quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL EXERCÍCIO 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Carreira de estado para médicos do serviço público: saída para fortalecer o SUS
São Paulo – As melhorias na saúde no Brasil dependem de políticas públicas que estimulem os médicos a se fixar nos locais de difícil acesso, afirma o médico e presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Renato Azevedo Junior. Ele reivindica a criação de uma carreira de estado para os médicos do serviço público nos moldes da existente no setor judiciário. Uma carreira com dedicação exclusiva, tempo integral e o ingresso a partir de concurso público e com remuneração compatível. “Só assim será possível implementar um modelo para o SUS (Sistema Único de Saúde) que, em termos de atendimento médico, se adeque às exigências da Constituição e as necessidades do povo brasileiro”, disse.
Com base nos dados da pesquisa Demografia Médica no Brasil, divulgada nesta semana, revelando que a proporção do número de médicos no país em 2011 é de 1,95 por mil habitantes e que a cada ano esse número aumenta, ele declarou: “Não faltam médicos no Brasil. O que existe é uma má distribuição dos profissionais”.
Segundo o médico, a pesquisa foi feita para comprovar e combater o crescimento desenfreado de faculdades de medicina. “Desde o ano passado, governo federal fala que o problema na Saúde é a falta de médicos. Queríamos mostrar que não é essa a realidade”, observou.
Os estados com maior concentração de médicos por mil habitantes são o Distrito Federal (4,02 ) e o Rio de Janeiro (3,57), enquanto o Amapá (0,96), Pará (0,83) e o Maranhão (0,68) têm menos de 1. O estudo não associa a quantidade de médicos à qualidade do atendimento. O sistema também é influenciado pelas condições geográficas, epidemiológicas e de estrutura dos serviços de saúde. Esses dados podem contribuir para combater a desigualdade de oferta dos profissionais.
As desigualdades em relação às capitais e os outros municípios dos estados são ainda maiores. Um dos motivos seria a concentração de serviços de saúde – hospitais, clínicas, laboratórios – e, portanto, maior oportunidade de trabalho. A cidade de São Paulo tem 4,44 médicos registrados por mil habitantes enquanto o estado tem 2,58. A capital do Espírito Santo, Vitória, tem 10,41, enquanto o estado tem somente 2,11. No Amapá, a diferença é menor, mas ainda assim, a capital Macapá tem 1,06 enquanto o estado tem 0,96.
O censo médico também constatou que a maioria dos médicos no mercados é jovem (até 39 anos representam 42,% dos profissionais) e que desde 2009 há mais mulheres (50,23%) formadas do que homens (49,77%).
No levantamento dos conselhos regionais de medicina um novo critério foi adicionado, o posto de trabalho médico ocupado. Ele mostra não só o profissional registrado, mas quantos médicos estão disponíveis para o atendimento da população. As informações vêm da base de dados da pesquisa Assistência Médico-Sanitária (AMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Quem determina a distribuição dos médicos é o mercado, ele que toma conta da saúde. O trabalho do estado é regular essa área e levar o serviço para a população. O mercado não pode regular uma coisa que afeta a saúde e a vida das pessoas”, aponta Renato Azevedo.
Os números mostram que muitos profissionais ocupam mais de um posto de trabalho.Nas capitais há 5,89 postos por mil habitantes enquanto no país são 3,33. Se considerarmos a saúde privada e a pública os números são bem díspares. Comparando o SUS e o setor privado percebemos que há mais ofertas de postos de trabalho no setor privado, sendo que a população atendida pelo SUS é maior. Para cada mil usuários de planos de saúde há 7,6 postos de trabalho ocupados, já no SUS esse índice cai para 1,95
FONTE: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/saude/2011/12/politicas-publicas-podem-combater-desigualdades-no-atendimento-da-saude-no-brasil via Fax Sindical.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DIA 02/12/2011 19:30 H NA SFMC
ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
domingo, 20 de novembro de 2011
MANIFESTO EM DEFESA DE SAÚDE COM QUALIDADE PARA A POPULAÇÃO
Sindicato dos Médicos de Campos
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro
Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Estabelecimentos de Saúde do Norte Fluminense
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
SAÚDE PARA UMA DEMOCRACIA LIMPA
Campos dos Goytacazes – RJ
È bom que se diga que apenas verbas do SUS não sustentam hospitais no cuidado com a saúde do povo. Tampouco sobrevivem sem elas. A saúde em Campos é mentira e caos!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
AOS MÉDICOS DE CAMPOS E À POPULAÇÃO A PRISÃO DO DR HUGO MANHAES AREAS AS MANIFESTAÇÕES DOS COLEGAS AS AMEAÇAS DO MINISTÉRIO PÚBLICO A LUTA PELO SUS REUNIÃO DIA 17 DE NOVEMBRO DE 2011
O Sindicato dos Médicos de Campos-SIMEC
Em virtude dos últimos acontecimentos em relação a Saúde de Campos o SIMEC esclarece que:
ATUALIZAÇÃO: Consultas médicas particulares nos hospitais filantrópicos são permitidas tanto pela legislação que rege as instituições filantrópicas no país quanto pelo contrato firmado entre o município e os hospitais conveniados, que estabelece o mínimo de 60% em atendimentos pelo SUS e os outros 40% em convênios e particulares. Lei federal nº 12101/2009 e decreto lei nº 7237/2010. Saiba mais aqui.
Planície Lamacenta: A medicina algemada e em coma.
Mais uma do mestre Douglas da Mata:
A criminalização de temas como o financiamento da saúde, ou nesse caso, do subfinanciamento do SUS, a sobrecarga de atendimentos da rede ambulatorial, a proletarização da medicina, etc, nunca é um bom caminho.
