quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Geral - Prefeitura reverte no TJ o bloqueio de R$ 10 milhões em favor da Santa Casa Folha da Manhã Online

Geral - Prefeitura reverte no TJ o bloqueio de R$ 10 milhões em favor da Santa Casa Folha da Manhã Online

Prefeitura reverte no TJ o bloqueio de R$ 10 milhões em favor da Santa Casa

Patrícia Barreto
Genilson Pessanha
O promotor de Justiça Leandro Manhães esteve na Santa Casa de Misericórdia de Campos, na manhã desta terça-feira (30), e em reunião com os funcionários do hospital, informou que os pagamentos atrasados — novembro e dezembro — e a segunda parcela do 13º, seriam pagos hoje, após a Juíza da 1ª Vara Cível de Campos, Adriana Marques dos Santos Laia Franco, determinar, no domingo, dia 28, o bloqueio de R$ 10 milhões das contas da Prefeitura de Campos e a transferência para a conta corrente da instituição. Porém os funcionários respiraram aliviados por pouco tempo. Na tarde desta terça, o site oficial do município anunciou que o Tribunal de Justiça suspendeu a liminar que obrigava a prefeitura a arcar com despesas da Santa Casa.
De acordo com a publicação, em sua exposição, a desembargadora Márcia Cunha explica que a liminar “é equivocada uma vez que determinou que o agravante (a Prefeitura) transferisse valores de seus cofres para o pagamento de despesas de Instituição Privada Beneficente, que presta serviços de saúde, ao argumento de que o ente público tem o dever de prestar o serviço de saúde para a sua população”.
A desembargadora destacou ainda que, apesar das alegações apresentadas na liminar da 1ª Vara Cível de Campos, “não há nenhuma norma legal que imponha o município ao dever de custear despesas desta entidade privada, ainda que os serviços por ela prestados sejam de natureza imprescindível para a população”.
Durante a coletiva, Leandro Manhães, ressaltou que o valor que deveria ser repassado à conta da instituição, não é dívida da prefeitura, mas um empréstimo, já que o município é considerado gestor pleno, sendo toda política estadual e federal, concentrados no município, o problema de saúde é de responsabilidade do poder público. “A população não pode ficar sem atendimento. Os funcionários não podem ficar sem salário. Os tributos não podem deixar de ser pagos. A Santa Casa já perdeu a Certidão Negativa de Débitos (CND), sem este documento a instituição deixará de receber o repasse do Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse o promotor, que não foi localizado na tarde de ontem para comentar a suspensão da liminar.
Por telefone, uma funcionária que não quis se identificar, disse que o clima na Santa Casa ficou tenso após a notícia de que o repasse foi suspenso. “A única saída será fechar as portas. Lamentável essa situação a que chegamos”. disse.
O atual gestor, Paulo Cassiano, está viajando, segundo informou a assessoria da instituição.
31/12/2014 11:10

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Justiça bloqueia R$ 10 milhões da Prefeitura de Campos

Justiça bloqueia R$ 10 milhões da Prefeitura de Campos Jornal 3ª VIA

Justiça bloqueia R$ 10 milhões da Prefeitura de Campos

Dinheiro será utilizado para manter os serviços do Hospital da Santa Casa de Misericórdia


A juíza da 1ª Vara Cível de Campos, Adriana Marques dos Santos Laia Franco, determinou no plantão judicial do último domingo (28de dezembro), a pedido do Promotor de Justiça Leandro Manhães, o bloqueio de R$ 10 milhões das contas da Prefeitura de Campos e a transferência para a conta corrente da Santa Casa de Misericórdia, para que sejam realizados os pagamentos dos funcionários e de tributos, a fim de que não sejam paralisadas as atividades da instituição.


A medida foi tomada após o Ministério Público Estadual (MPE) ter acesso a um relatório com dívidas da Santa Casa e constatar o risco do hospital suspender todo o atendimento.

O relatório mostra que a instituição possui uma dívida tributária avaliada em R$ 2.936.130,91 e sem quitação dos tributos a Santa Casa não receberá verbas do SUS.   

Segundo informações do MP, a decisão de bloqueio e transferência foi cumprida ontem no Banco do Brasil e os pagamentos devem ser realizados amanhã (31 de dezembro), com prestação de contas em 10 dias pelo interventor. 

JUSTIÇA BLOQUEIA R$ 10 MILHÕES DA PREFEITURA PARA SEREM REPASSADOS À SANTA CASA

Geral - Justiça bloqueia R$ 10 milhões da Prefeitura para serem repassados à Santa Casa Folha da Manhã Online

Justiça bloqueia R$ 10 milhões da Prefeitura para serem repassados à Santa Casa

A juíza da 1ª Vara Cível de Campos, Adriana Marques dos Santos Laia Franco, determinou no plantão judicial de domingo, dia 28, a pedido do Promotor de Justiça Leandro Manhães, o bloqueio de R$ 10 milhões das contas da Prefeitura de Campos e a transferência para a conta corrente da Santa Casa, para que sejam realizados os pagamentos dos funcionários e de tributos, a fim de que não sejam paralisadas as atividades da instituição.
Mais informações na edição desta terça-feira da Folha impressa.
29/12/2014 23:11

