terça-feira, 2 de julho de 2013

O LOCAL DA MANIFESTAÇÃO MUDOU: ÀS 16 HORAS EM FRENTE AO HOSPITAL FERREIRA MACHADO

Nesta 4ª feira, dia 03/07/2013, às 16 horas em frente ao Hospital Ferreira Machado,
está marcado o movimento local para protesto contra o abandono do SUS e contra medidas que expõem a vida e o bem estar da população.
Sua presença é fundamental, assim como deve nos ajudar a levar o maior número possível de pessoas para este protesto.
Contamos com você.
SFMC - SIMEC - CREMERJ 

2 comentários:

Anônimo disse...

Falando em (des)politica de recursos humanos no poder publico municipal,foi acertado um abono,ou seja,um aumento para toda categoria da guarda civil municipal,inclusive com a participação do siprosep,que deve ser o representante de todo funcionalismo municipal.Grande conquista...,mas Como Assim: "abono" só para uma categoria,com a justificativa de que seria para "equiparar" aos outros cargos de segundo grau?!Mas os vigias integrantes da guarda já ganham um ABONAÇO que os equipararam aos guardas municipais mas fizeram concurso para vigias a nivel de primeiro grau.Enquanto isso,no último concurso todos os profissionais de saúde de terceiro grau tem o vencimento maior que os seus colegas dos concursos anteriores,ou seja profissões iguais salários diferentes.Que tal equiparar esses também.E a porcaria do siprosep não faz NADA a respeito.Parece um sindicato de uma só categoria profissional e não de TODOS os servidores nos seus multiplos cargos e funções.Tem que lutar por melhorias isonômicas para TODOS os servidores.Aliás não há na saúde publica de Campos servidores municipais que ganham mais que os do hfm.Os servidores foram divididos em duas categorias:os que trabalham no hfm; e os outros que formam uma subcategoria como se fossem menos importantes para a saúde publica.O simec pode pelo poder de pressão que tem,intervir nessa situação que vem provocando cada vez mais falta de isonomia.

Roberto Santos disse...

Sou médico aposentado, Professor Doutor pela FMUSP, após atuar por 53 anos em 3 cidades deste imenso País.

Logo após minha formatura, trabalhei por três anos em Recife (PE), por mais três em Natal (RN), onde organizei um serviço de anestesiologia no Hospital Universitário, que lá não havia.

Trabalhei no antigo SAMDU, atendendo pacientes em seus domicílios, se é que posso chamar àquelas casas de residências, mocambos onde em um quarto viviam 10, 12 ou mais pessoas, insalubres, mal iluminadas, sem um mínimo de conforto.

Dei minha cota de trabalho no nordeste e depois vim para São Paulo, onde prestei concurso e entrei no Hospital das Clínicas.

Entro em contato com Vossa Excelência para dizer que estou de mudança para Portugal ou Cuba ou Paraguai e, caso não se importe, me importe de lá quando lá eu estiver, que não me importo, pois de medicina e comunicação em português acho que sei o suficiente para aqui fazer um trabalho decente ao carente.

De antemão comunico que será insuficiente o salário oferecido, pois a dívida que o governo brasileiro tem com a classe médica é gigantesca pela própria natureza das condições de insalubridade, trabalhando diuturnamente em ambientes revoltantemente sépticos, inseguros, lotados.

Aqui só voltarei para exercer MEDICINA quando os hospitais prometidos às pressas, no afã do medo do povo nas ruas, estiveram construídos e equipados, como os que Vossa Excelência e seus asseclas estão acostumados a ir se tratar, pagos por este povo sofrido, esgotados com impostos coercitivos e exorbitantes, pois o povo merece o mesmo respeito e tratamento.

Lembro que, se importado, levarei minha família como a maioria dos médicos que a Excelentíssima Presidente quer trazer para todos os recantos da nação e pergunto:

Quem pagará as passagens ou o avião presidencial virá nos buscar?

Onde vamos morar, onde nossos filhos vão estudar, onde vamos comprar e quem garantirá nossa segurança?

Queira a senhora lembrar - e que não é apenas o médico que está sendo contratado, senão ser um pacote familiar.

E, se eu me acidentar ou alguém de minha família, aonde vamos nos tratar? Seremos condenados às filas imensas do SUS ou teremos privilégios de hospitais de primeira?

Queira Vossa Excelência descer dos degraus de sua arrogância até o planalto da humildade, da sua inépcia e ignorância de tantas matérias que tenta explicar, iludir, enganar em rede de televisão e que somente os fantoches, os petralhas de seu governo aplaudem e nem sei se compreendem.

Apressem-se políticos para consertar os malfeitos, as malandragens e roubos pois, lembrando Vandré, o povo começará a cantar "quem sabe faz a hora, não espera acontecer".
Meus sinceros parabéns aos que estão pacificamente nas ruas condenando veementemente os baderneiros.

Dr. Ismar Bancovsky