Isso não quer dizer que os que pratiquem crimes mereçam nossa tolerância, apenas porque são médicos, juízes, promotores, ou quaisquer outros profissionais tidos em alta conta em nossa sociedade.
Errou, apure-se e condene-se.
Mas há algo que me incomoda na ação do Ministério Público Estadual, quando foca sua atenção nas tentativas de usuários e profissionais, e claro, das entidades hospitalares de encontrarem caminhos para solucionarem um problema que nenhuma das autoridades políticas, judiciais, policiais, ou ministeriais deram conta com todas as leis e punições. Como financiar a saúde pública? Obama procura esta resposta até hoje, e nós também, apesar de termos um dos melhores sistemas de atendimento universal, o SUS.
Paulistas privatizaram sua saúde em cooperativas, não deu certo. Agora estão às voltas com a privatização de 25% dos leitos para empresas privadas de saúde coletiva(planos, seguradoras, etc)como forma de aumentar a capacidade de financiamento, mas que enfrenta vários questionamentos jurídicos e políticos.
Fluminenses e cariocas patinam em terceirizações, contratações precárias de médicos e profissionais.
O Norte e Nordeste, junto com o Centro-Oeste beiram o caos. Conheço bem menos a realidade do Sul.
É fato que dentro ou fora da lei, constitucionalmente ou não, todos tentam resolver um problema que é mais de dinheiro, mas que também é de gestão.
Não defendo aqui o jeitinho, ou o atalho, que na verdade são eufemismos para a corrupção. Então, se é para encararmos o problema como caso de polícia, vamos a toda a cadeia de atendimento, e não só o médico, lá na ponta.
Eu pergunto, afundado em minha ignorância jurídica: Se estará preso o médico por corrupção passiva, por que não responderá o usuário pela modalidade ativa que corrompe o médico para furar a fila dos procedimentos?
Por que não respondem os diretores clínicos e provedores hospitalares pela condescendência criminosa, pois sabem de todos esses "atalhos" das consultas "sociais", e silenciam, quando não as incentivam ?
E por derradeiro, e os materiais hospitalares desviados, com a chancela dos diretores e provedores das entidades hospitalares para os procedimentos "sociais", mas que foram pagos pelo SUS, não deveriam ensejar a apuração por peculato?
Pois bem, se o parquet desejar, há crimes de todo o jeito e qualidade, e que, infelizmente, vão fazer parar o atendimento público e gratuito.
Então, concluímos que o caso não é só de polícia, ou pelo menos, não no nível do "chão do hospital".
Estranho notar que a tutela coletiva não se manifeste frente aos tamanhos descalabros que assistimos na saúde local, de uma cidade de 2 bilhões de reais de Orçamento.
Biópsias superfaturadas, softwares milionários, desvio de finalidade, concurso do PSF sem solução, falta de exames especializados e de transporte para usuários(lembram do caso recente de um exame que tenho que ser imposto pela Justiça, e mesmo assim, faltava o veículo para fazer cumprir a ordem na capital?), etc, etc.
Dirão os juristas que a gama desses interesses violados que citamos acima não está na categoria da tutela coletiva.
Ah, tudo bem, mas não seria a persecução criminal imposta ao médico em questão uma tarefa da PIP?
Então, com todo respeito e reverência, já que o MP tomou gosto pela coisa, que tal instar os gestores públicos do governo a cumprirem a Lei, e proporcionarem um atendimento correspondente ao rio de dinheiro que dispõem, sob pena de amargarem o mesmo destino: a cadeia?
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
SIMEC – CIRCULAR 001/2011- AÇÕES JUDICIAIS
terça-feira, 1 de novembro de 2011
FENAM - DF: juiz reconhece direito de contagem de tempo para aposentadoria especial de médicos com duplo vínculo
O juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, reconheceu o direito de contagem de tempo diferenciada para efeito de aposentadoria especial em função de serviços prestados em condições especiais, inclusive no caso de acumulação de cargos, permitida aos médicos.
A ação, proposta pelo Sindicato dos Médicos do Distrito Federal, foi considerada vitoriosa pelo Secretário de Assuntos jurídicos da FENAM, Antônio José Francisco Pereira dos Santos, que, em entrevista à Rádio FENAM, comentou a decisão e explicou os principais pontos de relevância da ação.
"Agora temos direito à contagem diferenciada para cada cargo acumulado e o funcionário tem a opção de se aposentar em um vínculo e continuar no serviço insalubre em outro", explicou o dirigente.
Outra vitória foi relacionada à atualização do perfil profissiográfico, que obriga o empregador a manter atualizados todos os dados de seus funcionários, o que facilita a comprovação do serviço insalubre no momento da aposentadoria. "A empresa deverá elaborar e manter atualizado o perfil profissiográfico previdenciário, abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador, além de fornecer a ele, quando da rescisão do contrato de trabalho ou do desligamento do cooperado, cópia autêntica do documento, diz a sentença.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
25 de outubro: confira o balanço do protesto dos médicos do SUS em alguns estados do país « Blog oficial da FENAM
Fonte: FENAM e sindicatos médicos
Representantes de entidades médicas de alguns estados já começam a avaliar a mobilização dos médicos neste 25 de outubro, dia nacional de protesto contra a baixa remuneração e as más condições de trabalho e de assistência oferecidas no âmbito da rede pública de saúde no país. Em locais como o Pará, por exemplo,a diretoria do Sindicato dos Médicos afirma que cerca de 80% dos profissionais suspenderam o atendimento.
O protesto nacional foi organizado pela Comissao Pró-SUS, formada pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e envolveu a paralisação nos serviços de atendimento em 21 estados. As manifestações foram definidas pelas entidades médicas de cada unidade da Federaçao, que decidiram como seriam realizados os protestos nos seus estados. A maioria optou pela paralisaçao no atendimento.