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

SANTA CASA DE CAMPOS - NOTA OFICIAL DO MPERJ

NOTA OFICIAL
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, pelo Promotor de Justiça Leandro Manhães de Lima Barreto vem apresentar as informações obtidas com após 5 dias de análise parcial dos documentos obtidos com a intervenção na Santa Casa de Campos.
A Santa Casa atualmente possui as seguintes dívidas tributárias, sem prejuízo de outras ainda não identificadas:
– CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, desde junho de 2013, no valor de R$ 47.491,57. Com os juros e multa incidentes, totalizam R$ 58.925,24;
– INSS, desde junho de 2014, no valor de R$ 1.027.288,25. Com juros e multa, totalizam R$ 1.194.361,02;
– FGTS, desde agosto de 2014, no valor de R$ 524.156,39. Com juros e multa, totalizam R$ 570.139,66;
– IMPOSTO DE RENDA, desde fevereiro de 2014, no valor de R$ 779.887,87. Com juros e multa, totalizam R$ 937.996,77;
– PIS, desde janeiro de 2014, no valor de R$ 144.001,04. Com juros e multa totalizam R$ 174.708,22.
Somados, os valores totalizam R$ 2.936.130,91.
Sem a quitação das dívidas fiscais, a Santa Casa não conseguirá renovar em janeiro de 2015 a Certidão Negativa de Débitos, sem a qual não pode receber repasses de verbas públicas.
Vale registro que a Santa Casa tem cerca de 95% de seu atendimento pelo SUS. Sem a quitação dos tributos, não receberá verba alguma do SUS e terá que fechar as portas.
A Santa Casa está devendo os salários dos funcionários referente a:
– novembro de 2014, no valor de R$ 1.604.845,39;
– dezembro de 2014, no valor de R$ 2.023.809,21;
– 2ª parcela do 13º salário, no valor de R$ 465.000,00.
Isso dá um total de R$ 4.093.654,60.
As dívidas com médicos e empresas médicas giram em torno de R$ 2.100.000,00.
A Santa Casa tomou empréstimos bancários com a UNICRED e com a Caixa Econômica Federal, dando em garantia receitas futuras do SUS, da ordem de 10 milhões de reais, já havendo parcelas com vencimento até 2021.
Um dos contratos estabelece que a Santa Casa deve manter em garantia, permanentemente, um saldo de R$ 450.000,00 na conta corrente, valor este que fica retido e vem fazendo muita falta para o pagamento das dívidas, principalmente com fornecedores, o que gerou a suspensão do fornecimento de materiais e medicamentos, com comprometimento da saúde dos pacientes internados.
Tais dívidas já comprometem as futuras gestões da instituição.
As dívidas com fornecedores giram em torno de 8 milhões de reais, podendo chegar a valores maiores.
A Santa Casa possui dívidas de R$ 3.178.369,42 com a Prefeitura de São João da Barra, por irregularidades na prestação de contas do convênio. Vale registro que o provedor afastado celebrou contrato com sua sobrinha, a ex-Prefeita de São João da Barra Carla Machado, em relação ao qual destinou verbas para fins diversos do contratado, o que fez com que o atual Prefeito suspendesse os pagamentos.
O contrato previa que o dinheiro era adiantado e que a Santa Casa tinha que prestar contas, mês a mês, até 45 dias após receber o dinheiro.
No relatório da Auditoria da Prefeitura, foi constatado o desvio de finalidade, estando listado que:
– não houve entrega da prestação de contas final do convênio;
– várias notas fiscais apresentadas não guardavam relação com o objeto do convênio, como pagamentos à UNIMED, CLIMED, Prefeitura de Campos, Prefeitura de Carapebus, serviços do Hotel Gaspar, pagamento de seguros, pagamento de taxas de Conselhos e Confederações, dentre outros.
Foi encontrado ainda um documento comprovando que a Santa Casa recebeu em 05/11/2014, 36 STENTS com validade vencida, estando alguns vencidos desde julho de 2012, que foram colocados no almoxarifado para utilização nos pacientes.
Há fundadas suspeitas de que alguns chegaram a ser utilizados em pacientes, o que ainda está sendo investigado.
Foi constatado também que o provedor afastado contratou em 12/9/2014, a empresa CATE – Centro Avançado de Tratamento Endovascular – para prestar serviços de hemodinâmica.
Sete dias depois, no dia 19/9/2014, o provedor afastado emitiu um comunicado, determinando o desmembramento do setor de compras e autorizando a empresa CATE a fazer compras para o setor de hemodinâmica.
O Sócio da empresa CATE, o médico Marcelo Bastos Brito, nomeou como seu preposto o Sr. Anderson Coelho Silva.
O Sr. Anderson passou a fazer compras para o setor de hemodinâmica, em nome da Santa Casa.
No dia 02/10/2014, o Sr. Anderson comprou uma Bomba Injetora de Contraste usada, como se fosse nova, por R$ 31.500,00, mesmo já havendo outra bomba semelhante na unidade, cujo pagamento foi feito à vista, mesmo diante das dificuldades financeiras da Santa Casa.
A empresa que vendeu a bomba injetora foi a MEDICAL TECH COMERCÍO DE MATERIAIS MÉDICO HOSPITALAR LTDA. situada em Itaperuna, cujo sócio é o mesmo Sr. Anderson, nomeado preposto pelo sócio da empresa CATE.
Na nota fiscal emitida pela empresa MEDICAL TECH, consta um número de telefone, para o qual foi discado mas o atendente informou que lá não funciona nenhuma empresa.
Foi também diagnosticado que a Funerária da Santa Casa, situada em frente ao Cemitério do Caju, não prestava contas ao Provedor afastado de suas receitas e despesas. Há indícios de que o lucro mensal gira em torno de R$ 25.000,00, que não são destinados à Santa Casa.
Há indícios também de que pessoas atendidas pelo SUS continuam a ser cobradas por consultas que deveriam ser gratuitas e que as receitas auferidas pelas consultas sociais são desviadas antes de chegarem até a Tesouraria.
Em relação à eleição para a Diretoria realizada às pressas no dia 10/12/2014, constatou-se que alguns membros do Definitório foram convocados na véspera, por telefone, sem tempo hábil para montarem uma chapa; outros sequer foram convocados, por falta de autorização do provedor afastado e alguns outros não foram localizados para ciência, mas mesmo assim ocorreu a reunião para eleição.
Vale registro que antes da reunião, alguns membros do Definitório já haviam manifestado seu desligamento do órgão, mas mesmo assim, não foram substituídos e a eleição ocorreu irregularmente.
Esses os esclarecimentos necessários à comunidade, após os primeiros 5 dias de trabalho da equipe de intervenção.
Campos dos Goytacazes, 26/12/2014.

