdades de medicina. “Desde o ano passado, governo federal fala que o problema na Saúde é a falta de médicos. Queríamos mostrar que não é essa a realidade”, observou.
Os estados com maior concentração de médicos por mil habitantes são o Distrito Federal (4,02 ) e o Rio de Janeiro (3,57), enquanto o Amapá (0,96), Pará (0,83) e o Maranhão (0,68) têm menos de 1. O estudo não associa a quantidade de médicos à qualidade do atendimento. O sistema também é influenciado pelas condições geográficas, epidemiológicas e de estrutura dos serviços de saúde. Esses dados podem contribuir para combater a desigualdade de oferta dos profissionais.
As desigualdades em relação às capitais e os outros municípios dos estados são ainda maiores. Um dos motivos seria a concentração de serviços de saúde – hospitais, clínicas, laboratórios – e, portanto, maior oportunidade de trabalho. A cidade de São Paulo tem 4,44 médicos registrados por mil habitantes enquanto o estado tem 2,58. A capital do Espírito Santo, Vitória, tem 10,41, enquanto o estado tem somente 2,11. No Amapá, a diferença é menor, mas ainda assim, a capital Macapá tem 1,06 enquanto o estado tem 0,96.
O censo médico também constatou que a maioria dos médicos no mercados é jovem (até 39 anos representam 42,% dos profissionais) e que desde 2009 há mais mulheres (50,23%) formadas do que homens (49,77%).
No levantamento dos conselhos regionais de medicina um novo critério foi adicionado, o posto de trabalho médico ocupado. Ele mostra não só o profissional registrado, mas quantos médicos estão disponíveis para o atendimento da população. As informações vêm da base de dados da pesquisa Assistência Médico-Sanitária (AMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Quem determina a distribuição dos médicos é o mercado, ele que toma conta da saúde. O trabalho do estado é regular essa área e levar o serviço para a população. O mercado não pode regular uma coisa que afeta a saúde e a vida das pessoas”, aponta Renato Azevedo.
Os números mostram que muitos profissionais ocupam mais de um posto de trabalho.Nas capitais há 5,89 postos por mil habitantes enquanto no país são 3,33. Se considerarmos a saúde privada e a pública os números são bem díspares. Comparando o SUS e o setor privado percebemos que há mais ofertas de postos de trabalho no setor privado, sendo que a população atendida pelo SUS é maior. Para cada mil usuários de planos de saúde há 7,6 postos de trabalho ocupados, já no SUS esse índice cai para 1,95
FONTE: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/saude/2011/12/politicas-publicas-podem-combater-desigualdades-no-atendimento-da-saude-no-brasil via Fax Sindical.