Leandro Manhães
Promotor de Justiça

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ururau - Justiça intervém e afasta provedor da Santa Casa de Misericórdia

Ururau - Justiça intervém e afasta provedor da Santa Casa de Misericórdia

Justiça intervém e afasta provedor da Santa Casa de Misericórdia

Entre as acusações estão a situação precária do hospital e mortes de pacientes

 Carlos Grevi / Ururau

Entre as acusações estão a situação precária do hospital e mortes de pacientes



Após o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP/RJ) ajuizar uma Ação Civil Pública, com pedido de liminar, o Tribunal de Justiça (TJ/RJ) decidiu pelo afastamento do provedor da Santa Casa de Misericórdia de Campos, Benedito Marques dos Santos e determinou a nomeação de Paulo Cesar Barcelos Cassiano ao cargo, além da suspensão do ato de posse na nova diretoria, eleita às pressas no último dia 10, até ulterior decisão.


A decisão do Tribunal foi baseada na denúncia feita por três médicos que trabalhavam na unidade de que o hospital encontra-se em situação precária, inclusive, estaria ocasionando a morte de inúmeros pacientes, por falta de medicamentos, exames e materiais para cirurgia. Os médicos acrescentaram ainda que pacientes estavam ficando internados por longos períodos, sem tratamento adequado, ocupando indevidamente os leitos, gerando cobrança de diárias do Sistema Único de Saúde (SUS), além do agravamento de suas condições físicas.


Denunciaram ainda que “muitos pacientes, mesmo sem condições de serem tratados pelo hospital, ali permaneciam sem fazer os exames devidos nem as cirurgias necessárias, além de não serem transferidos para outras unidades hospitalares, ocasionando vários óbitos”.


A ação Civil Pública também aponta diversas irregularidades ocorridas no decurso dos seguidos mandatos do provedor no cargo, como a de durante as gestões do primeiro foram vendidos de forma irregular 51 imóveis pertencentes à Santa Casa. Outra é de que o hospital foi condenado a restituir ao erário R$ 733.123,54 relativos a procedimentos faturados em boletins de atendimento cuja realização efetiva nunca foi demonstrada à Secretaria de Saúde.


As irregularidades [apontadas em auditoria] seriam na solicitação de exames de ressonância magnética, sendo certo que tais solicitações foram encaminhadas a Secretaria de Saúde sem que houvesse ao menos real atendimento do suposto paciente e número de prontuário válido.


“As irregularidades no preenchimento de solicitações de exames e materiais são rotineiras, demonstrando total descontrole do que é efetivamente realizado ou o que é indevidamente faturado pela Santa Casa”, diz a decisão.


Também é citado na ação, cujo município de Campos, também é réu o Secretário de Saúde assina como avalista dos contratos de empréstimo bancário tomados pela Santa Casa firmado no valor de R$ 7.500.000,00, sendo certo que o contrato encontra-se com data futura, de 30 de dezembro de 2014.


Por telefone, o secretário de Saúde de Campos, Doutor Chicão explicou que a pasta não avalizou a Santa Casa, mas que a mesma foi consultada pela instituição financeira referida para saber o valor da verba —municipal e federal — recebida pela unidade hospitalar e proceder com o empréstimo.


"O procedimento não é de avalizar, mas é como se fosse um consignado. A Caixa solicita o faturamento do hospital no que desrespeito a verba municipal e federal, para que quando essa verba for repassada, ela fazer a retenção do valor do empréstimo", explicou o secretário acrescentando ainda que as auditorias dos serviços prestados pelos hospitais conveniados são feitas de forma permanente e "só pagamos por aquilo que é produzido", completou.


A equipe de reportagem do Site Ururau tentou contato com Benedito Marques e com a secretaria de Saúde de Campos, mas não obteve êxito.





INSTITUIÇÃO ACUMULA DÍVIDAS

Foi ponderado na decisão do Tribunal de Justiça de que a Santa Casa encontra-se em débito com fornecedores de materiais e serviços, havendo inclusive notícia nos autos de suspensão do fornecimento por vários contratados, e que além de receber a verba pública mensal, a unidade ainda toma empréstimos bancários a juros, sendo certo que todo este montante financeiro não é suficiente para pagar seus fornecedores.


Desta forma, o afastamento cautelar de Benedito Marques das funções de Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Campos, e das demais instituições a esta vinculadas, diante da possibilidade de se dissiparem as evidências das condutas ilícitas em tese praticadas nas gestões, considerando os documentos que comprovam a crescente perda patrimonial do hospital, bem como considerando a situação de risco de óbito de pacientes, por falta de atendimento adequado na Santa Casa, está presente o periculum in mora.


A medida cautelar em questão consiste na suspensão temporária do exercício de determinada função pública, atividade de natureza econômica ou financeira. A finalidade da medida é evitar sua utilização para a prática de infrações penais, bem como quando necessária para a investigação, evitando que provas sejam destruídas, que haja pressões e intimidações a testemunhas e vítimas.


Para que seja cumprida a determinação foram encaminhados ofícios à Santa Casa de Misericórdia; ao Hospital de Apoio Manoel Cartucho e ao Instituto Profissional Nossa Senhora da Lapa. Também foi determinada a intervenção na Santa Casa de Misericórdia pelo prazo de 180 dias, período este que vai ficar sobre a provedoria do Paulo Cesar Barcelos Cassiano.


QUANTO AOS BENS DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA

Para evitar maior dilapidação do patrimônio da Santa Casa, fica proibida a venda, permuta, dação em pagamento ou em garantia de qualquer imóvel de propriedade da Santa Casa, até posterior decisão. Para a efetivação da decisão de indisponibilidade de bens, foi determinada a expedição de ofícios à Corregedoria Geral da Justiça, solicitando que efetive junto aos Registros Gerais de Imóveis a indisponibilidade dos bens imóveis.


Considerando o poder geral de cautela também foi determinada a suspensão da eficácia do contrato de empréstimo, oficiando a Caixa Econômica Federal, para que não proceda a entrega do dinheiro objeto do referido contrato.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Geral - Home care pode paralisar de vez Folha da Manhã Online

Geral - Home care pode paralisar de vez Folha da Manhã Online

Home care pode paralisar de vez

Suzy Monteiro
Foto: Valmir Oliveira 
Um serviço essencial, mas ameaçado em Campos. O home care — atendimento nos moldes do hospitalar, mas realizado em casa – corre o risco de parar. A empresa Nutrindo — Nutrição e Internação Domiciliar pode fechar suas portas a partir de 2015. A informação foi passada pela proprietária, Sara Evelin Navega Ferraz, durante entrevista coletiva. Ela chegou a ser presa por abandono de incapaz após técnicos ameaçarem suspender o atendimento por estarem com salários atrasados. Segundo a empresária, o atraso se deu por uma dívida da Prefeitura de Campos com a empresa que gira em torno de R$ 7 milhões. Questionada pela Folha da Manhã, a secretaria de Saúde, por meio de sua assessoria, disse que, caso ocorra o fechamento da empresa, tomará providências para que os pacientes não fiquem sem atendimento. Informou os valores já repassados a Nutrindo, porém não confirmou o valor da dívida.
Na entrevista, a médica disse que a situação da empresa é delicada e quase insustentável:
— Tenho muitas dívidas. Tenho a receber, comprovadamente, mais de R$ 7 milhões. Se não houver uma disposição da Prefeitura em quitar essa dívida, a empresa não tem como operar. Estou vendo com minha advogada como a empresa pode interromper essa prestação de serviço. É muito material, muito medicamento, apesar de isso ser econômico para o município, se a gente não tiver o pagamento a gente não tem como começar o ano. A política da Prefeitura é fazer pequenos pagamentos. Ela não se compromete a pagar de forma a gerar um fluxo na empresa e a empresa tem uma demanda mensal – informou.
De acordo com a assessoria da secretaria de Saúde, o contrato da empresa ainda está em vigor com a Prefeitura e ainda não houve notificação oficial sobre a intenção de reincidi-lo: “Caso isso ocorra, a Prefeitura deverá ser informada com antecedência para que possa tomar as providências necessárias, de modo que os pacientes não fiquem desassistidos”. Sobre os pagamentos, a assessoria informou: “A Prefeitura pagou cerca de R$ 12 milhões à prestadora de serviços de home care, em 2013 (R$ 6.365.655,42) e em 2014 (R$ 5.352.873,30). Outros R$ 630 mil foram pagos quarta-feira (10). Nos próximos dias, deverão ser pagas outras faturas, que estão dentro do fluxo normal de recebimento e auditoria. A preocupação da Secretaria é manter a assistência integral dos pacientes”. O valor da dívida de R$ 7 milhões não foi confirmado ou negado.
Atualmente, 67 pacientes recebem atendimento através de home care. São pacientes de alta e média complexidade: Alguns com ventilação mecânica, sonda, fralda e, tem em casa, o atendimento de hospital – com aparelhagem, profissionais de saúde, cama própria.
16/12/2014 11:00

sábado, 13 de dezembro de 2014

Geral - Dívida da Prefeitura pode parar home care Folha da Manhã Online

Geral - Dívida da Prefeitura pode parar home care Folha da Manhã Online

Dívida da Prefeitura pode parar home care

Suzy Monteiro
Foto: Silésio Corrêa 
A médica e empresária Sara Evelin Navega Ferraz, dona da empresa “Nutrindo” concedeu entrevista coletiva na sexta-feira (12). Ela foi presa na madrugada de quarta-feira (10), após 13 parentes dos beneficiários protocolarem denúncia no Ministério Público Estadual (MPE) alegando que os serviços seriam suspensos devido ao atraso no repasse da Prefeitura de Campos. E disse ter medo de ser presa novamente, uma vez que a empresa não tem condições de se manter em função da dívida de R$ 7 milhões, segundo falou, que a prefeitura tem com a empresa. Sara disse que a empresa pode fechar suas portas em 2015.
Sara Evelin afirmou que se sentiu muito agredida pelo órgão que deveria resguardar o trabalho que é desenvolvido pela empresa e que “adotou uma atitude extremamente truculenta e arbitrária”. A médica disse que, com a entrevista, estava apelando à imprensa e a população e a qualquer pessoa com senso crítico para avaliar e julgar a situação.
— Fui abordada de uma forma extremamente truculenta e ostensiva pelo promotor de Justiça. Não sabia que os técnicos que estavam fazendo assistência aos pacientes haviam paralisado. Não acreditei. Na verdade, eles se reuniram em assembleia no dia anterior, são em número de 300, foram 22 técnicos que compareceram à assembleia e decidiram pela paralisação. Foi então que a presidente da cooperativa me comunicou que eles iriam parar, e que parariam por falta de pagamento. Falei que o atraso era de 20, 23 dias Ela disse que havia insegurança por parte dos técnicos pela falta de pagamento e eles estavam querendo parar — afirma, acrescentando que, mesmo sem acreditar que haveria paralisação, comunicou o fato ao secretário de Saúde.
Ela contou que por volta das 20h30, estava na academia de seu prédio, quando seus filhos (um menor e uma de 22 anos) foram abordados por uma policial civil, armada, junto com a delegada, informando que eles precisariam entregar uma intimação. A filha perguntou se poderia assinar, mas foi negado. Ela disse que os filhos, apavorados, entraram em contato com ela, que ligou para a advogada para tentar entender o que estava acontecendo. A advogada foi para o prédio da médica e, ao chegar, viu o cerco formado por três viaturas e 15 policiais, além de um homem desconhecido para a advogada (que não é da cidade). Segundo a médica, ele gritava, dizendo que queria entrar em seu apartamento, que ela era uma “cretina”.
Argumentou - Na delegacia, segundo a médica, o promotor disse que ela estava enquadrada no artigo 133, abandono de incapaz pela ausência de técnico na casa de um paciente. Ela afirma que tentou argumentar que, além do técnico, existe todo um aparato multidisciplinar, formado por médicos, enfermeiros, psicólogos, equipamentos: “Tudo isso teria que ser retirado para se configurar abandono. Ele estava muito exaltado, nem olhava para mim, não aceitou nenhuma argumentação e disse que estava efetuada a prisão e que deveria ficar presa até o retorno dos técnicos. Foi uma situação arbitraria — disse, classificando como lamentável o episódio, uma vez que a prefeitura está inadimplente: “Ontem (sexta-feira, 12)estive com Dr. Chicão, ele me disse que não há recurso ainda na prefeitura para quitar o débito com a empresa... Não há interesse da empresa em retirar da Prefeitura além do serviço que ela prestou”.
A médica disse que sua situação é delicada: “Tenho muitas dívidas. Tenho a receber, comprovadamente, mais de R$ 7 milhões. Se não houver uma disposição da prefeitura em quitar essa dívida, a empresa não tem como operar.
12/12/2014 18:40 - Última atualização: 13/12/2014 11:00

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Sindicato quer saúde com mais estrutura Folha da Manhã Online

Geral - Sindicato quer saúde com mais estrutura Folha da Manhã Online

Sindicato quer saúde com mais estrutura

Dulcides Netto
Foto: Silésio Corrêa 
Para garantir conforto e segurança ao atendimento, o sindicato dos Médicos de Campos propôs ao município que algumas unidades de saúde de Campos sejam modificadas e/ou reformuladas. O presidente da entidade, José Roberto Crespo, esteve nesta segunda-feira (17) no Programa Folha no Ar Entrevista, transmitido em cadeia pela Plena TV e Rádio Continental, ambas do Grupo Folha, e destacou que unidades como Posto de Urgência (P.U) da Saldanha Marinho; Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Travessão e Ururaí e o Centro de Referência e Tratamento da Criança e do Adolescente (CRTCA I), localizado na rua Barão de Miracema, no Centro, estariam sucateadas e suas estruturas, comprometidas, colocando em risco a vida da população. Até o final desta edição, a Prefeitura não havia respondido aos questionamentos.
— As unidades citadas funcionam em casas alugadas e seriam em caráter temporário. Porém, se passaram cinco e seis anos e os postos continuam funcionando nesses locais. O P.U da Saldanha Marinho, por exemplo, onde já atuaram médicos renomados de Campos e existe há quase 50 anos, precisa ser completamente remodelado. O anexo de tratamento psiquiátrico deveria ser transferido para o Hospital Geral de Gruarus (HGG), para que tenha uma estrutura maior e atender a demanda. Já solicitamos audiência com a prefeita Rosinha, porém ainda não houve uma resposta — declarou o presidente do sindicato.
Crespo relatou também que já fez o contato com o vice-prefeito e secretário de Saúde de Campos, Doutor Chicão, quanto às demandas, mas a audiência com a prefeita seria necessária para que haja uma determinação direta nos projetos. “Além disso, vamos pleitear junto ao governo municipal, a implantação do Plano de Cargos e Salários dos médicos. Uma luta de vários anos da categoria”, ressaltou.
A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de Comunicação da Prefeitura, mas não houve retorno. No site oficial da Fundação Municipal de Saúde (FMS), o órgão informa que o PU da Saldanha Marinho conta com um total de 168 funcionários, e oferece atendimento de urgência, pequenas cirurgias, nebulização, curativo séptico (referência regional), curativo asséptico (dentre eles o curativo pós-cirúrgico), atendimento odontológico de urgência e ambulatorial, remoções e verificação de óbito domiciliar. A página informa também que o posto atende aproximadamente 10 mil pacientes por mês, contando com médicos plantonistas, enfermeiro, assistente social, durante 24 horas; administrador, auxiliares e técnicos de enfermagem; motoristas, recepcionistas, pessoal de apoio e serviços gerais com revezamento de 12 horas.
18/11/2014 11:00

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Fenam aponta falhas na Saúde de Campos Folha da Manhã Online

Geral - Fenam aponta falhas na Saúde de Campos Folha da Manhã Online

Fenam aponta falhas na Saúde de Campos

Dulcides Netto
Foto: Rodrigo Silveira
Após percorrer centenas de hospitais no Brasil, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira Filho, após visita ao Hospital Ferreira Machado (HFM), em Campos, constatou que pacientes estão internados pelos corredores, os salários dos médicos estão defasados se comparados ao piso salarial e o atendimento do paciente à unidade de saúde é demorado. Além disso, o presidente declarou que a população da cidade está prejudicada sem o Programa Saúde da Família (PSF), extinto em 2008. O presidente do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec), José Roberto Crespo, disse que já solicitou reuniões e audiência pública com a Prefeitura e a secretaria de Saúde, porém não houve retorno.
Segundo Geraldo Ferreira Filho, a população de Campos tem o direito de estar insatisfeita com a saúde ofertada pelo município, já que logo na entrada do HFM, os pacientes são fragilizados por serem atendidos em corredores. Além disso, segundo ele, os salários estão abaixo do piso salarial nacional dos médicos, estipulado pela Fenam, que é de R$ 10,9 mil. No município, incluindo as gratificações, os profissionais recebem R$ 3,5 mil e os que atuam num pronto socorro, por exemplo, recebem até R$ 7,5 mil.
— O responsável do HFM informou que havia cerca de 60 a 70 pacientes internados pelos corredores da unidade, e atualmente o número caiu para 15. Mas isso não deve ocorrer, porque viola os direitos da população. Outro questionamento é sobre a Unidade Intermediária (U.I.), que nos outros hospitais é um setor onde os pacientes são levados, quando não há vagas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em Campos, ocorre o contrário, os pacientes são levados para a U.I. após saírem da UTI, quando estão em recuperação, e ainda não podem ir para os quartos. Não vejo sentido. Na unidade também, no corredor da UTI, há outros pacientes sendo atendidos à espera de uma vaga no setor — relatou o presidente da Fenam, destacando que a ausência do PSF é ruim para o município e que o HFM pode ter progresso no futuro, se aumentar o número de leitos e realizar concurso público.
Também participaram da reunião, no auditório da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia, na Faculdade de Medicina de Campos, o vice-presidente do Fenam e presidente do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo, Otho Batista, e o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed), Jorge Darze. “Para solucionar os problemas encontrados no hospital, estamos aguardando resposta da Prefeitura para uma reunião com o sindicato e uma audiência pública, que pode ser realizada dentro de 60 dias”, disse o presidente do Simec, José Roberto Crespo.
A equipe de reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa do HFM, mas não obteve retorno.

VISITA DA FENAM

Sindical

Presidente da FENAM visita hospital em Campos (RJ) e participa de assembleia com médicos
Foto: Giovana Carvalho 

30/10/2014

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Geraldo Ferreira, realizou nesta quinta-feira (30), pela manhã, vistoria das condições de trabalho e de atendimento no Hospital Ferreira Machado, em Campos (RJ). Às 15h30, haverá coletiva de imprensa sobre a agenda na cidade. Às 19h30, dr. Geraldo participa de assembleia no Sindicato dos Médicos de Campos (RJ) com a categoria médica. Na reunião será discutida a conjuntura da saúde nacional; as lutas da categoria; o caos na saúde pública, como a falta de leitos e equipamentos; a formação médica; os programas Mais Médicos e Mais Especialistas; além da negociação com os planos de saúde.

A agenda faz parte de uma série de visitas estratégicas da instituição aos Estados para conhecimento da realidade local e o fortalecimento das bandeiras de luta. A assembleia ocorrerá na sede do Sindicato dos Médicos de Campos (RJ), que fica na Avenida Alberto Torres, 205 Altos, no Centro.

Integram a comitiva o vice-presidente da FENAM, Otto Baptista, o membro da CAP-FENAM, Eglif Negreiros e o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze. Também fazem parte do grupo, o presidente do Sindicato, José Roberto Crespo e o tesoureiro, Reinaldo Dantas.

Fonte:
 Valéria Amaral 

http://campos24horas.com.br/portal/federacao-nacional-dos-medicos

Federação Nacional dos Médicos elogia estrutura do Ferreira Machado

sexta-feira, 31 de outubro de 2014      -       Foto: Divulgação    
O Hospital Ferreira Machado (HFM) recebeu nesta quinta-feira (30), a visita de representantes da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e dos Sindicatos dos Médicos do Espírito Santo, Rio de Janeiro e de Campos.
O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), José Manuel Moreira, e o diretor geral do HFM, Ricardo Madeira, recepcionaram a comitiva, que está no município para reunião promovida pelo sindicato da categoria, e aproveitou a oportunidade para conhecer o hospital.
Ricardo Madeira falou sobre o perfil de atendimento, sobre os investimentos em obras de reforma e ampliação que vem sendo realizados pela Prefeitura desde 2011 no HFM e levou a equipe para conhecer as instalações do hospital e da nova UTI, inaugurada em maio de 2013.
Os representantes da FENAM e dos sindicatos dos médicos ficaram impressionados com a estrutura da nova UTI do HFM, que possui 30 leitos, sendo 24 deles individuais, divididos em sistema de box.
- É uma satisfação ver que as escalas de plantonistas estão completas, que há um comprometimento não só da equipe com o serviço, mas da gestão com o hospital. A UTI é excelente, tem uma estrutura física fantástica. É um exemplo que a gente pode levar para outros locais, de um hospital que está buscando se aperfeiçoar; e quem ganha é o paciente – destacou o presidente da FENAM, Geraldo Ferreira Filho.
Fonte: Jornal 24Horas

Presidente da Fenam critica as UPAs do Rio

Publicado em 30/10/2014


Phillipe Moacyr
coletiva na Faculdade de Medicina de Campos

Em visita ao Hospital Ferreira Machado (HFM) nesta quinta-feira, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira Filho, se deparou com um problema que se repete nas principais unidades hospitalares do Brasil: leitos improvisados no corredor. Ele reconheceu a diminuição do número de leitos de retaguarda em Campos e destacou ter notado a "perspectiva de melhora desta realidade, porque há investimento". Ele também elogiou a estrutura da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do HFM. "São 24 leitos, todos com equipamentos de última geração. A UTI é maravilhosa".

Após a visita, Geraldo e a comitiva que o acompanhou concederam entrevista coletiva à imprensa. Além da impressão que tiveram da unidade, eles abordaram diversas outras questões pertinentes à medicina. 

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed), Jorge Darze, denunciou a saúde pública oferecida pelo governo estadual. Ele criticou duramente o modelo de funcionamento das UPAs e das Clínicas da Família. "As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as Clínicas da Família são verdadeiras fraudes. Elas não prestam o serviço a que os respectivos projetos se propõem. A UPA, por exemplo, mantém internados, por uma semana, pacientes que deveriam ser transferidos em no máximo 48 horas para clínicas hospitalares. Isso é um verdadeiro absurdo!", criticou Darze.

O presidente do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec), José Roberto Crespo, frisou a importância da comitiva no município e ressaltou que a entidade tem buscado entendimento com o poder público municipal para garantir melhorias. Compuseram a comitiva ainda o presidente e o coordenador jurídico do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo (Simes), respectivamente Otto Baptista e Eglife Medeiros Filho.



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

AGENDA PARA 5ª Feira - SIMEC- FENAM-SINMED.

 Agenda para  5ª Feira - SIMEC- FENAM-SINMED.

Ás 10h 30min. - Visita ao HFM
Ás 15h30min. - Coletiva com a Imprensa no SIMEC
Ás 19h30min. - Reunião com as entidades e Associados no auditório da SFMC.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VISITA DO PRESIDENTE DA FENAM - DIA 30/10/2014 - QUINTA FEIRA

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS
FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS
SEDE: Av. Alberto Torres, 205 Altos – Tel/Fax: 2723-2593- 2724-2664-Campos - RJ

         AOS COLEGAS MÉDICOS

Passado as eleições; A luta continua por uma melhor qualidade na saúde e a busca incessante pela dignificação da profissão médica.

Assim o Sindicato dos Médicos de Campos-SIMEC estará recebendo em Campos nesta Quinta-feira, dia 30/10/2014, os Presidentes da Federação Nacional dos Médicos-FENAM, Dr. Geraldo Ferreira Filho e o  do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro-SINMEDDr. JorgDarze, onde estarão debatendo e informando aos colegas de nossa região como estão nossas bandeiras de luta em Brasília: Piso Nacional dos Médicos, Ato Médico, Gratificação dos Médicos Federais. Residência Médica, etc, e as perspectivas para este novo governo.

Contamos com a presença de todos.

Dia: 30/10/2014
Horario19:30h
Local: Auditório da S.F.M.C

Dr. José Roberto Crespo de Souza
                Presidente

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DIA DO MÉDICO - CONVITE

A Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia e o
Sindicato dos Médicos de Campos
convidam  para a

Comemoração do
DIA DO MÉDICO
      

Com a seguinte programação:

Dia 17 de outubro de 2014 – sexta-feira
20 horas – Momento Cultural: “Centenário de José Cândido de Carvalho com a
                                                    Drª Arlete Parrilha Sendra
20h30 – Homenagem ao Médico do Ano: Dr. Luíz Carlos Mendonça da Silva
21horas -  Inauguração da foto do Dr. Almir Salomão Filho – Galeria de
                 Ex-Presidentes         da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia
21h30 – Coquetel (Oferecido pelo Laboratório Plinio Bacelar) 
        
Dia 18 de outubro de 2014 – sábado
12h – Churrasco de confraternização no Recanto do Bosque

Dia 19 de outubro de 2014 – domingo
18h – Missa no Santuário Nossa Senhora Perpétuo Socorro




Obs: A retirada do convite para o churrasco será até o dia 16 de outubro na sede da SFMC e do SIMEC no horário das 09 às 17 horas.


                                                                                                                                                                                           
  Av. Alberto Torres, 217 – 28035-581 - Campos dos Goytacazes – RJ
Tels: 2733-1227 - 2723-2593

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

DEMISSÃO DE MÉDICOS PELA SANTA CASA CAUSA REPERCUSSÃO NEGATIVA

http://fmanha.com.br/blogs/gustavomatheus

A “maldita” Santa Casa “sem” misericórdia de Campos


O que vem acontecendo com a Santa Casa de Misericórdia de Campos é uma covardia. E o pior é que os absurdos não são de hoje. O hospital vem negando aos seus médicos, funcionários e, principalmente, pacientes, materiais e condições básicas de atendimento. Para deixar a situação ainda mais esdrúxula, o provedor Benedito Marques demitiu o staff do hospital após os profissionais reivindicarem melhorias no CTI (Centro de Terapia Intensiva). O administrador ainda segue evitando responsabilidades trabalhistas, ao contratar firmas que prestam serviço, invés de funcionários, terceirizando o “problema”. Portanto, quando bem entende, rescinde o contrato com os médicos que questionam as supostas irregularidades em sua administração. Segundo o Sindicato dos Médicos de Campos (SIMEC), a prática é “absurda e irregular”.
Ao que parece, a Prefeitura, através da secretaria de Saúde, vem cumprindo com suas obrigações, e estaria de “mãos atadas”. O repasse vem sendo feito normalmente, mas a Santa Casa continua com dívidas com fornecedores de materiais e equipamentos hospitalares. Tem empresa que não recebe há mais de dois anos. Para esquentar ainda mais o clima, o vereador governista Abdu Neme (PR) fez denúncias graves da tribuna da Câmara, como mostrou o blog do Bastos, aqui. “O paciente quer ser atendido pelo médico do SUS e não consegue, mas se pagar a consulta o médico atende. Essa relação tem que mudar. Quem quiser pagar que vá ao consultório do médico. Mas se o hospital é filantrópico, o CNPJ é filantrópico, ele tem que priorizar as consultas pelo SUS. Pode até ter consulta social, mas tem que ser da seguinte forma. Se atender 10 pelo social, tem que atender 20 pelo SUS”, disse Abdu, que também avisou: “Nós não vamos permitir que funcionários da secretaria de Saúde fiquem passando a mão na cabeça dessa gente. Eu estou aqui avisando, mas depois eu vou dar nome aos bois. Não pode acontecer isso: facilidade para atender social e dificuldade para atender SUS. Eu nunca atendi social nem particular na Santa Casa. Ali é um lugar para pessoas humildes que estão sofrendo e precisam de um atendimento. Se alguém for cobrado para operar, para ter neném, denuncie. É só ligar para a Câmara e denunciar”, completou.
A Prefeitura, o Conselho e o Sindicato deveriam abandonar a passividade, mostrando um pouquinho mais de “misericórdia”, de mãos atadas ou não. Essa bola de neve chamada Santa Casa, enquanto pilotada pelo senhor “Maledeto”, deve continuar nesta sua jornada da desgraça, atropelando a população humilde e carente de Campos, que tanto precisa dela.
Misericórdia, meus senhores, misericórdia!
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